Sorteio de Livro – Liberdade para as ideias que odiamos

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“se há algum princípio constitucional que exige uma maior necessidade de observância do que os outros é o princípio de liberdade de pensamento não apenas em relação aos pensamentos que nós concordamos, mas, sobretudo, uma liberdade para as ideias que odiamos” (tradução livre).

O editor do livro “Liberdade para Ideias que Odiamos”, de Anthony Lewis (Editora Aracati), que divulguei aqui durante as férias, gentilmente cedeu cinco livros para serem sorteados aqui no blog, tal como já fiz em relação ao livro do Michael Sandel.

Vou fazer algo diferente daquele concurso. Vou formular uma pergunta (tripla) e cinco primeiros a responderem corretamente levarão o livro. Para que os comentários com as respostas não sejam divulgados, farei moderação dos comentários e só liberarei quando o concurso estiver terminado. Bem simples. Então, aqui vai a pergunta (somente serão válidas as respostas que acertem os três tópicos da pergunta e cada leitor só concorrerá uma única vez com a primeira resposta que der):

Pergunta:

Quem foi o autor da frase que dá origem ao título do livro “Liberdade para as Ideias que Odiamos”? Em que caso? Quem ganhou o caso?

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47 Respostas to “Sorteio de Livro – Liberdade para as ideias que odiamos”

  1. Rodrigo Rivera Says:

    Quem foi o autor da frase que dá origem ao título do livro “Liberdade para as Ideias que Odiamos”?
    Justice Oliver Wendell Holmes
    Em que caso? United States v. Schwimmer
    Quem ganhou o caso?
    United States. A maioria da Suprema Corte (vencido o Juiz Holmes) entendeu que não poderia ser concedida a cidadania a Schwimmer
    se ela não atendesse os requisitos, mesmo que por questões de consciência.

  2. Sílvia Calazans Says:

    Autor da frase = Justice Holmes (voto dissidente). Caso = United States vs Schwimmer. Quem ganhou = United States

  3. Márcio Bessa Says:

    Autor: Justice Oliver Wendell Holmes
    Caso: United States v. Schwimmer
    Vencedor: United States

  4. Kelton Gomes Says:

    1. Justice Holmes;
    2. United States v. Schwimmer 279 U.S. 644 (1929);
    3. A Suprema Corte, por 6 votos a 3, negou o pedido de naturalização de Rosika Schwimmer.

  5. Fábio Carlos nascimento Wanderley Says:

    Respostas:
    Quem foi o autor da frase que dá origem ao título do livro “Liberdade para as Ideias que Odiamos”?
    R: Juiz Relator Thomas E. Brennan.

    Em que caso?
    R: Caso New York Times Co. vs Sullivan (Suprema Corte Norte-americana, março de 1964). O caso surgiu com um anúncio publicado no jornal New York Times pela Conferência da Liderança Cristã do Sul em defesa de Martin Luther King Jr., que
    havia sido preso no Alabama em 1960. No anúncio era criticado o comportamento de oficiais racistas do sul, afirmando que teriam usado de táticas ilegais na repressão ao movimento a favor de direitos civis. Embora o artigo não anunciasse nomes, L.B. Sullivan, um comissário urbano em Montgomery, Alabama, responsável pelo departamento de polícia, afirmou que o anúncio o caluniava, descrevendo de forma falsa as ações da força policial da cidade. Sullivan processou os quatro clérigos que colocaram o anúncio e o New York Times, que não tinha apurado a precisão do conteúdo.

    Quem ganhou o caso?
    R: Inicialmente, o júri decidiu pela condenação do New York Time Co. ao pagamento de indenização de US$ 500 mil a Sullivan. Tanto New York Time Co. como os líderes dos direitos civis apelaram da decisão e a Suprema Corte, por maioria, deliberou por unanimidade em favor destes.

  6. Kelton Gomes Says:

    complementando minha resposta 3: evidentemente, os Estados Unidos ganharam a causa.

  7. Melba Lorena Says:

    Boa tarde,
    Respondendo às indagações, o autor da frase que deu origem ao livro foi o Justice Oliver Wendell Holmes, Jr., no caso United States v. Schwimmer (1929), de vencido, pelo primeiro.
    Melba

  8. Anónimo Says:

    Justice Holmes, United States v. Schwimmer, EUA ganharam e Rosika Schwimmer teve a naturalização negada.

  9. Hermes Duarte Morais Says:

    Esqueci de logar, minha resposta de novo:
    Justice Holmes, United States v. Schwimmer, EUA ganharam e Rosika Schwimmer teve a naturalização negada.

  10. André Luiz Dornelas Brasil de Freitas Says:

    O autor da frase é o ministro da Suprema Corte norte-americana Oliver Wendell Holmes Jr., no caso United States v Schwimmer levado a julgamento em 27 de maio de 1929. O caso diz respeito a uma pacifista húngara que ao requerer sua naturalização norte-americana, declarou que não estava disposta a pegar em armas em defesa dos Estados Unidos – um dos requisitos para a concessão do pedido –. A Suprema Corte negou-lhe o pedido de naturalização (por 6 votos a 3) . Na oportunidade o Ministro Holmes Jr. declarou: “… if there is any principle of the Constitution that more imperatively calls for attachment than any other it is the principle of free thought — not free thought for those who agree with us but freedom for the thought that we hate.”

  11. Amyr Dib Says:

    O juiz da Suprema Corte Oliver Holmes. Caso United States v. Schwimmer. A Corte decidiu a favor do governo, negando a cidadania à Schwimmer.

  12. Flávio Dematté Says:

    Autor: Justice Oliver Wendell Holmes Jr.
    Caso: US v Schwimmer
    Vencedor: US

  13. Fernando Sampaio Says:

    O Ministro da Suprema Corte americana Oliver Wendell Holmes Jr.

  14. Fernando Sampaio Says:

    O Ministro da Suprema Corte americana Oliver Wendell Holmes Jr., o caso foi Schenck v. United States, que julgou decisão que julgou procedente a Lei de Espionagem de 1917. O Tribunal de Justiça, em parecer unânime por escrito pelo juiz Oliver Wendell Holmes, Jr. , declarou que condenação criminal Schenck era constitucional.

  15. Marcos Marçal Says:

    O autor da frase foi o juiz Holmes, em voto vencido proferido no caso Estados Unidos da América vs. Schwimmer. O caso foi vencido pelo estado americano.

  16. João Paulo Castro Says:

    Foi o famoso juiz Holmes, um dos três maiores juízes da história dos Estados Unidos… para Richard Posner, ele é o melhor!!!

    A propósito é dele a FRASE: A JUSTIÇA NÃO É A TAREFA PRINCIPAL DO JUIZ…
    Isso vi no mais recente livro de Dworkin traduzido para o portugues… nunca li nada a respeito de Holmes…. também é criticável quem CITA TRECHOS DE SUAS OBRAS sem ESPECIFICAR O CONTEXTO… apenas como argumento de autoridade, apenas para convencer, utilizando as frases de efeito de Holmes…. (isso vale para o MINISTRO LUIZ FUX)

    Abrams vs Estados Unidos

    Um panfleto com o texto “revolucionários”, do alto do edifício, criticava os Estados Unidos por interferirem na Revolução Russa. Os réus foram condenados e presos por incitarem golpe de estado e a guerra. Em recurso a Suprema Corte, a condenação foi mantida….

    HOLMES e outro juiz da Suprema Corte foram VENCIDOS, considerando que o caso representava manifestação da liberdade de expressão. Não havia chance da liberdade de expressão motivar alguma ação…

    Há relatos de que as idéias de Holmes sobre liberdade de expressão tem duas fases. Quem conhece obra específica sobre Holmes poderá falar mais a respeito…. eu não conheço… SE PUDEREM RELATAR ou indicar obra específica, agradeço…. embora Holmes represente o Realismo Jurídico, nem todas as decisões que proferiu foram pragmáticas…

    OBS: não sei se holmes utilizou a expressão em outro julgamento antes desse. Se tiver ocorrido, utilizou novamente nesse caso…

  17. Vinicius Says:

    1- Oliver Wendell Holmes, Ministro da Suprema Corte Americana.
    2- Durante um caso em que um jornalista austríaco escreveu artigos acusando um político de oportunista imoral.
    3- O jornalista Peter Michael Lingens.

  18. João Paulo Chaim Says:

    Pesquisei muito, mas só descobri que a frase é de Oliver Wendell Holmes Jr., ex-ministro da Suprema Corte Norte-Americana. O caso e quem ganhou não consegui descobrir.

  19. Cassiano Says:

    O autor da frase foi o juiz da Suprema Corte Norte-Americana Hugo Black

    Trata-se do caso Gideon v. Wainwright.

    O caso foi ganho por Clarence Earl Gideon, a quem a Suprema Corte reconheceu o direito a advogado, anteriormente negado, em determinado processo.

    • Lynn Says:

      Ole y ole, me has dado dos grandes nticioas. El regreso de mi Aniston (aunque mi favo era Phoebe, pero me alegro de todas formas, pero sobretodo el saber que habre1 una nueva temporada de una de mis series revelacif3n del af1o junto con Dexter .Y ademe1s cuenta con mi doble, mira una foto de la Tina Fey y soy yo calcada y me1s con la personalidad de la serie, cuando la ved, me dio miedo y todo.Viva 30 Rocka1a1a1 (o Rockefeller Plaza como prefire1is)

  20. Cassiano Says:

    oops, fiz confusão. Esquece….

  21. Diogo Says:

    Quem foi o autor da frase que dá origem ao título do livro “Liberdade para as Ideias que Odiamos”?

    Resposta: O Justice da Suprema Corte Americana Oliver Wendell Holmes Jr.

    Em que caso?

    Resposta: United States v. Rosika Schwimmer

    Quem ganhou o caso?

    Os Estados Unidos

  22. Tiago Mendes de Araujo Says:

    O autor da célebre frase foi o ministro da Suprema Corte americana, Oliver Wendell Holmes Jr. O caso foi de Charles Schenck, que fora condenado por distribuir panfletos com ideias contrárias ao alistamento militar obrigatório. O Estado Americano venceu, sendo mantida a condenação de Charles Schenck.

  23. Mariana Melo Says:

    United States v. Schwimmer, decidido em maio de 1929, tendo vencido o primeiro.

    A frase é de Oliver Wendell Homes Jr., um dos expoentes do pragmatismo/realismo jurídico norte-americano.

  24. Anónimo Says:

    Autor: Justice Oliver Wendell Holmes
    Caso: United States v. Schwimmer
    Os Estados Unidos ganharam o caso.

  25. Maureen Brandão Says:

    A frase “Liberdade para as Idéias que Odiamos (“freedom for the thought that we hate”) foi consagrada no voto dissidente do Justice Oliver Wendels Holmes, no julgamento de United States v. Schwimmer, em 1929, pela Suprema Corte.

    No caso, a imigrante húngara Rosika Schwimmer, pacifista, por se negar a prestar o juramento de lealdade prescrito no Naturalization Act of June 29, 1906, quanto à pegar armas para defender os Estados Unidos, teve o pedido de naturalização negado pela District Court for the Northern District of Illinois.

    Após reforma da decisão pela Circuit Court of Appeals, houve novo recurso e o caso chegou à Suprema Corte.

    Citada no teor dos votos, consta que a imigrante teria dito:
    “She said: ‘I cannot see that a woman’s refusal to take up arms is a contradiction to the oath of allegiance. (…)
    If … the United States can compel its women citizens to take up arms in the defense of the country-something that no other civilized government has ever attempted-I would not be able to comply with this requirement of American citizenship.”

    Com o voto majoritário redigido pelo Justice Butler, a Suprema Corte considerou válida a decisão original que denegou a nacionalidade à imigrante (“The decree of the Circuit Court of Appeals is reversed. The decree of the District Court is affirmed.”).

    No entanto, o Justice Oliver Wendels Holmes, justificando o apelido de “o grande dissonante”, redigiu o voto minoritário, em que, curiosamente, destacou a ausência de relevância em exigir tal juramento a uma mulher com mais de 50 anos, a quem, portanto, não seria permitido “pegar armas”, mesmo se quisesse. (“So far as the adequacy of her oath is concerned I hardly can see how that is affected by the statement, inasmuch as she is a woman over fifty years of age, and would not be allowed to bear arms if she wanted [279 U.S. 644, 654].)

    Tendo, por fim proferido a frase homenageada no título da obra de Anthony Lewis:

    “The notion that the applicant’s optimistic anticipations would make her a worse citizen is sufficiently answered by her examination which seems to me a better argument for her admission than any that I can offer. Some of her answers might excite popular prejudice, but if there is any principle of the Constitution that more imperatively calls for attachment than any other it is the principle of free [279 U.S. 644, 655] thought-not free thought for those who agree with us but freedom for the thought that we hate”.

  26. Gustavo A. P. Santos Says:

    O autor da frase foi Oliver Wendell Holmes no caso Estados Unidos versus Schwimmer. Schwimmer era uma pacifista nascida na Hungria que pretendia receber a cidadania americana. Todavia, ao ser perguntada no questionário se “pegaria em armas” para defender os Estados Unidos, respondeu que não, alegando sua doutrina pacifista, tendo sua cidadania sido negada. O caso chegou a Suprema Corte que deu razão aos Estados Unidos por 6 a 3, negando a cidadania de Schwimmer. Disse o juiz Holmes a certa altura: “if there is any principle of the Constitution that more imperatively calls for attachment than any other it is the principle of free thought—not free thought for those who agree with us BUT FREEDOM FOR THE THOUGHT THAT WE HATE”.

  27. André Ribeiro de Aquino Says:

    O autor foi Oliver Wendell Holmes Jr. da Suprema Corte Americana.
    O caso foi United States v. Schwimmer.
    Schwimmer perdeu, o Estado ganhou.

  28. Henrique Hoffmann Says:

    O autor da frase foi o ministro da Suprema Corte americana, Oliver Wendell Holmes Jr. O caso foi New York Times Co. v Sullivan. quem ganhou o caso foi o New York Times Co.

    • Lidia Says:

      Bobbie Anne,I’m so glad you went back to this earlier prmopt and posted you poignant reply. I was the oldest of five, the responsible one, mother’s helper, but I was fortunate to have parents who did as much as possible within a limited income to give us each the opportunities to develop what we were interested in. I had seven children and always tried to help them find a way to do what they were interested in.I’m glad you are dancing now! That feels so joyful!

  29. Richard Says:

    Olá George, parabéns pelo blog e seguem as respostas:

    A frase de origem é de autoria de Oliver Wendell Holmes, Jr.
    O caso é New York Times Co. vs Sullivan.
    New York Times ganhou o caso por 9×0.

    Abçs.

  30. Anónimo Says:

    Em ‘Liberdade ara as Ideias que Odiamos’, Anthony Lewis descreve casos judiciais que constituíram marcos na expansão das liberdades de expressão e de imprensa nos Estados Unidos e analisa o modo como a Suprema Corte as avaliou em relação a outros direitos. O direito à privacidade, por exemplo, confrontado com o direito da imprensa a publicar informações sobre a vida pessoal de alguém; o direito de um réu a ser julgado por um júri isento de pressões da opinião pública, de um lado, e, de, outro, o direito da imprensa a noticiar um caso enquanto ele se desenvolve; o pleno direito de livre expressão contraposto ao direito das pessoas a não ser alvo do discurso do ódio. Alguns temas se destacam – a utilização do medo por políticos e pelo governo para reprimir opiniões contrárias; a atuação da imprensa, notável em alguns momentos pelo empenho na busca e divulgação da verdade e, em outros, pela omissão diante de abusos do governo; as posições adotadas por juízes em defesa da liberdade, por vezes contrariando a opinião pública vigente

  31. Cris Says:

    Em ‘Liberdade ara as Ideias que Odiamos’, Anthony Lewis descreve casos judiciais que constituíram marcos na expansão das liberdades de expressão e de imprensa nos Estados Unidos e analisa o modo como a Suprema Corte as avaliou em relação a outros direitos. O direito à privacidade, por exemplo, confrontado com o direito da imprensa a publicar informações sobre a vida pessoal de alguém; o direito de um réu a ser julgado por um júri isento de pressões da opinião pública, de um lado, e, de, outro, o direito da imprensa a noticiar um caso enquanto ele se desenvolve; o pleno direito de livre expressão contraposto ao direito das pessoas a não ser alvo do discurso do ódio. Alguns temas se destacam – a utilização do medo por políticos e pelo governo para reprimir opiniões contrárias; a atuação da imprensa, notável em alguns momentos pelo empenho na busca e divulgação da verdade e, em outros, pela omissão diante de abusos do governo; as posições adotadas por juízes em defesa da liberdade, por vezes contrariando a opinião pública vigente

  32. Daniel Felipe Scherer Borborema Says:

    Foi Justice Holmes no caso United States v. Schwimmer vencido pelos Estados Unidos.

  33. Evandro Says:

    Ministro da Suprema Corte americana Oliver Wendell Holmes.

    No caso United States vs Schwimmer de 1929.

    Caso de uma pacifista que queria se naturalizar americana e que foi perguntada se ela pegaria em armas para a defesa dos EUA, mas ela respondeu que não.

    A decisão foi de 6 – 3 pela denegação da naturalização.

  34. Donizete Ferreira Beck Says:

    O ministro da Suprema Corte Americana Oliver Wendell Holmes… No caso de um jornalista que escreveu um artigo, e foi acusado por um político de “oportunismo imoral”. Da qual o tribunal favoreceu a causa em prol do jornalista, isso é, o Jornalista ganhou o caso, pois o tribunal considerou as idéias do pluralismo, diversidade e liberdade de expressão! …Espero ter acertado!

  35. Diego Vale Says:

    A frase é do autor do livro: Anthony Lewis! No caso “New York Times v. Sullivan (1964)”. A suprema corte decidiu que a imprensa é livre para publicar qualquer informação sobre funcionários governamentais e figuras públicas.

    • Sophie Says:

      In 1968 My Mother shared a dream with me. This idea chengad my entire life.This came about in the year 1924, in Goshen, N.Y. My Mother, then six years old, would pass the local drug store on her way to school. One day the usual display of apothecary jars filling with amber-colored liquid had been replaced by a large bottle of Pluto water, a popular laxative of that time. Mother was fascinated by the trademark, a huge red devil with fierce face, pitchfork, and barbed tail and she quickly moved on. That night and for many subsequent ones in her nightmarish dreams this giant red devil would jump off the bottle and chase her with his pitchfork. Over time all this was forgotten. Fifty years later, as a therapist she attended a workshop at a desert retreat. During a meditation she sensed footsteps approaching reminding her of the devil she’d dreamed about as a child. Suddenly he reappeared; but instead of a frightening devil, he was now both devil and elf. His face and body had completely chengad and had become plump, impish and friendly. The horns and 3 pronged pitchfork were no longer threatening. Instead, they represented the five senses: seeing, hearing, touching, smelling and tasting. The barbed tail too, had lost its sting and symbolized intuition. This little being, part devil. part elf, became appropriately known as The Delf -a symbol of the opposites, the mixed feelings, the struggles within each of us. He reappeared periodically to my Mother, and each time she saw changes. Currently The Delf appears as a transformational being. His horns have rounded into Wisdom Bumps and the pitchfork and barbed tail have disappeared. His body is red because the love from his heart penetrates his entire being. He is open to share his wisdom and love with all who are mindful of awareness and change. Through him you can find balance in your life!This being has opened up new life in me. I have copyrighted gotten a Domain and am in process of creating a Blog to publish The Delf through Wisdom Bumps with verses written through time which everyone can identify with. Think the banks unbalanced? Thought you had more wealth?Best thing to invest in is balancing yourself! Can you say you’re doing OK? Better today than yesterday? HOORAY!!! I’m quite a surprisebehind this disguise. It’s a hard task peeking out through my mask. Sometimes I’m bubbly; sometimes I’m really blue, Just accept me as I am,Cause you’re a Yo Yo too! There’s no such thing as a fool-proof diet. On this I firmly stand. Best exercise, if you’ll try it, is gap tween mouth and hand. Want what you want when you want it? You’ll get what you want when you get it!: Sometimes bad times are good; good times sometimes bad. Depending on the attitude you have toward what you had! Finding faults with friends? Try compliments and praise; Soon you will discover Achange in both your ways! Think the grass is greener? Is this your complaint? What looks good outside- Inside. maybe ain’t!

  36. Donizete F. Beck Says:

    Livro bastante interessante… Sou estudante de Direito! ;D

  37. Carlos Frederico de Vasconcelos Vilar Says:

    O autor da frase foi John Roberts (Chief Justice), no caso em que Albert Snyder moveu contra a Westboro Baptist Church. Snyder encontrou razões porque a igreja achava que as tropas americanas estavam sendo punidas por Deus e um punhado de manifestantes levou esta mensagem ao funeral de seu filho, Lance Corporal Matthew Snyder. O ganhador do caso – pela liberdade de opinião, foi a Westboro Baptist Church, no caso concreto, porém toda a democracia foi que ganhou.

  38. Hendrikus Says:

    O autor da frase foi Oliver Wendell Holmes Jr. No caso do processo do jornalista austríaco, Peter Michael Lingens, que havia escrito
    artigos acusando um político de “oportunismo imoral”. O político
    ganhou em primeira instância. Contudo, Peter Michael recorreu e o. Tribunal Europeu de Direitos Humanos, reformou a sentença no entendimento de que julgá-lo por difamação violava a Convenção de Direitos Humanos – sua cláusula que garante a liberdade de expressão.

  39. Hendrikus Says:

    O autor da frase foi Juiz Oliver Wendell Holmes Jr., da Suprema Corte dos EUA. Foi proferida no caso Estados Unidos vs Schwimmer, 1928. O caso dizia respeito a um pacifista que ao requerer sua naturalização, na entrevista, declarou não estar dispostos a “pegar em armas, pessoalmente,” em defesa do Estados Unidos . Originalmente, o Tribunal Distrital do Distrito Norte de Illinois dispensou o pacifista de fazer o juramento de fidelidade, Contudo, em apelação, o Supremo Tribunal, decidiu contra o requerente, e, portanto, negou-lhe a possibilidade de se tornar um cidadão dos Estados Unidos.

  40. Pedro Canellas Says:

    1 – O autor da referida frase foi o ministro da Suprema Corte Oliver Wendell Holmes Jr.
    2 – O caso foi Estados Unidos v Schwimmer (1929)
    3 – A Suprema Corte Americana deu ganho de causa aos Estados Unidos.

  41. Bruno Beger Uchoa Says:

    O ministro da Suprema Corte americana Oliver Wendell Holmes Jr. no caso Snyder v. Phelps. No final, foi julgado favorável para Phelps.

  42. Kairo Araujo Says:

    A frase, “Liberdade para as idéias que odiamos”, foi dita pelo ministro da Suprema Corte americana Oliver Wendell Holmes Jr.

    O caso tratava de uma acusação por difamação, movido por um político contra um jornalista austríaco, Peter Michael Lingens.

    O político venceu e o tribunal austríaco determinou que fosse indenizado. No recurso movido, o tribunal Europeu de Direitos Humanos concluiu que a indenização violava o a Convenção de Direitos Humanos quanto a liberdade de expressão.


    Kairo Araujo, acadêmico de Direito.

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