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	<title>Comentários em: Um diálogo entre Kant e Habermas</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: Maíra</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/15/um-dialogo-entre-kant-e-habermas/#comment-6366</link>
		<dc:creator><![CDATA[Maíra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 01:22:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Leonardo,

O que me incomoda no Habermas é justamente a fórmula &quot;democracia=emancipação&quot;. Acho o Kant muito melhor resolvido com isso. Será que todas as demandas do mundo da vida são emancipatórias (no sentido kantiano)?  

Que legal te encontrar aqui... 

Maíra (São Paulo)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo,</p>
<p>O que me incomoda no Habermas é justamente a fórmula &#8220;democracia=emancipação&#8221;. Acho o Kant muito melhor resolvido com isso. Será que todas as demandas do mundo da vida são emancipatórias (no sentido kantiano)?  </p>
<p>Que legal te encontrar aqui&#8230; </p>
<p>Maíra (São Paulo)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Importa?!</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/15/um-dialogo-entre-kant-e-habermas/#comment-4618</link>
		<dc:creator><![CDATA[Importa?!]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 18:53:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sobre aplicação prática: entender o porquê da existência de determinados conceitos (morais/sociais), e suas limitações (frente ao Universo), é via fundamental de qualquer possibilidade referente à (utópica, dadas as cricunstâncias atuais da Humanidade) extinção da Hipocrisia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre aplicação prática: entender o porquê da existência de determinados conceitos (morais/sociais), e suas limitações (frente ao Universo), é via fundamental de qualquer possibilidade referente à (utópica, dadas as cricunstâncias atuais da Humanidade) extinção da Hipocrisia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Importa?!</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/15/um-dialogo-entre-kant-e-habermas/#comment-4617</link>
		<dc:creator><![CDATA[Importa?!]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 18:48:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Normas não são necessárias ao Universo, nem aos humanos - sobretudo àqueles da Pré-História, que matavam, dentre outros motivos, para ficar com as mulheres de seus &quot;irmãos&quot; neste grande Barco do Amor que é a Existência Consciente (leia-se: vida).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Normas não são necessárias ao Universo, nem aos humanos &#8211; sobretudo àqueles da Pré-História, que matavam, dentre outros motivos, para ficar com as mulheres de seus &#8220;irmãos&#8221; neste grande Barco do Amor que é a Existência Consciente (leia-se: vida).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/15/um-dialogo-entre-kant-e-habermas/#comment-3459</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 03:33:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com relação à homossexualidade pode não ser tão fácil. Se todos forem homossexuais descaberia essa classificação (?) Se todos forem homossexuais não há homossexuais (o que não tem solução, solucionado está). Não existiriam machos ou fêmeas, nem procriação!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com relação à homossexualidade pode não ser tão fácil. Se todos forem homossexuais descaberia essa classificação (?) Se todos forem homossexuais não há homossexuais (o que não tem solução, solucionado está). Não existiriam machos ou fêmeas, nem procriação!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Helana Gurgel</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/15/um-dialogo-entre-kant-e-habermas/#comment-3334</link>
		<dc:creator><![CDATA[Helana Gurgel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 23:47:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Isso é que é um autêntico looping jurídico! :)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é que é um autêntico looping jurídico! :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Bernardes</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/15/um-dialogo-entre-kant-e-habermas/#comment-3331</link>
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 15:10:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acho que então me faltou o domínio do contexto habermesiano.

Em todo caso, eu penso que o problema não está propriamente no fato de que sempre vamos passar pelo indíviduo, mas sim na possibilidade de afirmação de aspectos universais partilhados. Pois se pudermos garantir a universalidade da razão, como queria Kant, o fato de que o voto moral passe inapelavelmente pelo sujeito não é problemático, já que estará preservada, no sujeito, a universalidade necessária à força da lei moral. Será que não?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que então me faltou o domínio do contexto habermesiano.</p>
<p>Em todo caso, eu penso que o problema não está propriamente no fato de que sempre vamos passar pelo indíviduo, mas sim na possibilidade de afirmação de aspectos universais partilhados. Pois se pudermos garantir a universalidade da razão, como queria Kant, o fato de que o voto moral passe inapelavelmente pelo sujeito não é problemático, já que estará preservada, no sujeito, a universalidade necessária à força da lei moral. Será que não?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein Lima</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/15/um-dialogo-entre-kant-e-habermas/#comment-3305</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 13:07:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1927#comment-3305</guid>
		<description><![CDATA[Leonardo,

com certeza, Kant jamais diria isso, pois ele não era tão irônico quanto outros filósofos. O tom da afirmação, no texto, foi um tom de ironia, para demonstrar como a idéia de Habermas não ajuda quase nada na prática. No final, o argumento da universalidade se desenvolverá &quot;in foro interno&quot; para somente depois fazer parte da ação comunicativa. E o &quot;voto&quot; moral, mesmo num discurso intersubjetivo, será sempre individual.

Em outras palavras: leia o post como uma crítica a Habermas e não a Kant. A frase por você destacada foi uma espécie de &quot;deboche&quot; que certamente não é do estilo de Kant. Por isso, Habermas disse no final: &quot;aff, você tá parecendo o Marmelstão&quot;...

George]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo,</p>
<p>com certeza, Kant jamais diria isso, pois ele não era tão irônico quanto outros filósofos. O tom da afirmação, no texto, foi um tom de ironia, para demonstrar como a idéia de Habermas não ajuda quase nada na prática. No final, o argumento da universalidade se desenvolverá &#8220;in foro interno&#8221; para somente depois fazer parte da ação comunicativa. E o &#8220;voto&#8221; moral, mesmo num discurso intersubjetivo, será sempre individual.</p>
<p>Em outras palavras: leia o post como uma crítica a Habermas e não a Kant. A frase por você destacada foi uma espécie de &#8220;deboche&#8221; que certamente não é do estilo de Kant. Por isso, Habermas disse no final: &#8220;aff, você tá parecendo o Marmelstão&#8221;&#8230;</p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Bernardes</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/15/um-dialogo-entre-kant-e-habermas/#comment-3304</link>
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 04:07:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1927#comment-3304</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Kant: então, essa conclusão vale só para você. Para ganhar validade universal, todo mundo tem que concordar.&quot;

Eu duvido que Kant dissesse isso, pois a universidade da razão prática assenta numa racionalidade previamente partilhada, inscrita na constituição humana, portanto, que não pode ser fruto de uma anuência contingente. Seguir a razão é a única forma possível de liberdade. A razão prescreve um campo de atuação, o espaço da liberdade. Por isso o que é válido o é por razões diversas de um mero acordo. O homem só é livre quando segue a razão e por isso não há outra opção senão cumprir a lei moral.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Kant: então, essa conclusão vale só para você. Para ganhar validade universal, todo mundo tem que concordar.&#8221;</p>
<p>Eu duvido que Kant dissesse isso, pois a universidade da razão prática assenta numa racionalidade previamente partilhada, inscrita na constituição humana, portanto, que não pode ser fruto de uma anuência contingente. Seguir a razão é a única forma possível de liberdade. A razão prescreve um campo de atuação, o espaço da liberdade. Por isso o que é válido o é por razões diversas de um mero acordo. O homem só é livre quando segue a razão e por isso não há outra opção senão cumprir a lei moral.</p>
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