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	<title>Comentários em: O que é essa coisa chamada direito?</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: gina@ft.unicamp.br</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2010/02/08/o-que-e-essa-coisa-chamada-direito/#comment-7476</link>
		<dc:creator><![CDATA[gina@ft.unicamp.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 22:03:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DIREITO não é aquilo que alguem tem que lhe dar DIREITO é sómente aquilo que ninguem pode lhe tirar]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>DIREITO não é aquilo que alguem tem que lhe dar DIREITO é sómente aquilo que ninguem pode lhe tirar</p>
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		<title>Por: Eliane Lira</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2010/02/08/o-que-e-essa-coisa-chamada-direito/#comment-4486</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 17:51:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excelente texto! Só não concordo que a discussão seja inútil.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto! Só não concordo que a discussão seja inútil.</p>
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		<title>Por: José da Silva Campos</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2010/02/08/o-que-e-essa-coisa-chamada-direito/#comment-4405</link>
		<dc:creator><![CDATA[José da Silva Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 13:36:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O texto é muito elucidativo, porém, muito extenso. Talvez, possa lançar mão do seu poder de síntese e &quot;dar uma enxugada&quot; no mesmo...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto é muito elucidativo, porém, muito extenso. Talvez, possa lançar mão do seu poder de síntese e &#8220;dar uma enxugada&#8221; no mesmo&#8230;</p>
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		<title>Por: Thiago - O primeiro, o verdadeiro, o único, o implacável!</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2010/02/08/o-que-e-essa-coisa-chamada-direito/#comment-4391</link>
		<dc:creator><![CDATA[Thiago - O primeiro, o verdadeiro, o único, o implacável!]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 18:43:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[George,


o texto é bom, e merece elogios e ressalvas, do meu ponto de vista.

Elogio porque coloca-se o pensamento de uma forma clara, simples e objetiva. O fato mesmo de colocar seu próprio pensamento já merece ser louvado. Dentro do elogio, cabe um a crítica: pretensão de formar asseclas, como toda doutrina, mas nesse ponto, não deixa claro a pretensão, como toda doutrina. 

Diz que a discussão é inútil (no que tange ao etiquetamento), mas gasta bastante tinta e papel sobre ela, quando no fundo não epreende uma discussão mais séria sobre o assunto ideológico do etiquetamento. 

Pratica reducionismos e definições negativas. À pergunta o que é direito?, disse o que não é direito, no seu ponto de vista. Nesse ponto, ao menos foi honesto e reconheceu o estratagema, indicando uam série de leituras. 

Na discussão empreendida entre George e Raul, tenho como correta e quase insolúvel a questão da distinção entre tipos de arte e seus caracteres. Alográficas e Autográficas.

Artes alográficas (ex. musica e teatro), a obra só se completa com o concurso de de dois personagens, o autor e o intérprete.

Artes autográficas (ex. pintura, romance) o autor contribui sozinho para a realização da obra. 

Esse o detalhe que confere relevo a discussão quanto ao exemplo da obra de arte moderna, pois o direito, não obstante a divergência por ventura instaurada sobre ser ou não arte (do bom e do justo), é de caráter alográfico, precisa do intérprete a desvendar os signos contidos na normas ou paradigmas de conduta, ai tembém incluídos, posto estarem presentes em cada intérprete, questões como moral, ética, justiça e correção, e seus respectivos contrários.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George,</p>
<p>o texto é bom, e merece elogios e ressalvas, do meu ponto de vista.</p>
<p>Elogio porque coloca-se o pensamento de uma forma clara, simples e objetiva. O fato mesmo de colocar seu próprio pensamento já merece ser louvado. Dentro do elogio, cabe um a crítica: pretensão de formar asseclas, como toda doutrina, mas nesse ponto, não deixa claro a pretensão, como toda doutrina. </p>
<p>Diz que a discussão é inútil (no que tange ao etiquetamento), mas gasta bastante tinta e papel sobre ela, quando no fundo não epreende uma discussão mais séria sobre o assunto ideológico do etiquetamento. </p>
<p>Pratica reducionismos e definições negativas. À pergunta o que é direito?, disse o que não é direito, no seu ponto de vista. Nesse ponto, ao menos foi honesto e reconheceu o estratagema, indicando uam série de leituras. </p>
<p>Na discussão empreendida entre George e Raul, tenho como correta e quase insolúvel a questão da distinção entre tipos de arte e seus caracteres. Alográficas e Autográficas.</p>
<p>Artes alográficas (ex. musica e teatro), a obra só se completa com o concurso de de dois personagens, o autor e o intérprete.</p>
<p>Artes autográficas (ex. pintura, romance) o autor contribui sozinho para a realização da obra. </p>
<p>Esse o detalhe que confere relevo a discussão quanto ao exemplo da obra de arte moderna, pois o direito, não obstante a divergência por ventura instaurada sobre ser ou não arte (do bom e do justo), é de caráter alográfico, precisa do intérprete a desvendar os signos contidos na normas ou paradigmas de conduta, ai tembém incluídos, posto estarem presentes em cada intérprete, questões como moral, ética, justiça e correção, e seus respectivos contrários.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Guilherme Feldens</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2010/02/08/o-que-e-essa-coisa-chamada-direito/#comment-4382</link>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Feldens]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 17:56:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[George
Voce ja foi ou ainda é professor, se ja deu alguma vez IED em alguma universidade. O que voce esplicaria como sendo Direito?
A sua concepção, ou a existência de mais concepções?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George<br />
Voce ja foi ou ainda é professor, se ja deu alguma vez IED em alguma universidade. O que voce esplicaria como sendo Direito?<br />
A sua concepção, ou a existência de mais concepções?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein Lima</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2010/02/08/o-que-e-essa-coisa-chamada-direito/#comment-4380</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:47:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2337#comment-4380</guid>
		<description><![CDATA[Raul,

digamos que duas pessoas estejam diante de uma pintura moderna, daquelas que não fazem o menor sentido. Alguém poderia dizer: que bela pintura, isso é que a verdadeira arte. Outro poderia objetar: pois eu acho uma porcaria, isso não é arte de jeito nenhum...

Aqui eles não estão em desacordo quanto à definição de arte. A discussão é sobre a qualidade da pintura. Aí entra, de fato, a questão da objetividade dos valores (no caso, estéticos), que é uma questão muito mais relevante e difícil.

O que, a meu ver, é de fácil solução é a definição de direito, pois basta que se diga se, na sua definição, esté embutida ou não a idéia de justiça. Isso não soluciona o problema sobre saber exatamente se um regime é de direito ou não, do ponto de vista objetivo. Porém, evita desacordos inúteis. Se todos concordam que o nazismo era abominável, então é irrelevante saber se o regime legal era de direito ou não, pois isso vai depender do tipo de definição adotada. 

George]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Raul,</p>
<p>digamos que duas pessoas estejam diante de uma pintura moderna, daquelas que não fazem o menor sentido. Alguém poderia dizer: que bela pintura, isso é que a verdadeira arte. Outro poderia objetar: pois eu acho uma porcaria, isso não é arte de jeito nenhum&#8230;</p>
<p>Aqui eles não estão em desacordo quanto à definição de arte. A discussão é sobre a qualidade da pintura. Aí entra, de fato, a questão da objetividade dos valores (no caso, estéticos), que é uma questão muito mais relevante e difícil.</p>
<p>O que, a meu ver, é de fácil solução é a definição de direito, pois basta que se diga se, na sua definição, esté embutida ou não a idéia de justiça. Isso não soluciona o problema sobre saber exatamente se um regime é de direito ou não, do ponto de vista objetivo. Porém, evita desacordos inúteis. Se todos concordam que o nazismo era abominável, então é irrelevante saber se o regime legal era de direito ou não, pois isso vai depender do tipo de definição adotada. </p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Raul</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2010/02/08/o-que-e-essa-coisa-chamada-direito/#comment-4377</link>
		<dc:creator><![CDATA[Raul]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 21:18:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2337#comment-4377</guid>
		<description><![CDATA[Pronto. Entendi perfeitamente.

O problema, George, é que você vai ter que enfrentar a questão da objetividade dos valores. Como você mesmo diz, &quot;meu desacordo seria se a solução é justa e não sobre o uso da palavra direito&quot;. 

Até porque, de acordo com o item 3, qualquer pessoa pode achar uma solução justa (e chamá-la de &quot;direito&quot;), enquanto você, Geroge, acha que ela é injusta, recusando chamá-la de &quot;direito&quot;. Ou, pior, qualquer pessoa poderia violar o direito estatal e alegar que a solução prevista é injusta para o caso dela. Até um juiz poderia pensar assim também e afastar a solução prevista no direito estatal para aplicar ao caso concreto uma solução que ele considere ser justa. 

Você não vê problemas nisso?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pronto. Entendi perfeitamente.</p>
<p>O problema, George, é que você vai ter que enfrentar a questão da objetividade dos valores. Como você mesmo diz, &#8220;meu desacordo seria se a solução é justa e não sobre o uso da palavra direito&#8221;. </p>
<p>Até porque, de acordo com o item 3, qualquer pessoa pode achar uma solução justa (e chamá-la de &#8220;direito&#8221;), enquanto você, Geroge, acha que ela é injusta, recusando chamá-la de &#8220;direito&#8221;. Ou, pior, qualquer pessoa poderia violar o direito estatal e alegar que a solução prevista é injusta para o caso dela. Até um juiz poderia pensar assim também e afastar a solução prevista no direito estatal para aplicar ao caso concreto uma solução que ele considere ser justa. </p>
<p>Você não vê problemas nisso?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein Lima</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2010/02/08/o-que-e-essa-coisa-chamada-direito/#comment-4376</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 20:51:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2337#comment-4376</guid>
		<description><![CDATA[A única ressalva é que não excluo outros sentidos que a palavra direito possa ter. Não acho a definição de Kelse errada, muito menos a do Boaventura. Definições não são proposições. Definições são rótulos utilizados para facilitar a comunicação. No meu caso, vou tratar da atividade dos juristas. Então, chamo de direito as soluções justas para os conflitos. Por isso, o item 1 está OK.

Quanto ao item 2, você poderia me retrucar: algumas pessoas considerariam que a solução foi justa. Então, essas pessoas poderiam chamar essa solução de direito. Nesse caso, eu acho que uma pessoa que considera a solução justa poderia tranquilamente chamar a decisão do traficante de direito. No entanto, meu desacordo seria sobre se a solução é justa e não sobre o uso da palavra direito.

Quanto ao item 3, OK.

george]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A única ressalva é que não excluo outros sentidos que a palavra direito possa ter. Não acho a definição de Kelse errada, muito menos a do Boaventura. Definições não são proposições. Definições são rótulos utilizados para facilitar a comunicação. No meu caso, vou tratar da atividade dos juristas. Então, chamo de direito as soluções justas para os conflitos. Por isso, o item 1 está OK.</p>
<p>Quanto ao item 2, você poderia me retrucar: algumas pessoas considerariam que a solução foi justa. Então, essas pessoas poderiam chamar essa solução de direito. Nesse caso, eu acho que uma pessoa que considera a solução justa poderia tranquilamente chamar a decisão do traficante de direito. No entanto, meu desacordo seria sobre se a solução é justa e não sobre o uso da palavra direito.</p>
<p>Quanto ao item 3, OK.</p>
<p>george</p>
]]></content:encoded>
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