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	<title>Comentários em: Justiça Poética</title>
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		<title>Por: Netaliephm</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/11/23/justica-poetica/#comment-6380</link>
		<dc:creator><![CDATA[Netaliephm]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 18:59:22 +0000</pubDate>
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]]></content:encoded>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/11/23/justica-poetica/#comment-6362</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 21:23:07 +0000</pubDate>
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]]></content:encoded>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/11/23/justica-poetica/#comment-6031</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 13:18:42 +0000</pubDate>
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]]></content:encoded>
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		<title>Por: Doffbeala</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/11/23/justica-poetica/#comment-5510</link>
		<dc:creator><![CDATA[Doffbeala]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 10:50:53 +0000</pubDate>
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]]></content:encoded>
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		<title>Por: Michelle</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/11/23/justica-poetica/#comment-4481</link>
		<dc:creator><![CDATA[Michelle]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 23:37:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[dreitosfudnamentais.net, how do you do it?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>dreitosfudnamentais.net, how do you do it?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joao Paulo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/11/23/justica-poetica/#comment-4132</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 13:23:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[George,

Muitos juizes anulam negocios juridicos por ofensa a MORALIDADE. Jah pensou sobre o tema? Embora haja expressa previsao legal sobre o assunto, NAO EH FACIL APLICAR A NORMA, tendo em vista que o juiz deverah socorrer-se de alguma &quot;MORAL&quot; para nulificar o negocio. E mais: a discussao respinga nos direitos fundamentais, jah que uma APLICACAO INCORRETA DA NORMA PODERIA  restringir o direito fundamental a liberdade, que envolve, sem duvida, o direito de praticar todos os negocios juridicos do mundo.

Sei que suas pretensoes sao maiores, jah que pretende fornecer fundamento para a aplicacao de qualquer NORMA ENVOLVENDO MORAL, mas esse jah eh um exercicio.

Escrevi um artigo sobre &quot;compra e venda&quot; monografia: consequencias civeis e criminais, onde AFIRMO QUE O JUIZ NAO PODE NULIFICAR esse negocio por ofensa a moralidade. Se puder dar uma olhada no ITEM 2.1, onde abordo a questao, agradeceria bastante.

Como tenho uma vaga nocao sobre etica e moral, EH BEM PROVAVEL QUE EU TENHA FEITO UMA CAGADA ao analisar o tema.

O artigo estah disponivel em: http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=13941

um abraco...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George,</p>
<p>Muitos juizes anulam negocios juridicos por ofensa a MORALIDADE. Jah pensou sobre o tema? Embora haja expressa previsao legal sobre o assunto, NAO EH FACIL APLICAR A NORMA, tendo em vista que o juiz deverah socorrer-se de alguma &#8220;MORAL&#8221; para nulificar o negocio. E mais: a discussao respinga nos direitos fundamentais, jah que uma APLICACAO INCORRETA DA NORMA PODERIA  restringir o direito fundamental a liberdade, que envolve, sem duvida, o direito de praticar todos os negocios juridicos do mundo.</p>
<p>Sei que suas pretensoes sao maiores, jah que pretende fornecer fundamento para a aplicacao de qualquer NORMA ENVOLVENDO MORAL, mas esse jah eh um exercicio.</p>
<p>Escrevi um artigo sobre &#8220;compra e venda&#8221; monografia: consequencias civeis e criminais, onde AFIRMO QUE O JUIZ NAO PODE NULIFICAR esse negocio por ofensa a moralidade. Se puder dar uma olhada no ITEM 2.1, onde abordo a questao, agradeceria bastante.</p>
<p>Como tenho uma vaga nocao sobre etica e moral, EH BEM PROVAVEL QUE EU TENHA FEITO UMA CAGADA ao analisar o tema.</p>
<p>O artigo estah disponivel em: <a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=13941" rel="nofollow">http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=13941</a></p>
<p>um abraco&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Diego</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/11/23/justica-poetica/#comment-4131</link>
		<dc:creator><![CDATA[Diego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 12:44:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito interessante o texto,gostei das comparações.E dever de qualquer ciência ...Mas como você mesmo disse você faz parte do grupo dos românticos...Os comentários foram ótimos. Argüição bem fundamenta e importante para este, ainda acadêmico.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante o texto,gostei das comparações.E dever de qualquer ciência &#8230;Mas como você mesmo disse você faz parte do grupo dos românticos&#8230;Os comentários foram ótimos. Argüição bem fundamenta e importante para este, ainda acadêmico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: VT</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/11/23/justica-poetica/#comment-4130</link>
		<dc:creator><![CDATA[VT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:43:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cristiano, em alguma coisa temos que concordar:

1- que o João Paulo tem idéias, digamos, &quot;quebra de ordem&quot;;

2- que realmente ele se contradiz em suas constatações, na medida em que tem que recorrer à leitura, &quot;intelectualizar&quot;, para poder refutar. Nisso vc tem absoluta razão, no entanto, outra abordagem deve ser escancarada, e aqui, Cristiano, fica parecendo que você não enxerga o óbvio. Salta aos olhos que o tal JP admite a leitura, mas a utiliza para ridicularizar quem a defende com a intransigência do alienado intelectualizado.

No que pese a posição adotada pelo JP, a qual não concordo plenamente, o que ele diz apenas reflete nossa realidade acadêmica, reduto de pseudo intelectuais, que se escondem atrás de livros para Justificarem sua atuação, na grande maioria das vezes totalmente alheia à realidade. E isso não é discurso barato, é a verdade. A grande mídia ainda é a condutora de raciocínio. Adequa-se o excesso de leitura à grande mídia e ao sistema educacional e tudo está resolvido. Raras são as exceções que estão por aí. 

Isso é que tem que ficar claro. Quanto a isso não cabe contra argumentação. É pura evidência. 

Basta ver nossa grade curricular e a mecanização do ensino. VeJa-se o exemplo das escola Jurídicas, dos concursos, são todos métodos adestradores. A sabedoria foi abandonada, busca-se o enquadramento. Vc deve presenciar isso Cristiano. Estamos cheio de &quot;como passar nos concursos&quot;. Ainda bem que existem exceções. Muitas até, só que escondidas, caso contrário podem ser tratadas por loucas ou &quot;comunistas&quot;. Se bem que o JP tem um que de Hugo Chaves...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cristiano, em alguma coisa temos que concordar:</p>
<p>1- que o João Paulo tem idéias, digamos, &#8220;quebra de ordem&#8221;;</p>
<p>2- que realmente ele se contradiz em suas constatações, na medida em que tem que recorrer à leitura, &#8220;intelectualizar&#8221;, para poder refutar. Nisso vc tem absoluta razão, no entanto, outra abordagem deve ser escancarada, e aqui, Cristiano, fica parecendo que você não enxerga o óbvio. Salta aos olhos que o tal JP admite a leitura, mas a utiliza para ridicularizar quem a defende com a intransigência do alienado intelectualizado.</p>
<p>No que pese a posição adotada pelo JP, a qual não concordo plenamente, o que ele diz apenas reflete nossa realidade acadêmica, reduto de pseudo intelectuais, que se escondem atrás de livros para Justificarem sua atuação, na grande maioria das vezes totalmente alheia à realidade. E isso não é discurso barato, é a verdade. A grande mídia ainda é a condutora de raciocínio. Adequa-se o excesso de leitura à grande mídia e ao sistema educacional e tudo está resolvido. Raras são as exceções que estão por aí. </p>
<p>Isso é que tem que ficar claro. Quanto a isso não cabe contra argumentação. É pura evidência. </p>
<p>Basta ver nossa grade curricular e a mecanização do ensino. VeJa-se o exemplo das escola Jurídicas, dos concursos, são todos métodos adestradores. A sabedoria foi abandonada, busca-se o enquadramento. Vc deve presenciar isso Cristiano. Estamos cheio de &#8220;como passar nos concursos&#8221;. Ainda bem que existem exceções. Muitas até, só que escondidas, caso contrário podem ser tratadas por loucas ou &#8220;comunistas&#8221;. Se bem que o JP tem um que de Hugo Chaves&#8230;</p>
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