FiloZofando com o macaquinho Marmelstão

Depois que o Hugo Segundo divulgou o seu “teorema da malemolência“, me senti à vontade para divulgar aqui uma criação “de um amigo”, que é o macaquinho Marmelstão, metido a filósofo.

Aqui vão algumas de suas peripécias:

as peripécias do macaquinho marmelstão
as peripécias do macaquinho marmelstão
as aventuras do macaquinho marmelstão
as aventuras do macaquinho marmelstão
as bricadeiras do macaquinho marmelstão
as bricadeiras do macaquinho marmelstão
as diabruras do macaquinho marmelstão
as diabruras do macaquinho marmelstão

15 comentários em “FiloZofando com o macaquinho Marmelstão”

  1. Porfessor,

    Terias algum texto cujo tema central seja o método tópico-problemático?! Caso tenha, se possível, gostaria que me enviasse.

    Abs.,

    Tadeu.

  2. Adorei o macaquinho Marmelstão. Parabéns ao criador. Principalmente as suas diabruras. Espero que venham outras.

  3. Wittindigestão II é minha tirinha preferida.

    “Aff. Vou pesquisar no Google.”

    :)

    Já sou fã desse macaquinho! Tomara mesmo que venham outras.

    Raul Nepomuceno.

  4. Seu pensamento é superficial e seu humor péssimo. Deturpa ou então não compreende o pensamento daqueles a que se refere. Não sei o que é pior. Ridículo. Agora entendo porque você escreveu aquele post em que coloca em questão a possibilidade de impetrar habeas corpus para um macaco. É porque um macaco não se diferencia muito mesmo de você.

    1. Eu quero ter novas curvas, para ficar mais bntoia pra mim mesma, e para todos que estiverem ao meu lado! E principalmente deixar as gordurinhas em seus devidos lugares, proporcionando uma elege2ncia maravilhosa no meu corpitchu! Bjs

  5. Sabe, “Joao”…

    Embora sem a sua covardia de sair por aí agredindo as pessoas anonimamente, eu também defendo que os filósofos são mal comprendidos e que a filosofia tem um valor para a nossa formação intelectual, de qualquer pessoa. Defendo até que a filosofia pode ter muita ultilidade prática.

    Mas isso não significa que qualquer crítica mais jocosa contra algumas correntes filosóficas deva ser considerada superficial e/ou de mal gosto. Significa menos ainda que a pessoa que faz a crítica não compreende o que está criticando. Você é que não sabe a diferença entra uma tirinha de humor e uma tese de doutorado, cara. Críticas aprofundadas devem ser construídas por meio de instrumentos mais adequados, e não acho que a tirinha de humor tenha essa finalidade.

    Sobre quem se aproxima mais de um macaco, se você ou George, penso que você, seja quem você for, vence. Com folgas.

    Raul Nepomuceno.

  6. Relendo o último parágrafo do meu comentário acima percebi que acabei dando margem à interpretação de que acho que George, de algum modo, se aproxima de um macaco.

    Obviamente, não foi essa minha intenção.

    Se pudesse editar o meu comentário, diria:

    “Sobre quem se aproxima mais de um macaco, se você ou George, penso que você, seja quem você for, vence com folga. No meu placar seria: você 10X0 George.”

    De qualquer maneira, peço que me desculpe, George. :)

    Raul Nepomuceno.

  7. kkkk….. podia ser filozofando com homi sapien Marmelstão, pois mesmo que sabemos que “evoluimos” para sobreviver, muitos ainda não compreendem que só existirá paz em um mundo igualitário.

  8. Raul,

    posso ser um macaco. Mas sou orgânico…

    Vou ter que colocar a do Gramscião… Fica pra próxima sexta.

    É claro que não vi ofensa na sua mensagem.

    George

  9. Muito matreiro esse macaquinho Marmelstão! Nas próximas eleições, vou votar nele, o verdadeiro herdeiro político do macaco Tião!

  10. Fabuloso.

    O Boaventurao e conhecido no Brasil?

    Se sim realmente exportamos muita treta…

    As minhas desculpas enquanto concidadao por esse senhor ser suportado com o dinheiro dos meus impostos.

  11. Menite,

    o Boaventura é muito conhecido aqui no Brasil. De minha parte, gosto muito dos textos dele, apesar de não concordar com algumas idéias. Não acho que tudo o que ele diz são tretas.

    Aliás, gosto muito da idéia da “sociologia das ausências e das emergências” e da ecologia de saberes.

    De qualquer modo, parece que o macaquinho não perdoa ninguém.

    George

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