Três mil seguidores

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Já se passaram quase quinze anos desde que comecei a brincar de blog. No início, era um site pessoal, pois a onda dos blogs não tinha começado. Depois veio o blogspot, seguido pelo wordpress. Nesse período, vieram algumas especializações, mestrado e doutorado, com o amadurecimento das ideias, do estilo dos textos e também do público. De uns dois anos para cá, comecei, já atrasado, a interação do blog com as redes sociais, sobretudo Facebook e Twitter. Até hoje, confesso que ainda não assimilei a lógica de tudo isso. Só sei que a dinâmica do blog já não é mais a mesma. O mundo cibernético, atualmente, gira em torno das redes sociais. São os compartilhamentos que fazem as coisas acontecerem.

Diante disso, fico muito feliz em saber que o blog, mesmo sem divulgação e mesmo sem a periodicidade de postagens desejada, alcançou a marca de três mil seguidores no Facebook. É um número expressivo para um blog que tem um núcleo temático tão específico e que não se propõe a polemizar só por polemizar.

Para comemorar, estou preparando algumas novidades que serão apresentadas após a semana santa.

Obrigado a todos os que já curtiram e faço desde já um convite aos que não curtiram que curtam. É só clicar no botão “Gosto”, na parte superior direita do blog. Valeu!

 

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3 Respostas to “Três mil seguidores”

  1. Guilherme Feldens Says:

    Sem ser puxa-saco, mas é a qualidade da escrita, do raciocínio e, principalmente, da qualidade dos debates fomentados pelas postagens que faz o blog ser bem sucedido.
    Parabéns e continue assim, George.
    Abraço

  2. João Paulo Says:

    Até hoje não sei qual corrente filosófica segue o autor.
    Por tudo o que li, acredito que seja adepto do realismo. Já falou sobre o papel do café matinal na confecção de sentenças. Também há relato de que tenha usados os embargos declaratórios com uma função nada ortodoxa, bem longe dos efeitos modificativos. Além disso é contrário a rotulações, o que é de um romantismo comum aos adeptos desse movimento.
    As dúvidas vem da defesa de uma tal ética fundante para o direito – o que o rotularia como defensor do jusnaturalismo.
    Já vi comentários de que não abona o preenchimento da norma com qualquer colorido. Não vejo a posição em contradição com o positivismo inclusivista.
    Noutras ocasiões, defende a precedência de determinados valores – ora de cunho social, ora ferrenhamente a liberdade e a propriedade.
    Nada contra a originalidade. O problema é que o autor é defensor do controle da decisão judicial – que depende da análise da convicção filosófica/política do julgador.

    Vejam o Dworkin. Foi defensor declarado do liberalismo, e constrói toda sua teoria com base nesse manifesto. Isso o colocaria na condição de melhor jurista a compor qualquer Suprema Corte. Não digo em relação à justeza das decisões, que sempre penderiam para os Donos do Poder. Refiro-me à sindicabilidade de suas decisões.
    Como ele decidiria o caso DE BELO MONTE?
    Certamente ia mandar as obras continuarem… Se optasse pelo meio ambiente, meus caros, certamente seria caso sujeito à investigação…
    Agora… peguem UM MINISTRO DE NOSSA SUPREMA CORTE. O que o Marco Aurélio é: liberal ou conservador? Um defensor intransigente dos direitos humanos… pode ser… e o que isso significa? Para o controle de suas decisões, a meu ver, nada.

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