Abrindo as Portas para o Novo Blog: direitosfundamentais.net

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Alguns já perceberam que o blog mudou de cara. Migramos para o wordpress, mudamos o layout e o banner de apresentação, embora o conteúdo e o espírito tenham permanecido o mesmo. Mas o mais importante foi o seguinte: o blog passou a ter um domínio próprio:

WWW.DIREITOSFUNDAMENTAIS.NET ou DIREITOSFUNDAMENTAIS.NET, para os íntimos.

Desde que lancei o primeiro site, lá pelo ano de 2001, ainda no HPG, houve mudanças substanciais. Cheguei mesmo a tirar o site do ar por cerca de dois anos em razão do excesso de trabalho.

Depois, quando descobri a facilidade de se desenvolver um blog, retomei o gosto pela coisa, até porque os alunos estimularam.

Em menos de um ano de blogspot, houve quase cem mil visitas, o que é impressionante para um blog tão específico e com um público tão seleto. Tudo bem que muita gente cai aqui de pára-quedas, procurando, por exemplo, por “fotos da Maitê Proença nua”, mas de qualquer modo tenho certeza de que pelo menos umas cinqüenta mil pessoas visitaram o site e leram alguma coisa. Para se ter uma idéia, já houve picos de mil visitas diárias!

Um livro jurídico impresso é considerado de sucesso quando vende pelo menos três mil exemplares/ano. Veja que não há comparação. O blog é muito mais democrático. É isso que me estimula a continuar com o blog, apesar de dar tanto trabalho e nenhum retorno financeiro.

A idéia de “ter um papel social a desempenhar” pode soar hipocrisia, mas é, sem dúvida, o combustível que me move nessa tarefa. Sempre gostei de escrever. Mas escrever e ser lido é muito melhor.

Por isso, caros amigos, divulgar o blog ficou mais fácil: é só dizer: direitosfundamentais.net.

E para inaugurar a nova fase do blog, elaborei um post sobre a liberdade de expressão na blogosfera. Aproveitem e comentem “sem moderação”…

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6 Respostas to “Abrindo as Portas para o Novo Blog: direitosfundamentais.net”

  1. Carlos Henrique Falcão de Lima Says:

    Prezado Dr. George Lima,

    Primeiro, gostaria de parabenlizá-lo pelo excelente e instrutivo Blog. Todos os dias acompanho os textos que são divulgados. Sou leitor assíduo dos seus textos desde o tempo da página “HPG”, onde você tinha um foco especial para os concursandos – como eu, claro!!
    Hoje, sou Procurador do Estado do MA e gostaria de uma posição sua a respeito do seguinte assunto, com o fim de elabora um parecer sobre o seguinte assunto: a execução da multa penal (Art. 51 do CP – “Transitada em julgado a sentença condenatória, a multa será considerada dívida de valor, aplicando-se-lhes as normas da legislação relativa à dívida ativa da Fazenda Pública, inclusive no que concerne às causas interruptivas e suspensivas da prescrição”.) deve realmente ser perpetrada pela Procuradoria do Estado, ou seja, inscrita em dívida e executada tendo como base a Lei nº 6830/80? Outra, que argumentos poderiam ser utilizados para deixar de executar um condenado que mal tem condições de se manter, ainda mais preso, família pobre….enfim, sob a ótica dos direitos fundamentais, o que poderia ser alegado para não executar os presos pobres?

    Grato,

    Carlos Henrique Falcão, de São Luís (MA).

  2. georgemlima Says:

    Carlos,

    inicialmente, obrigado. A propósito, você trabalha com o Adriano Rocha aí na PGE-MA? É um grande amigo meu. Em caso afirmativo, manda um abraço pra ele.

    Quanto à questão por você mencionada, aqui na vara de execução fiscal nunca recebi nenhum processo envolvendo CDA de multa penal. Acho que é executada na própria vara penal, mas não tenho certeza.

    Quanto à parte final da pergunta, eu sinceramente não saberia responder qual o regime jurídico processual da referida execução. Se for nos moldes da Lei de Execução Fiscal é muito simples: suspensão com base no artigo 40. Passado um ano de suspensão, o processo vai para arquivo provisório. Passado cinco anos de arquivo provisório, extinção por prescrição, inclusive de ofício.

    George

  3. Bianca medrado Says:

    Olá,
    dei uma passadinha aqui no seu blog, vi ele como link em outro blog e de inicio achei super interessante o titulo ” get up, stand up, stand up your rights”
    Sou estudante de direito, estou no 2 ano. Adorei muiiito seu blog, estou fazendo um projeto de blog pra mim, espero um dia chegar no seu nivel.
    Parabens…

    Abraços

  4. Clarissa Oliveira Says:

    Dr. George,

    Parabéns por esta nova etapa. Sou advogada em São Luís/Ma e viciada em seu blog, rsrsrs.
    Qual a sua opinião sobre a titularidade de um direito fundamental por um órgão do Estado mesmo contra o interesse de um particular?
    Não consigo imaginar essa situação, eis que sempre vem em minha mente o surgimento ou os alicerces dos direitos fundamentais.
    Estou fazendo especialização em direito constitucional e seu blog é uma fonte de reflexão e estudo para mim.
    Sds,

  5. joao paulo Says:

    Putz, o visual do blog deu uma empobrecida… voce tem que arrumar um jeito de os comentarios aparecerem soh com o apontar do mouse…
    e eu continuo criticando, pois de elogios voce estah cansado de recebe-los
    grato

  6. MICHAEL RUBENNIG Says:

    Olá George, sou acadêmico da Universidade Federal de Rondônia, assisti sua palestra sobre Direitos Fundamentais na semana jurídica da UNIR em parceria com a Unesc na qual o senhor divulgou seu blog. Gostei muito e não resisti: criei um também, apesar de ainda estar no 1° período da academia de Direito. Quando S.° tiver tempo, visite juscont.wordpress.com
    Espero que nos presenteie com sua presença nos eventos vindouros, até.

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