O Livro mais Esperado do Ano (pelo menos, por mim)

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Depois de alguns contratempos inesperados, eis que o meu Curso de Direitos Fundamentais finalmente está disponível para venda.

A Editora Atlas já disponibilizou um link para a comercialização on-line da obra. É só clicar aqui. E se não gostar de comprar pela internet, é só pedir para o seu livreiro. Há também a opção de comprar pela Livraria Saraiva. É só clicar aqui.

É difícil descrever a alegria de saber que o resultado de praticamente dez anos dedicados ao estudo dos direitos fundamentais encontra-se materializado em um livro que sintetiza toda essa trajetória.

Lembro como se fosse hoje de quando os direitos fundamentais mudaram a minha vida. Eu, ainda um simples estudante da graduação, totalmente desmotivado com o direito, sem saber se era mesmo aquilo que eu queria, resolvi encarar um concurso de monografias promovido pelo TJCE em comemoração aos dez anos da CF/88 e aos cinqüenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. O tema não poderia ser outro: “O Poder Judiciário e os Direitos Humanos”. E foi aí que comecei a ler tudo o que envolvia essa matéria. No começo, motivado pelo prêmio financeiro do concurso de monografias. Depois, por amor ao tema. E desde então não parei mais de estudar os direitos fundamentais.

Não foi fácil escrever um Curso de Direitos Fundamentais. Tive imensa dificuldade não apenas de desenvolver o tema de forma coerente, mas sobretudo de tentar ser o mais claro possível para os leitores. Vocês não fazem idéia de como foi complicado conseguir estruturar os capítulos. Aliás, essa foi a parte mais difícil e acabei tendo que fazer “experiências” com os meus alunos da graduação. Para algumas turmas, falei primeiro dos princípios de interpretação dos direitos fundamentais (Hermenêutica dos Direitos Fundamantais); para outras turmas, optei por falar primeiro dos direitos fundamentais em espécie para somente depois partir para a parte mais teórica.

Percebi que os alunos que estudaram primeiro os direitos fundamentais em espécie sentiam muito mais facilidade em aprender a teoria como um todo. Por isso, indo na contra-mão da maioria dos cursos de direito constitucional, deixei o capítulo sobre a interpretação das normas constitucionais para o final. É a cereja do bolo. Vamos ver se vai agradar ao público.

Espero que vocês, leitores fiéis do blog, caso optem por adquirir o livro, não deixem de comentá-lo, até mesmo criticá-lo. Vocês sabem que gosto de críticas, sobretudo as construtivas.

Eis a sinopse e o sumário do livro:

Este livro aborda temas que estão na ordem do dia das discussões jurídicas mais relevantes, fornecendo o que há de mais interessante e atual dentro da teoria e da prática dos direitos fundamentais. Analisa as mais importantes decisões do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, além da jurisprudência de outros tribunais constitucionais pelo mundo afora.

São enfrentadas as mais polêmicas e complexas questões que estão na agenda política do mundo todo, como o aborto, a eutanásia, as pesquisas com células-tronco, as cotas para negros em universidades, o casamento de pessoas do mesmo sexo, as limitações ao poder do Estado, a liberdade de expressão, o racismo, a tortura, entre outros temas voltados para a proteção dos direitos fundamentais.

Esses assuntos são examinados sempre tendo como base teórica os princípios de interpretação constitucional que já fazem parte do discurso adotado pelos tribunais brasileiros e estrangeiros, como o princípio da proporcionalidade, da máxima efetividade, da concordância prática, da reserva do possível, entre inúmeros outros.

É uma obra, enfim, que estimula e faz com que o leitor se interesse pelos direitos fundamentais desde as primeiras páginas. A linguagem é objetiva e acessível, parecendo um diálogo informal mantido entre o professor e o aluno, inclusive com ilustrações que tornam a leitura ainda mais interessante e agradável. Tudo isso sem prejuízo da profundidade e da seriedade com que cada tema é tratado.

E o Sumário:

PARTE I – ABRINDO AS PORTAS PARA OS DIREITOS FUNDAMENTAIS

1   A Teoria dos Direitos Fundamentais
1.1   O nazismo e a banalidade do mal
1.2   O Julgamento de Nuremberg
1.3   O pós-positivismo e a teoria dos direitos fundamentais

2   Conceito de Direitos Fundamentais
2.1   O uso banalizado da expressão direitos fundamentais
2.2   O conteúdo ético dos direitos fundamentais
2.3   O conteúdo normativo dos direitos fundamentais
2.4   Um conceito de direitos fundamentais
2.5   Direitos fundamentais como direitos positivados
2.6   Direitos fundamentais implícitos
2.7   Direitos do homem, direitos humanos e direitos fundamentais
2.8   Delimitando o objeto de estudo

3   Evolução Histórica dos Direitos Fundamentais
3.1   Direitos do homem: a matéria-prima dos direitos fundamentais
3.2   Do Estado absoluto ao Estado de direito
3.2.1   O Estado democrático de direito
3.3   As “gerações” dos direitos
3.4   As revoluções liberais e a “primeira geração” dos direitos fundamentais
3.4.1   A igualdade “da boca pra fora”
3.5   A Revolução Industrial e a “segunda geração” de direitos fundamentais
3.6   A “terceira geração” de direitos
3.7   As novas “gerações”
3.7.1   Ameaças aos direitos fundamentais
3.8   Críticas à teoria das gerações dos direitos fundamentais

PARTE II – OS DIREITOS FUNDAMENTAIS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

4   Os Direitos Fundamentais na Constituição Federal de 1988: Visão Geral
4.1   A Constituição Federal de 1988 e a teoria dos direitos fundamentais no Brasil
4.2   Frustração constitucional versus vontade de Constituição
4.3   O modelo político-econômico adotado pela Constituição de 1988

5   Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos
5.1   Respeito ao próximo
5.2   Respeito à vida
5.2.1   Pena de morte
5.2.2   Aborto
5.2.3   Pesquisa
5.3   Respeito à integridade física e moral do indivíduo
5.4   Respeito à autonomia da vontade
5.5   Liberdade
5.5.1   Liberdade de locomoção
5.5.2   Liberdade de crença e de religião
5.5.3   Liberdade de profissão
5.5.4   Liberdade de reunião e de associação
5.5.5   Liberdade de expressão
5.6   Direitos de personalidade
5.6.1   Intimidade, privacidade, honra e imagem
5.6.2   Inviolabilidade do sigilo de dados e das comunicações
5.6.3   Inviolabilidade do domicílio
5.7   Segurança jurídica
5.7.1   Direito de propriedade
5.7.2   A propriedade intelectual
5.7.3   Proteção do ato jurídico perfeito, da coisa julgada e do direito adquirido

6   As Garantias Processuais
6.1   O acesso à justiça como direito fundamental
6.2   Dever de investigar com ética
6.3   Dever de processar com ética
6.4   Dever de punir com ética
6.5   Direitos fundamentais e impunidade

7   Dos Direitos Sociais
7.1   Os direitos econômicos, sociais e culturais
7.2   Os direitos trabalhistas

8   Dos Direitos de Nacionalidade
8.1   O problema da extradição de nacionais em face do Tratado de Roma

9   Dos Direitos Políticos

10   A Cláusula de Abertura (art. 54, § 22, da CF/88): os direitos não enumerados
10.1   Direitos fundamentais decorrentes dos princípios e do regime adotados pela Constituição Federal
10.2   Os direitos decorrentes dos tratados internacionais
10.2.1   A prisão civil do depositário infiel
10.2.2   O artigo 52, § 39, da CF/88 e o novo posicionamento do STF
10.2.3   A federalização dos graves ilícitos contra os direitos humanos

11   O Problema da Titularidade dos Direitos Fundamentais
11.1   O ser humano como titular dos direitos fundamentais
11.2   Os estrangeiros não residentes
11.3   Direitos fundamentais com titularidade restrita
11.4   As pessoas jurídicas como titulares de direitos fundamentais
11.5   As pessoas jurídicas de direito público
11.6   Titularidade dos direitos sociais
11.7   Relações especiais de sujeição
11.8   Os direitos dos animais

PARTE III – CARACTERÍSTICAS DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS

12   De Conselhos Morais a Normas Constitucionais

13   A Supremacia dos Direitos Fundamentais
13.1   Direitos fundamentais e Constituição
13.2   Direitos fundamentais e jurisdição constitucional
13.2.1   A jurisdição constitucional no Brasil
13.2.2   A inconstitucionalidade das normas contrárias aos direitos fundamentais
13.2.3   A não-recepção das leis incompatíveis com os direitos fundamentais
13.2.4   A reinterpretação das leis anteriores à Constituição em face dos direitos fundamentais
13.3   Controle concentrado versus controle difuso

14   Os Direitos Fundamentais como Cláusulas Pétreas
14.1   As cláusulas pétreas
14.2   Interpretação da expressão direitos e garantias individuais
14.3   Princípio da vedação de retrocesso (efeito cliquet)
14.4   Direitos fundamentais e emendas constitucionais
14.5   Cláusulas pétreas e democracia
14.6   Direitos fundamentais e mutação constitucional

15   Direitos Fundamentais como Direitos Subjetivos
15.1   Dimensão subjetiva versus dimensão objetiva
15.2   A força normativa dos direitos fundamentais
15.3   Dever de respeito, proteção e promoção dos direitos fundamentais
15.4   Os direitos fundamentais como direitos exigíveis
15.5   Aplicação direta e imediata dos direitos fundamentais
15.6   A aplicação direta e os deveres de respeito, proteção e promoção dos direitos fundamentais
15.7   O dever de legislar e a liberdade de conformação do legislador
15.8   Proteção judicial contra as omissões legislativas: ADin por omissão e mandado de injunção
15.9   Efetivação judicial de direitos a prestações
15.9.1   A questão do “mínimo existencial”
15.9.2   Princípio da subsidiariedade
15.9.3   Reserva do possível
15.9.4   Direitos sociais e pobreza

16   Direitos Fundamentais como “Sistema de Valores”
16.1   A dimensão objetiva e a filtragem constitucional
16.2   A interpretação conforme os direitos fundamentais
16.3   Eficácia horizontal dos direitos fundamentais: os direitos fundamentais nas relações privadas
16.3.1   Eficácia horizontal na jurisprudência (Brasil)
16.3.2   Eficácia horizontal e direitos sociais
16.3.3   Ações constitucionais e os particulares

PARTE IV – HERMENÊUTICA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS

17   Hermenêutica dos Direitos Fundamentais
17.1   Uma questão de hermenêutica
17.2   A hermenêutica tradicional
17.3   A hermenêutica dos direitos fundamentais
17.4   O dever de fundamentar, a reserva de consistência e o papel dos princípios de interpretação
17.5   Princípios de interpretação constitucional

18   Colisão de Direitos Fundamentais
18.1   A relatividade dos direitos fundamentais
18.2   Princípio da proporcionalidade
18.2.1   Adequação
18.2.2   Necessidade (vedação de excesso)
18.2.3   Necessidade (vedação de insuficiência)
18.2.4   Proporcionalidade em sentido estrito (ponderação)

19   A Técnica da Ponderação
19.1   Considerações iniciais
19.2   Harmonização ou concordância prática
19.3   Sopesamento de valores
19.4   Proteção ao núcleo essencial

20   Princípio da Isonomia e Proporcionalidade
20.1   Deveres de respeito, proteção e promoção da igualdade
20.2   A discriminação por opção sexual

21   Proibição de Abuso de Direito Fundamental
21.1   Dever de proteção aos direitos fundamentais
21.2   Proibição de abuso
21.3   Vedação de censura e abuso da liberdade de expressão
21.3.1   O Caso Ellwanger

22   A Renúncia a Direitos Fundamentais
22.1   Penhora do bem de família do fiador
22.2   Renúncia ao direito à vida: eutanásia

PARTE V – CASOS PRÁTICOS

23   Estudos de Caso
23.1   Estudo de caso – abandono afetivo (existe um direito fundamental ao amor?)
23.2   Estudo de caso – função social da propriedade (evolução) – Favela do Pullman
23.3   Estudo de caso – direito de propriedade (evolução) – MST
23.4   Estudo de caso – cláusula pétrea – redução da maioridade penal
23.5   Estudo de caso – dever de proteção – caso Schleyer
23.6   Estudo de caso – direito a prestações – doença rara (MSUD)
23.7   Estudo de caso – direito a prestações – escolhas trágicas (reserva do possível) – hemodiálise
23.8   Estudo de caso – direitos fundamentais nas relações privadas – escola versus criança com síndrome de Down
23.9   Estudo de caso – eficácia horizontal – punição disciplinar-corporal em escola particular
23.10   Estudo de caso – eficácia horizontal – American Airlines e detector de mentiras
23.11   Estudo de caso – princípio da proporcionalidade – Lei do Abate
23.12   Estudo de caso – ponderação – transfusão de sangue em testemunhas de Jeová
23.13   Estudo de caso – ponderação – caso Baby Boy Doe vs. Mother Doe (direito à vida versus direito à liberdade de crença religiosa)
23.14   Estudo de caso: caso Gabriela (aborto de fetos anencefálicos)
23.15   Estudo de caso – igualdade (ação afirmativa) – cotas em universidades
23.16   Estudo de caso – igualdade – adoção de criança por casal homossexual
23.17   Estudo de caso – igualdade – mulheres nas forças armadas
23.18   Estudo de caso – igualdade – casamento entre pessoas do mesmo sexo
23.19   Estudo de caso – igualdade – cirurgia em transexuais
23.20   Estudo de caso – igualdade – art. 235 do Código Penal Militar (pederastia)
23.21   Estudo de caso – liberdade de expressão – música E Por Que Não?, da banda Bidê ou Balde
23.22   Estudo de caso – liberdade de expressão – música Olha os Cabelos Dela do Tiririca
23.23   Estudo de caso – intimidade vs. informação – caso Cicarelli
23.24   Estudo de caso – ponderação – prova ilícita
23.25   Estudo de caso – ponderação – prova ilícita – liberdade de expressão – caso Garotinho
23.26   Estudo de caso – renúncia a direitos fundamentais – caso do lançamento de anão
23.27   Estudo de caso – renúncia a direitos fundamentais – caso do peep-show
23.28   Estudo de caso – renúncia a direitos fundamentais – eutanásia (Ramón Sampedro)
23.29   Estudo de caso – renúncia a direitos fundamentais – eutanásia (Nancy Cruzan)
23.30   Estudo de caso – renúncia a direitos fundamentais – caso do transplante de coração

PARTE VI – APROFUNDANDO O ESTUDO

24   Aprofundando o Estudo

25   O Cinema e os Direitos Fundamentais

Posfácio
Sites Recomendados
Referências Bibliográficas

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25 Respostas to “O Livro mais Esperado do Ano (pelo menos, por mim)”

  1. Glaydson Says:

    Parabéns pelo livro. Eu, aluno de graduação (Unifor), comecei a escrever o meu. Os filhos já nasceram, o livro a caminho… fica faltando plantar uma árvore. É mais fácil.

  2. Adriano Costa Says:

    AAAAAAAAAAAAEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!
    Até que enfim!!! Parabéns, Big George. Tenha a certeza de que o livro não era muito esperado apenas por você; também o era por todos aqueles que tencionam aprofundar seus conhecimentos sobre os direitos fundamentais. O tema – que consubstancia o verdadeiro “coração” da Lei Maior – ganha uma obra à altura. Os operadores do direito agradecem.

  3. Ermiro Neto Says:

    George,

    Achei fantástica a idéia dos estudos de caso. Parabéns! Vou aguardar chegar na livraria. Não gosto de comprar livros sem folhear.

    Abraço!

  4. Hugo Lontra Says:

    Parabéns pela Obra! Certamente será bem recebida por todos no meio jurídico! Já adquiri, só estou aguardando, anciosamente, para iniciar a leitura!! Abraços

  5. JOÃO NETO Says:

    Sem medo de errar, irei comprar no “escuro”, pois acredito que não me decepcionarei. O currículo do autor já diz tudo… Vou adquirir logo ao final do expediente de hoje.
    Parabéns!
    JOÃO PEREIRA NETO – juiz de direito de Grajaú/MA

  6. DIÓGENES Says:

    Acho que serei o primeiro a citá-lo. Vou defender a inconstitucionalidade de certa lei que restringiu em demasia a liberdade de profissao. VOU ATACAR DE ALEXY: desnecessidade da lei.

    Pelo menos, terei uma tentativa.

    A capa é de muito bom gosto.

  7. Raul Nepomuceno Says:

    Parabéns, George. Pela profundidade e clareza com as quais você discorre sobre o tema aqui no blog e também pelo índice do livro dá para intuir que é uma obra excelente. E outra: escrever mais de 500 páginas no formato de livro da Atlas (maior que o das outras editoras) não é brincadeira, não. Parabéns mesmo. Que seja a primeira obra de muitas.

    Ah… A capa ficou linda. Assim que o Jothe tiver para vender, eu compro. Na hora.

    Um abraço,

    Raul Nepomuceno.

  8. Michel Santos Lima Says:

    Ola amigo:

    Sou educador da Escola de Informática e Cidadania Verde que tem como parceiros o Comitê pela democratização da Informática e o SESC Pantanal estamos instalados no Centro de Atividades de Poconé e trabalhamos com 51 educandos questões de cidadania.
    Sou leitor do seu blog e gostei muito deste livro gostaria de lhe fazer uma proposta de dar uma palestra sobre este livro, podemos fazer um link via MSN, aqui nos temos recursos de utilizar uma sala de vídeo projeção, o que acha ?
    Fico aguardando sua resposta e-mail chellima@gmail.com

  9. ABADIA Says:

    GEORGE,

    AINDA HA TEMPO: FACA COMO O MARCELO CAMELO. A arte deve estar a servico de todos. Nao podemos sustentar o lucro das editoras – capa dura, creditos no fim do livro. Enfim: O SITE EH: http://www.myspace.com/marcelocamelo

  10. Raul Nepomuceno Says:

    “Marcelo Camelo…”

    “Não podemos sustentar o lucro das editoras…”

  11. Cleyton Says:

    Parabéns pelo livro George. E pode ter certeza que ele não era tão esperado somente pelo senhor. Acho que esse livro reflete a potencialidade de um pensador constante e inteiramente preocupado com a efetividade da Lei Maior.
    Já comprei pela Internet, e quem tiver interesse, o livro também já está disponível no site da Saraiva (frete grátis)…
    E pode deixar que quando chegar vou adorar comentá-lo.
    E muito obrigado por nos presentear com essa obra.

  12. Leonardo Says:

    Grande George! Parabéns pelo livro! Certamente será um grande um sucesso! Vou fazendo a propaganda aqui pelas Alagoas. Depois você me repassa uma fatia dos lucros. Abraços!

  13. Promotor Says:

    Parabéns!
    Sem dúvida uma obra indispensável nos dias que correm… Já indiquei no BLOG.

  14. hugo segundo Says:

    George,
    Meus parabéns. Você deve estar muito feliz, e isso é mais do que merecido.
    Tenho certeza de que a acolhida do livro será a melhor possível.
    Aliás, quem está de parabéns é o estudante de direito, pois terá disponível um excelente livro, não apenas com lições de direito constitucional, mas com o estímulo de uma visão diferente, totalmente “não-chata”, do Direito.

  15. George Marmelstein Says:

    Obrigado, meus amigos.

    Ontem, quando estava em Curitiba, cheguei no local do evento e tomei um susto: vi um cartaz bem grande com a foto do livro e um estande da Atlas vendendo o livro. O interessante é que nem eu mesmo havia ainda folheado o livro! Quase comprei um na hora, mas a vendedora da Atlas, vendo meu olhar de pidão, acabou me “presenteando” um exemplar. Passei toda a viagem de volta “relendo” o livro pela milésima vez. Uma sensação muito estranha… Algo parecido com assistir você mesmo na televisão.

    A cota do autor é pequena. Apenas dez livros. Mesmo assim, vou separar um para sortear aqui entre os blogueiros. Depois penso num critério bem legal que leve em conta dois aspectos: mérito e necessidade (financeira e acadêmica).

    George

  16. Marcio Omena Says:

    Caro George,

    Parabens pelo livro, com certeza se tornará um best seller, aliás, que seja o primeiro de muitos que virão.

    Paz e bem!

    Marcio Omena Filho

  17. Paula Braz Says:

    Parabéns pelo livro. Sou estudante de Direito e adoro Direito Constitucional. Posso dizer que foi minha matéria favorita de todo o curso. Este livro certamente fará parte de minha coleção.

  18. Marcos Bezerra Says:

    Prezado George,
    Apesar de manifestar minhas considerações pela primeira vez, há muito venho de forma assídua lendo o seu Blog. Aqui em Mossoró/RN os estudantes e os operadores do direito celebram este “filho” que chega para iluminar a nossa caminhada jurídica. Quiçá, poderemos celebrar outros mais. O sucesso da obra é algo absolutamente certo. É bastante louvável este ato de manter este Blog e de nos dar oportunidade de aprendermos cada vez mais com a sua experiência e caminhada. Saiba que a sua trajetória serve como estímulo e exemplo se tornando referencial para todos aqueles que almejam atingir a Magistratura. Forte abraço, felicidades e muita saúde para toda a família.
    Att.
    Marcos Bezerra

  19. marcelo barbosa Says:

    George,

    Engrossando o coro de felicitações, só posso desejar parabéns e sucesso a quem sempre divulgou conhecimento por sua homepage, depois blog, de forma sempre democrática e sem nada pedir em troca para partilhar de todo o seu conhecimento.

    Marcelo

  20. João Victor Says:

    Não vai haver lançamento com autógrafos?

  21. Enrico Faraco Says:

    Prezado George.

    Sou leitor do blog há algum tempo e também o serei de seu livro, pois já comprei o mesmo pelo site da editora e só estou aguardando a entrega pelos correios.

    O uso das cobaias para estruturar os capítulos foi uma ótima idéia. Ainda bem que não foi ministrado placebo.

    Parabéns

  22. Marcelo Vanderlinde Says:

    Parabéns pelo lançamento do seu livro.
    O meu trabalho de conclusão da faculdade foi sobre a prisão do depositário infiel, no qual eu dediquei dois capítulos para falar sobre os Direitos Fundamentais.
    Se àquela época o seu livro já estivesse disponível o meu trabalho certamente teria sido mais completo e a minha pesquisa teria sido facilitada.
    O sumário do seu livro está muito bem dividido e a parte de casos práticos é uma ótima idéia.
    Confesso que no exercício da advocacia não tenho me deparado com questões diretamente relacionadas aos Direitos Fundamentais, mas, quando necessário, buscarei auxílio em seu livro.

  23. Clarissa Oliveira Says:

    Parabéns!!! Com certeza a realização de um sonho embalado por muita dedicação e estudo. Irei adquirir já.

  24. André Lenart Says:

    Parabéns pela obra!

    Sei como é difícil compatibilizar profissão com atividade acadêmica e estudos pessoais.

  25. Viviane Says:

    Professor, parabéns pela sua formidável obra! Vou, com certeza, adquiri-la.
    Preciso definir um tema para a minha monografia do curso de pós-graduação em direito constitucional. Contudo, estou sem saber o que abordar, já que preciso de um tema sobre direitos fundamentais ou direitos humanos que trate sobre o cargo de oficial de justiça e avaliador, já que estou na iminência de ocupá-lo e se a monografia tratar sobre o cargo eu terei direito à promoção posteriormente. Poderia me dar alguma uma ideia?
    Parabenizo-o, mais uma vez, e agradeço, desde já, pela atenção.

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