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	<title>Comentários em: As falácias de Quintino</title>
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		<title>Por: André</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/28/as-falacias-de-quintino/#comment-3975</link>
		<dc:creator><![CDATA[André]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:52:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Interessante o post, as histórias (ou estórias?) do Quintino fizeram-me lembrar de um boato contado em aula de Direito Constitucional, atribuído a Saulo Ramos, quando Consultor Geral da República no Governo Sarney, em 1989, ao analisar a possibilidade de reedição de Medidas Provisórias cujo prazo tivesse se expirado ou quando o Congresso Nacional as tivesse rejeitado, seja quanto aos pressuposto ou ao mérito, citou um tão ilustre quanto desconhecido doutrinador italiano com nome um tanto &quot;gastronômico&quot; para convencer os congressitas de que &quot;a melhor doutrina&quot; entende perfeitamente possível a reedição das MP´s.

Pois bem, ultrapassada a questão, alguns meses depois, em Congresso de Direito Constuticional realizado na Itália, professores brasileiros que participavam do evento procuraram em inúmeras livrarias italianas o tal doutrinador referenciado no parecer, sem, no entento, encontrar uma publicação sequer em nome do ilustre. E questionando acerca do entendimento sobre a possibilidade de reedição dos Decreto-legge no Direito italiano receberam a resposta de que a tese era uma aporia por si só, já que esvaziaria o argumento da existência de situação urgente e relevante.

Fora as palavras do professor que contou a história não encontrei outros registros do ocorrido, mas se tal fato é verdade, imagine-se o quão ousada foi a estratégia e o sucesso que obteve. 

Os falsos argumentos estão por toda parte, cuidar para não cair neles deve ser o papel de todos, e mais ainda dos juristas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante o post, as histórias (ou estórias?) do Quintino fizeram-me lembrar de um boato contado em aula de Direito Constitucional, atribuído a Saulo Ramos, quando Consultor Geral da República no Governo Sarney, em 1989, ao analisar a possibilidade de reedição de Medidas Provisórias cujo prazo tivesse se expirado ou quando o Congresso Nacional as tivesse rejeitado, seja quanto aos pressuposto ou ao mérito, citou um tão ilustre quanto desconhecido doutrinador italiano com nome um tanto &#8220;gastronômico&#8221; para convencer os congressitas de que &#8220;a melhor doutrina&#8221; entende perfeitamente possível a reedição das MP´s.</p>
<p>Pois bem, ultrapassada a questão, alguns meses depois, em Congresso de Direito Constuticional realizado na Itália, professores brasileiros que participavam do evento procuraram em inúmeras livrarias italianas o tal doutrinador referenciado no parecer, sem, no entento, encontrar uma publicação sequer em nome do ilustre. E questionando acerca do entendimento sobre a possibilidade de reedição dos Decreto-legge no Direito italiano receberam a resposta de que a tese era uma aporia por si só, já que esvaziaria o argumento da existência de situação urgente e relevante.</p>
<p>Fora as palavras do professor que contou a história não encontrei outros registros do ocorrido, mas se tal fato é verdade, imagine-se o quão ousada foi a estratégia e o sucesso que obteve. </p>
<p>Os falsos argumentos estão por toda parte, cuidar para não cair neles deve ser o papel de todos, e mais ainda dos juristas.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: George Marmelstein Lima</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/28/as-falacias-de-quintino/#comment-3974</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:35:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Daniel,

o texto &quot;o amor é uma falácia&quot; é espetacular. Obrigado pela dica. Vou até distribuir para os meus alunos de Filosofia do Direito.

A propósito, o endereço é:

http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/amorfalacia.htm]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,</p>
<p>o texto &#8220;o amor é uma falácia&#8221; é espetacular. Obrigado pela dica. Vou até distribuir para os meus alunos de Filosofia do Direito.</p>
<p>A propósito, o endereço é:</p>
<p><a href="http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/amorfalacia.htm" rel="nofollow">http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/amorfalacia.htm</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Daniel</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/28/as-falacias-de-quintino/#comment-3972</link>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:31:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2205#comment-3972</guid>
		<description><![CDATA[Dr. George,

Sobre as falácias, há um texto divertidíssimo, chamado &quot;O amor é uma falácia&quot;, disponível em: .

Parabéns pelo site.

Sugiro um post sobre o &quot;caminho das pedras&quot; de como chegar e se virar academicamente em Coimbra, destinados aos que, assim como eu, têm interesse em lá pesquisar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. George,</p>
<p>Sobre as falácias, há um texto divertidíssimo, chamado &#8220;O amor é uma falácia&#8221;, disponível em: .</p>
<p>Parabéns pelo site.</p>
<p>Sugiro um post sobre o &#8220;caminho das pedras&#8221; de como chegar e se virar academicamente em Coimbra, destinados aos que, assim como eu, têm interesse em lá pesquisar.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: hugosegundo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/28/as-falacias-de-quintino/#comment-3971</link>
		<dc:creator><![CDATA[hugosegundo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:29:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito bom o post, George.
Sobre as falácias, aproveito para sugerir, também, o livro &quot;Introdução à lógica&quot;, de Irving Copi. É muito bom. Ele classifica as diversas falácias e em seguida faz alguns exercícios para o leitor treinar como identificá-las. Além de bom, e profundo, é engraçado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o post, George.<br />
Sobre as falácias, aproveito para sugerir, também, o livro &#8220;Introdução à lógica&#8221;, de Irving Copi. É muito bom. Ele classifica as diversas falácias e em seguida faz alguns exercícios para o leitor treinar como identificá-las. Além de bom, e profundo, é engraçado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Caceres</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/28/as-falacias-de-quintino/#comment-3970</link>
		<dc:creator><![CDATA[Caceres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 04:44:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parece que o velho Denny é fichinha do lado de Quitino. Seria interessante ver os dois duelando numa Corte.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que o velho Denny é fichinha do lado de Quitino. Seria interessante ver os dois duelando numa Corte.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rubens Guedes</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/28/as-falacias-de-quintino/#comment-3969</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rubens Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 04:03:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2205#comment-3969</guid>
		<description><![CDATA[Denny Crane do Ceará....hahahaha...Fantástico George!!!! Quintino era mesmo O Cara! Lembrei de uma estória contada por um antigo professor de administrativo de nossa salamanca que um preso confessava pra Quintino ter feito mal a uma donzela local e que apesar de ter dois anos para cumprir pena, aceitava casar para &quot;desfazer&quot; o mal, e ele dizia:

- quer um conselho de amigo? cumpra o resto da pena....
  
Abração!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Denny Crane do Ceará&#8230;.hahahaha&#8230;Fantástico George!!!! Quintino era mesmo O Cara! Lembrei de uma estória contada por um antigo professor de administrativo de nossa salamanca que um preso confessava pra Quintino ter feito mal a uma donzela local e que apesar de ter dois anos para cumprir pena, aceitava casar para &#8220;desfazer&#8221; o mal, e ele dizia:</p>
<p>- quer um conselho de amigo? cumpra o resto da pena&#8230;.</p>
<p>Abração!!</p>
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