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	<title>Comentários em: Isso vai cair na prova</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: Guilherme Feldens</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/12/isso-vai-cair-na-prova/#comment-4287</link>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Feldens]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:37:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Joao Paulo
onde foi que eu confundi isso?
nem falei sobre livros e manuais.
comentei sobre aulas e sobre o interesses dos academicos sobre direito e nao sobre filosofar.
releia meu post]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Joao Paulo<br />
onde foi que eu confundi isso?<br />
nem falei sobre livros e manuais.<br />
comentei sobre aulas e sobre o interesses dos academicos sobre direito e nao sobre filosofar.<br />
releia meu post</p>
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	<item>
		<title>Por: PRDJ</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/12/isso-vai-cair-na-prova/#comment-3914</link>
		<dc:creator><![CDATA[PRDJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 15:21:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mein Kampf. Está escrito &quot;Main&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mein Kampf. Está escrito &#8220;Main&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Bolanos</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/12/isso-vai-cair-na-prova/#comment-3911</link>
		<dc:creator><![CDATA[Roberto Bolanos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 01:32:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2146#comment-3911</guid>
		<description><![CDATA[Algumas questoes, nobres cavalheiros: 

Se a filosofia do direito eh tao importante, por que os filosofos nao dao aula de &quot;filosofia do direito&quot;, nada mais que um ramo da filosofia?  

Outra: basta ler filosofos para SER CONSIDERADO FILOSOFO DO DIREITO? Se sim, para que serve um curso universitario DE FILOSOFIA? 
 
SE OS MAIORES FILOSOFOS DO DIREITO DA ATUALIDADE NAO SAO JURISTAS, O MELHOR NAO SERIA TOMAR CAFE EM AULA DE JURISTAS FILOSOFOS? pelo menos nao seriamos MEDIOCRES PROMISSORES.

COMPRARIA OU NAO UM LIVRO DE DOGMATICA ESCRITO POR UM NAO JURISTA? Se nao, por que acreditaria que um filosofo &quot;serio&quot; faria o contrario? 

Minhas respostas:

1)Estah aih o motivo do descredito do estudantes quanto a arte de filosofar. Na caixola dos jovens paira a ideia de que basta uma mente livre, baseada no postulado &quot;soh sei que nada sei&quot;, para se tornar um filosofo. Pensam marotamente que para ser um filosofo do direito basta saber o conteudo sobre o que se busca divagar e ter uma mente livre. O exemplo disso estah na frente deles: UM PROFESSOR DE DIREITO DANDO AULA SOBRE FILOSOFIA DO DIREITO. 

Quanto a mente livre, nao ha controversia: todos acham que preenchem o primeiro requisito para se tornar filosofo. Uns ateh acham que a maconha misturada ao reggae proporcionaria esse efeito aos que nao o possuem naturalmente. Quanto ao requisito de SABER EXAUSTIVAMENTE SOBRE O OBJETO A SER PESQUISADO, HA QUANTO AOS ALUNOS, PELO MENOS EM MEDIA, A PERCEPCAO DE QUE SABEM MENOS QUE O PROFESSOR DE DIREITO SOBRE DIREITO. Com base nessas premissas estabelecem a saborosa e preguicosa conclusao: basta que eu ponha a caixola pra funcionar no primeiro dia util subsequente ao termino da faculdade para que eu me transforme num Filosofo do Direito. Agora nao VEJO UTILIDADE EM FILOSOFAR. Ainda nao conheco perfeitamente o objeto sobre o qual pretendo FILOSOSAR. O que ha eh apenas um monologo DAQUELE QUE DIVAGA SOBRE O QUE CONHECE BEM. No futuro quem sabe conversaremos um pouco.

2) Uma boa pergunta. Acho que nao ha ma-fe. Muitos acham que a materia pertence ao Direito. Sinceramente acho que a filosofia tem um metodo. Nao sei qual eh, mas tenho a absoluta conviccao que nao EH A LEITURA PURA E SIMPLES DE TODOS OS FILOSOFOS DE A A Z.  

3) Uma otima opcao, sem nenhuma duvida.

4)Cada macaco no seu galho. Nao defendo a ideia de um JURISTA QUE SOH SABE NORMA JURIDICA. Defendo que um jurista seja o mais culto possivel, que conheca todos os campos do conhecimento. No entanto, se quer conhecer o PLATAO, leia a obra do Platao, nao a de um jurista que comente sobre ele. Quer conhecer habermas, leia o proprio Habermas, nao um jurista que escreve sobre &quot;como compreender o habermas&quot;. Nao entendeu o Habermas, compre um livro de algum filosofo que tenta explica-lo. Assim como nao compro um livro de filosofo sobre dogmatica juridica, tambem nao o aconselho a fazer o contrario. MUDEMOS ENTAO A MAXIMA POPULAR: CADA MACACO CANTA DO SEU GALHO, TODOS ESCUTAMOS...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas questoes, nobres cavalheiros: </p>
<p>Se a filosofia do direito eh tao importante, por que os filosofos nao dao aula de &#8220;filosofia do direito&#8221;, nada mais que um ramo da filosofia?  </p>
<p>Outra: basta ler filosofos para SER CONSIDERADO FILOSOFO DO DIREITO? Se sim, para que serve um curso universitario DE FILOSOFIA? </p>
<p>SE OS MAIORES FILOSOFOS DO DIREITO DA ATUALIDADE NAO SAO JURISTAS, O MELHOR NAO SERIA TOMAR CAFE EM AULA DE JURISTAS FILOSOFOS? pelo menos nao seriamos MEDIOCRES PROMISSORES.</p>
<p>COMPRARIA OU NAO UM LIVRO DE DOGMATICA ESCRITO POR UM NAO JURISTA? Se nao, por que acreditaria que um filosofo &#8220;serio&#8221; faria o contrario? </p>
<p>Minhas respostas:</p>
<p>1)Estah aih o motivo do descredito do estudantes quanto a arte de filosofar. Na caixola dos jovens paira a ideia de que basta uma mente livre, baseada no postulado &#8220;soh sei que nada sei&#8221;, para se tornar um filosofo. Pensam marotamente que para ser um filosofo do direito basta saber o conteudo sobre o que se busca divagar e ter uma mente livre. O exemplo disso estah na frente deles: UM PROFESSOR DE DIREITO DANDO AULA SOBRE FILOSOFIA DO DIREITO. </p>
<p>Quanto a mente livre, nao ha controversia: todos acham que preenchem o primeiro requisito para se tornar filosofo. Uns ateh acham que a maconha misturada ao reggae proporcionaria esse efeito aos que nao o possuem naturalmente. Quanto ao requisito de SABER EXAUSTIVAMENTE SOBRE O OBJETO A SER PESQUISADO, HA QUANTO AOS ALUNOS, PELO MENOS EM MEDIA, A PERCEPCAO DE QUE SABEM MENOS QUE O PROFESSOR DE DIREITO SOBRE DIREITO. Com base nessas premissas estabelecem a saborosa e preguicosa conclusao: basta que eu ponha a caixola pra funcionar no primeiro dia util subsequente ao termino da faculdade para que eu me transforme num Filosofo do Direito. Agora nao VEJO UTILIDADE EM FILOSOFAR. Ainda nao conheco perfeitamente o objeto sobre o qual pretendo FILOSOSAR. O que ha eh apenas um monologo DAQUELE QUE DIVAGA SOBRE O QUE CONHECE BEM. No futuro quem sabe conversaremos um pouco.</p>
<p>2) Uma boa pergunta. Acho que nao ha ma-fe. Muitos acham que a materia pertence ao Direito. Sinceramente acho que a filosofia tem um metodo. Nao sei qual eh, mas tenho a absoluta conviccao que nao EH A LEITURA PURA E SIMPLES DE TODOS OS FILOSOFOS DE A A Z.  </p>
<p>3) Uma otima opcao, sem nenhuma duvida.</p>
<p>4)Cada macaco no seu galho. Nao defendo a ideia de um JURISTA QUE SOH SABE NORMA JURIDICA. Defendo que um jurista seja o mais culto possivel, que conheca todos os campos do conhecimento. No entanto, se quer conhecer o PLATAO, leia a obra do Platao, nao a de um jurista que comente sobre ele. Quer conhecer habermas, leia o proprio Habermas, nao um jurista que escreve sobre &#8220;como compreender o habermas&#8221;. Nao entendeu o Habermas, compre um livro de algum filosofo que tenta explica-lo. Assim como nao compro um livro de filosofo sobre dogmatica juridica, tambem nao o aconselho a fazer o contrario. MUDEMOS ENTAO A MAXIMA POPULAR: CADA MACACO CANTA DO SEU GALHO, TODOS ESCUTAMOS&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Joao Paulo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/12/isso-vai-cair-na-prova/#comment-3910</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 00:24:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Feldens, pela madrugada: 

nao confunda MANUAIS DE FILOSOFIA DO DIREITO COM FILOSOFIA DO DIREITO. Os dois sao feitos para ganhar dinheiro. Nem por isso posso considera-los SERES DA MESMA ESPECIE. O primeiro eh fruto de criacao, o segundo eh obra de um intermediario, de um automoto, cujo resultado DAH NO MESMO QUE A INFORMACAO GERADA PELO ULTIMO ELO DA CORRENTE DOS PARTICIPANTES DA BRINCADEIRA &quot;TELEFONE SEM FIO&quot;: INFORMACAO DESVIRTUADA OU ERRADA. 

Eh bom lembrar que CAPA NAO MUDA CONTEUDO DE LIVRO. O fato de um livro levar o nome de FILOSOFIA DO DIREITO nao implica  considera-lo como pertencente a especie. Vah nessas livrarias nao especializadas (como SICILIANO E CULTURA) e veja varios exemplos dessas porcarias, quase sempre prefaciados POR OUTRO MERCENARIO DO DIREITO. As vezes tem ateh mais de um... sabe como eh... a classe dos poderosos eh bem unida. Fossem essas obras prefaciadas por verdadeiros juristas, a INFORMACAO AO LEITOR DEVERIA SER VERDADEIRA, deveria ser uma &quot;condenacao&quot; proferida contra o autor do livro em solidadariedade com a editora por CRIME AMBIENTAL, por crime contra a sociedade, QUEIMAR ARVORES A TOA.

Num ponto concordo com VOCE: QUER FILOSOFAR, FILOSOFE SOH. Sou ainda mais radical: DEFENDO O FIM DAS AULAS DE FILOSOFIA DO DIREITO. Para filosofar, basta TEMPO, VONTADE, CAPACIDADE E BIBLIOTECA. Pra que um MESTRE PARA ENSINAR ALGO AOS OUTROS? Os tais mestres soh atrapalham o desenvolvimento do ser humano. Criam seres automatizados, com visoes perifericas, COM A SENSAZAO MAIS MENTIROSA DE PODER QUE PODE EXISTIR: A POSSE DE UM CADERNO COM ANOTACOES.

Vou mais alem: EXTERMINEMOS AS ESCOLAS E FACULDADES. No lugar dessas imundices construamos lugares DE SOCIALIZACAO. Nos centros de socializacao nao haverah aulas nem porra nenhuma. Um professor fica A ESPERA DOS INTERESSADOS... quem quer DISCUTIR AS IDEIAS DUM AUTOR VAH AO ENCONTRO DO MESTRE E TAGARELE COM ELE. Os que se consideram sabichoes nao estao obrigados a frequentar as aulas. Nao seria produtivo forca-los a ir ateh o encontro do mestre, pois estao com a mente fechada, as vezes ateh com razao. Jah o destino dos malandroes, garanhoes e playboys deve SER UM DIA COM UM RECREIO ETERNO. Pasmem! Isso pode ser ateh produtivo. Vai ver o ocio canse. Pelo menos uns 2 ainda sejam recuperados com base nessa estratagema. Se nao forem recuperados, pelos menos nao construiriemos SERES HUMANOS INFELIZES OU REVOLTADOS por nao poderem exercer a liberdade. Veja: uma escola dessas sai melhor pra todo mundo: o OTIMO ALUNO TERAH UM PROFESSOR QUASE A SUA DISPOSICAO ( e o melhor, NAS ESCOLAS PUBLICAS); os seres medianos tambem aprenderao melhor com aulas sem tumulo e com o DIALOGO PROPORCIONADO ENTRE O TUTOR E OS GENIOS OU AS VEZES COM UM MONOLOGO DO ULTIMO. Jah os malandroes terao o destino que quiserem impor. Pelo menos no sistema implantado, SUAS ESCOLHAS DE TRAQUINAREM EM SALA DE AULA NAO INTERFERIRAO NO APRENDIZADO ALHEIO.

Alem dos ganhos com aprendizado, poderiamos ter uma reducao de despesa com a solucao tracada. COM A GRANA GASTA PARA GARANTIR UMA GUELA SADIA PARA OS PROFESSORES, GREVES COM FAIXAS COM OS TITULOS DE &quot;TRABALHADORES INDISPENSAVEIS&quot; COMPRARIAMOS LIVROS. Garanto que com a fortuna gasta com esses mestres DAH PRA MONTAR A MAIOR BIBLIOTECA DO MUNDO. Dah pra por ateh uma aguinha mineral e um ar condicionado para refrescar melhor a caixola, para filosofar melhor. Tudo isso SERIA PUBLICO. 


O resultado do projeto seria a saida de um mundo COM APOSTILA E MESTRES PARA OUTRO COM LIVROS E SEM MESTRES. Pode ser arrogante a tese, mas nao eh nada mais que a aplicacao PURA E SIMPLES DAS IDEIAS ILUMINISTAS: o desenvolvimento do proprio homem, o que soh pode ocorrer com a derrubada dos mestres autorizados a ensinar. Afinal, um homem que NECESSITA DE UM MESTRE NAO EH UM HOMEM, ELE UM ASPIRANTE A ESSA CONDICAO.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Feldens, pela madrugada: </p>
<p>nao confunda MANUAIS DE FILOSOFIA DO DIREITO COM FILOSOFIA DO DIREITO. Os dois sao feitos para ganhar dinheiro. Nem por isso posso considera-los SERES DA MESMA ESPECIE. O primeiro eh fruto de criacao, o segundo eh obra de um intermediario, de um automoto, cujo resultado DAH NO MESMO QUE A INFORMACAO GERADA PELO ULTIMO ELO DA CORRENTE DOS PARTICIPANTES DA BRINCADEIRA &#8220;TELEFONE SEM FIO&#8221;: INFORMACAO DESVIRTUADA OU ERRADA. </p>
<p>Eh bom lembrar que CAPA NAO MUDA CONTEUDO DE LIVRO. O fato de um livro levar o nome de FILOSOFIA DO DIREITO nao implica  considera-lo como pertencente a especie. Vah nessas livrarias nao especializadas (como SICILIANO E CULTURA) e veja varios exemplos dessas porcarias, quase sempre prefaciados POR OUTRO MERCENARIO DO DIREITO. As vezes tem ateh mais de um&#8230; sabe como eh&#8230; a classe dos poderosos eh bem unida. Fossem essas obras prefaciadas por verdadeiros juristas, a INFORMACAO AO LEITOR DEVERIA SER VERDADEIRA, deveria ser uma &#8220;condenacao&#8221; proferida contra o autor do livro em solidadariedade com a editora por CRIME AMBIENTAL, por crime contra a sociedade, QUEIMAR ARVORES A TOA.</p>
<p>Num ponto concordo com VOCE: QUER FILOSOFAR, FILOSOFE SOH. Sou ainda mais radical: DEFENDO O FIM DAS AULAS DE FILOSOFIA DO DIREITO. Para filosofar, basta TEMPO, VONTADE, CAPACIDADE E BIBLIOTECA. Pra que um MESTRE PARA ENSINAR ALGO AOS OUTROS? Os tais mestres soh atrapalham o desenvolvimento do ser humano. Criam seres automatizados, com visoes perifericas, COM A SENSAZAO MAIS MENTIROSA DE PODER QUE PODE EXISTIR: A POSSE DE UM CADERNO COM ANOTACOES.</p>
<p>Vou mais alem: EXTERMINEMOS AS ESCOLAS E FACULDADES. No lugar dessas imundices construamos lugares DE SOCIALIZACAO. Nos centros de socializacao nao haverah aulas nem porra nenhuma. Um professor fica A ESPERA DOS INTERESSADOS&#8230; quem quer DISCUTIR AS IDEIAS DUM AUTOR VAH AO ENCONTRO DO MESTRE E TAGARELE COM ELE. Os que se consideram sabichoes nao estao obrigados a frequentar as aulas. Nao seria produtivo forca-los a ir ateh o encontro do mestre, pois estao com a mente fechada, as vezes ateh com razao. Jah o destino dos malandroes, garanhoes e playboys deve SER UM DIA COM UM RECREIO ETERNO. Pasmem! Isso pode ser ateh produtivo. Vai ver o ocio canse. Pelo menos uns 2 ainda sejam recuperados com base nessa estratagema. Se nao forem recuperados, pelos menos nao construiriemos SERES HUMANOS INFELIZES OU REVOLTADOS por nao poderem exercer a liberdade. Veja: uma escola dessas sai melhor pra todo mundo: o OTIMO ALUNO TERAH UM PROFESSOR QUASE A SUA DISPOSICAO ( e o melhor, NAS ESCOLAS PUBLICAS); os seres medianos tambem aprenderao melhor com aulas sem tumulo e com o DIALOGO PROPORCIONADO ENTRE O TUTOR E OS GENIOS OU AS VEZES COM UM MONOLOGO DO ULTIMO. Jah os malandroes terao o destino que quiserem impor. Pelo menos no sistema implantado, SUAS ESCOLHAS DE TRAQUINAREM EM SALA DE AULA NAO INTERFERIRAO NO APRENDIZADO ALHEIO.</p>
<p>Alem dos ganhos com aprendizado, poderiamos ter uma reducao de despesa com a solucao tracada. COM A GRANA GASTA PARA GARANTIR UMA GUELA SADIA PARA OS PROFESSORES, GREVES COM FAIXAS COM OS TITULOS DE &#8220;TRABALHADORES INDISPENSAVEIS&#8221; COMPRARIAMOS LIVROS. Garanto que com a fortuna gasta com esses mestres DAH PRA MONTAR A MAIOR BIBLIOTECA DO MUNDO. Dah pra por ateh uma aguinha mineral e um ar condicionado para refrescar melhor a caixola, para filosofar melhor. Tudo isso SERIA PUBLICO. </p>
<p>O resultado do projeto seria a saida de um mundo COM APOSTILA E MESTRES PARA OUTRO COM LIVROS E SEM MESTRES. Pode ser arrogante a tese, mas nao eh nada mais que a aplicacao PURA E SIMPLES DAS IDEIAS ILUMINISTAS: o desenvolvimento do proprio homem, o que soh pode ocorrer com a derrubada dos mestres autorizados a ensinar. Afinal, um homem que NECESSITA DE UM MESTRE NAO EH UM HOMEM, ELE UM ASPIRANTE A ESSA CONDICAO.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/12/isso-vai-cair-na-prova/#comment-3909</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 23:16:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2146#comment-3909</guid>
		<description><![CDATA[A idéia do post foi precisamente denunciar a pré-compreensão dos alunos em relação à filosofia (do direito). Existe essa falsa idéia de que filosofia não serve para nada. Essa falsa idéia não é destituída de motivos. Muitos professores de filosofia contribuem para esse quadro ensinando uma filosofia etérea que paira no vazio, sem nenhum significado prático. Muito melhor, a meu ver, é ensinar pensamento crítico, argumentação, detecção de falácias, método jurídico (e científico), entre outros temas que afetam o dia a dia do profissional do direito. É a maior besteira saber se havia direito na ilha de Robison Crusoé. Muito melhor é partir de um problema concreto (tipo: qual a legitimidade do STF para decidir sobre temas tão polêmicos?; existe alguma situação em que é justificável, do ponto de vista ético, descumprir uma lei? e assim por diante). É isso que tenho tentado fazer, mas sem muito sucesso ainda.

George]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia do post foi precisamente denunciar a pré-compreensão dos alunos em relação à filosofia (do direito). Existe essa falsa idéia de que filosofia não serve para nada. Essa falsa idéia não é destituída de motivos. Muitos professores de filosofia contribuem para esse quadro ensinando uma filosofia etérea que paira no vazio, sem nenhum significado prático. Muito melhor, a meu ver, é ensinar pensamento crítico, argumentação, detecção de falácias, método jurídico (e científico), entre outros temas que afetam o dia a dia do profissional do direito. É a maior besteira saber se havia direito na ilha de Robison Crusoé. Muito melhor é partir de um problema concreto (tipo: qual a legitimidade do STF para decidir sobre temas tão polêmicos?; existe alguma situação em que é justificável, do ponto de vista ético, descumprir uma lei? e assim por diante). É isso que tenho tentado fazer, mas sem muito sucesso ainda.</p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Vitor Ramalho</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/12/isso-vai-cair-na-prova/#comment-3907</link>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Ramalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 13:24:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2146#comment-3907</guid>
		<description><![CDATA[Prezado George, acho que você já mencionou sobre a internet como direito fundamental. A notícia abaixo trata sobre o assunto.

http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=finlandia_torna_acesso_a_internet_banda&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado George, acho que você já mencionou sobre a internet como direito fundamental. A notícia abaixo trata sobre o assunto.</p>
<p><a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=finlandia_torna_acesso_a_internet_banda&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1" rel="nofollow">http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=finlandia_torna_acesso_a_internet_banda&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Hugo Dias Perpétuo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/12/isso-vai-cair-na-prova/#comment-3905</link>
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Dias Perpétuo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:30:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2146#comment-3905</guid>
		<description><![CDATA[Então nobre Paulo, 

É difícil acordar e perceber que sua &quot;fortaleza tremeu, e que quase tudo ao seu redor, de melhor já se corrompeu&quot;, mas ai você pensa: enquanto existir vida, existirá esperança, e ao olhar no espelho pra fazer a barba de manhã para ir trabalhar, a imagem que reflete é de um monstro que também já foi corrompido.

Certamente todos gostam de dinheiro, mas tem que ser homem e não um &quot;prostituto da alma&quot;, está ai a grande diferença, concurseiro que pensa em dinheiro ta enrolado, pois a vida pública não dar esse dinheiro todo, e sim estabilidade, quer dinheiro? abre uma barraquinha de dog(Um cara da Asa Sul ficou rico com isso), por isso quero lhe corrigir o equivoco, eu não disse que concurseiro e somente concurseiro faz tudo por dinheiro, sei muito bem disso, porem só afirmei que concurseiro que se preste, não faz pensando SOMENTE em dinheiro.

Agora estou em total acordo com você quando mencionou a parte de abandonar muitos verdadeiros valores da vida pela busca de dinheiro, que &quot;pretende ser o que não é ou pensa que é algo que não é&quot;, isso certamente é o passo que falta para cair no abismo, por isso deixo um trecho de uma frase que li no de Rerum Natura do livro de Clausi Alsina que se encaixa não muito perfeitamente ao caso, mas que resume o homem como ele é, e deverá ser.

&quot;Um homem é como uma fracção, cujo numerador é o que ele é e cujo denominador é o que ele pensa que é. Quanto maior for o denominador, mais pequena é a fracção&quot;.

Guilherme, é verdade que entre grandes filósofos não encontramos servos, camponeses e escravos, mas com o tempo, encontramos descendentes de servos e escravos, em que o ódio e o rancor contra tudo que é mal está no sangue, e este sendo usado de forma racional, pode verter justiça.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então nobre Paulo, </p>
<p>É difícil acordar e perceber que sua &#8220;fortaleza tremeu, e que quase tudo ao seu redor, de melhor já se corrompeu&#8221;, mas ai você pensa: enquanto existir vida, existirá esperança, e ao olhar no espelho pra fazer a barba de manhã para ir trabalhar, a imagem que reflete é de um monstro que também já foi corrompido.</p>
<p>Certamente todos gostam de dinheiro, mas tem que ser homem e não um &#8220;prostituto da alma&#8221;, está ai a grande diferença, concurseiro que pensa em dinheiro ta enrolado, pois a vida pública não dar esse dinheiro todo, e sim estabilidade, quer dinheiro? abre uma barraquinha de dog(Um cara da Asa Sul ficou rico com isso), por isso quero lhe corrigir o equivoco, eu não disse que concurseiro e somente concurseiro faz tudo por dinheiro, sei muito bem disso, porem só afirmei que concurseiro que se preste, não faz pensando SOMENTE em dinheiro.</p>
<p>Agora estou em total acordo com você quando mencionou a parte de abandonar muitos verdadeiros valores da vida pela busca de dinheiro, que &#8220;pretende ser o que não é ou pensa que é algo que não é&#8221;, isso certamente é o passo que falta para cair no abismo, por isso deixo um trecho de uma frase que li no de Rerum Natura do livro de Clausi Alsina que se encaixa não muito perfeitamente ao caso, mas que resume o homem como ele é, e deverá ser.</p>
<p>&#8220;Um homem é como uma fracção, cujo numerador é o que ele é e cujo denominador é o que ele pensa que é. Quanto maior for o denominador, mais pequena é a fracção&#8221;.</p>
<p>Guilherme, é verdade que entre grandes filósofos não encontramos servos, camponeses e escravos, mas com o tempo, encontramos descendentes de servos e escravos, em que o ódio e o rancor contra tudo que é mal está no sangue, e este sendo usado de forma racional, pode verter justiça.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Guilherme Feldens</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/10/12/isso-vai-cair-na-prova/#comment-3903</link>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Feldens]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 05:45:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=2146#comment-3903</guid>
		<description><![CDATA[Como academico prestes a entregar a monografia, venho me manifestar de forma a ter identificado varias vezes coisas que fiz e agi na faculdade, desde que entrei em 2005. Honestamente, filosofar é um ato de intelecto, que deve ser feito apenas sob vontade própria. 
Eu entendo que o desinteresse pela filosofia jurídica enquanto matéria seja porque é abstrata demais. Muitos que entram na área de direito, estão atras de dinheiro, outros estão atrás de resolver problemas do mundo. E resolver problemas do mundo, apesar de hipotético, se da por meio de coisas mais concretas e práticas.
Por exemplo, uma aula introdutória de Constitucional que aborde a filosofia constitucional desembocará do abstrato para o concreto. Logo o aluno passa a entender o raciocínio filosófico que lhe é apresentado. Entretanto, aulas de filosofia não saem do abstrato. São discussões de conceitos abstratos que, depois de 1 hora e meia, te levam a uma conclusão que muitas vezes não é aproveitada para nada. Daí surge o desinteresse.
Fora que filosofar é algo praticado por todos, ainda que de forma inconsciente, desde que tenham tempo. É por isso que de todos os grandes filósofos da história, não encontramos camponeses, servos, escravos, operários. Assim, como foi dito, muitos que pretender passar em concursos mal tem tempo para o conteúdo formal, jamais irá se dedicar como deveria para filosofia.
Mas, pelo que entendi, a crítica ou ponto nodal do texto vem a ser que os alunos deveriam se interessar mais pela matéria de filosofia jurídica, pois esta vem a ser importante para a formação do futuro operador do direito.
Em termos.
Como eu disse antes, muitas pessoas que entram no curso de direito, pretendem ganhar dinheiro, outras, mais sonhadoras, querem resolver os problemas do mundo, corrigir as injutiças, etc. No caso de quem quer ganhar dinheiro, sua filosofia é ganhar dinheiro e não libertar sua mente, não filosofar. Não sei se isso é certo ou errado, é um estilo de vida, é uma opção. Em relação a quem quer mudar as coisas, essas pessoas só vão precisar de filosofia no dia em que pretenderem aumentar seu grau de convencimento. E mesmo assim, vao buscar qualificação específica. Quem quer mudar as coisas se prende a situações práticas. Só buscaram origens filosoficas de uma situação quando isso for importante para atingirem seu objetivo prático (um bom exemplo é o advogado criminalista, que para inocentar seu cliente, poderá se valer de teorias filosóficas que busquem explicar que, no fundo, os motivos que levaram seu cliente a vida criminosa esta em um conjunto de fatores sociais, e etc, que impliquem que não havia outra conduta exigivel da pessoa, que não aquela). Entretanto, um academico que vire defensor público porque acredita que poderá ajudar os pobres e assim promover justiça social logo aprenderá coisas práticas envolvendo processo civil que não criem óbice para seus recursos de uma forma geral. Não tem como fugir disso.
Por experiencia pessoal, o metodo que meu professor de filosofia usou era muito bom. Ele criava grupos de 3 ou 4 alunos, e a cada grupo direcionava um livro. Dai, ao decorrer do ano, eram apresentados trabalhos sobre cada capítulo do livro determinado. Fazia chamada para que as apresentações tivessem plateia. Eu li Teoria Pura, do Kelsen. Algumas coisas achei bem interessante, mas certas coisas que ele dizia eu eram um tanto quanto desnecessárias.
Para encerrar, não gostaria mesmo de ver filosofia caindo em concursos. Que caia na OAB, que é o filtro dos formados, quem souber alguma coisa acaba entrando, depende so de si. Mas em concursos não é bom.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como academico prestes a entregar a monografia, venho me manifestar de forma a ter identificado varias vezes coisas que fiz e agi na faculdade, desde que entrei em 2005. Honestamente, filosofar é um ato de intelecto, que deve ser feito apenas sob vontade própria.<br />
Eu entendo que o desinteresse pela filosofia jurídica enquanto matéria seja porque é abstrata demais. Muitos que entram na área de direito, estão atras de dinheiro, outros estão atrás de resolver problemas do mundo. E resolver problemas do mundo, apesar de hipotético, se da por meio de coisas mais concretas e práticas.<br />
Por exemplo, uma aula introdutória de Constitucional que aborde a filosofia constitucional desembocará do abstrato para o concreto. Logo o aluno passa a entender o raciocínio filosófico que lhe é apresentado. Entretanto, aulas de filosofia não saem do abstrato. São discussões de conceitos abstratos que, depois de 1 hora e meia, te levam a uma conclusão que muitas vezes não é aproveitada para nada. Daí surge o desinteresse.<br />
Fora que filosofar é algo praticado por todos, ainda que de forma inconsciente, desde que tenham tempo. É por isso que de todos os grandes filósofos da história, não encontramos camponeses, servos, escravos, operários. Assim, como foi dito, muitos que pretender passar em concursos mal tem tempo para o conteúdo formal, jamais irá se dedicar como deveria para filosofia.<br />
Mas, pelo que entendi, a crítica ou ponto nodal do texto vem a ser que os alunos deveriam se interessar mais pela matéria de filosofia jurídica, pois esta vem a ser importante para a formação do futuro operador do direito.<br />
Em termos.<br />
Como eu disse antes, muitas pessoas que entram no curso de direito, pretendem ganhar dinheiro, outras, mais sonhadoras, querem resolver os problemas do mundo, corrigir as injutiças, etc. No caso de quem quer ganhar dinheiro, sua filosofia é ganhar dinheiro e não libertar sua mente, não filosofar. Não sei se isso é certo ou errado, é um estilo de vida, é uma opção. Em relação a quem quer mudar as coisas, essas pessoas só vão precisar de filosofia no dia em que pretenderem aumentar seu grau de convencimento. E mesmo assim, vao buscar qualificação específica. Quem quer mudar as coisas se prende a situações práticas. Só buscaram origens filosoficas de uma situação quando isso for importante para atingirem seu objetivo prático (um bom exemplo é o advogado criminalista, que para inocentar seu cliente, poderá se valer de teorias filosóficas que busquem explicar que, no fundo, os motivos que levaram seu cliente a vida criminosa esta em um conjunto de fatores sociais, e etc, que impliquem que não havia outra conduta exigivel da pessoa, que não aquela). Entretanto, um academico que vire defensor público porque acredita que poderá ajudar os pobres e assim promover justiça social logo aprenderá coisas práticas envolvendo processo civil que não criem óbice para seus recursos de uma forma geral. Não tem como fugir disso.<br />
Por experiencia pessoal, o metodo que meu professor de filosofia usou era muito bom. Ele criava grupos de 3 ou 4 alunos, e a cada grupo direcionava um livro. Dai, ao decorrer do ano, eram apresentados trabalhos sobre cada capítulo do livro determinado. Fazia chamada para que as apresentações tivessem plateia. Eu li Teoria Pura, do Kelsen. Algumas coisas achei bem interessante, mas certas coisas que ele dizia eu eram um tanto quanto desnecessárias.<br />
Para encerrar, não gostaria mesmo de ver filosofia caindo em concursos. Que caia na OAB, que é o filtro dos formados, quem souber alguma coisa acaba entrando, depende so de si. Mas em concursos não é bom.</p>
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