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	<title>Comentários em: Libertação Intelectual: contra o método que oprime</title>
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		<title>Por: &#8220;A Gênese da Katchanga: uma resposta a Lênio Streck&#8221;, por George Marmelstein &#171; Prof. José Miguel Garcia Medina</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-7691</link>
		<dc:creator><![CDATA[&#8220;A Gênese da Katchanga: uma resposta a Lênio Streck&#8221;, por George Marmelstein &#171; Prof. José Miguel Garcia Medina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 19:28:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] sabe que não estou muito preocupado com o academicismo, pois encaro o blog como um espaço de libertação intelectual muito mais estimulante, do ponto de vista criativo, do que uma obra escrita em papel, com todas as [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] sabe que não estou muito preocupado com o academicismo, pois encaro o blog como um espaço de libertação intelectual muito mais estimulante, do ponto de vista criativo, do que uma obra escrita em papel, com todas as [...]</p>
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		<title>Por: Paulo César dos Santos</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-7653</link>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo César dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 21:03:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caríssimos, o que mais me toca no texto do George Marmelstein é a honestidade intelectual; o assumir a possibilidade de cometer equívocos e assim mesmo retomar a marcha. Sei que ele não está apenas atrás do título de Doutor - o que virá por mérito, por certo, mas no desejo de aprender sempre, e comungar com o comum dos homens esse saber. 

Quantos às críticas que li acima, sugiro sinceramente: mande esses caras de bosta tomar no cú, monossilabicamente!

Paulo César 
http://ambitododireito.blogspot.com

No Face: http://www.facebook.com/profile.php?id=1552547864]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimos, o que mais me toca no texto do George Marmelstein é a honestidade intelectual; o assumir a possibilidade de cometer equívocos e assim mesmo retomar a marcha. Sei que ele não está apenas atrás do título de Doutor &#8211; o que virá por mérito, por certo, mas no desejo de aprender sempre, e comungar com o comum dos homens esse saber. </p>
<p>Quantos às críticas que li acima, sugiro sinceramente: mande esses caras de bosta tomar no cú, monossilabicamente!</p>
<p>Paulo César<br />
<a href="http://ambitododireito.blogspot.com" rel="nofollow">http://ambitododireito.blogspot.com</a></p>
<p>No Face: <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1552547864" rel="nofollow">http://www.facebook.com/profile.php?id=1552547864</a></p>
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	<item>
		<title>Por: A Gênese da Katchanga: uma resposta a Lênio Streck &#171; Direitos Fundamentais &#8211; Blog</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-7570</link>
		<dc:creator><![CDATA[A Gênese da Katchanga: uma resposta a Lênio Streck &#171; Direitos Fundamentais &#8211; Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 00:25:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] sabe que não estou muito preocupado com o academicismo, pois encaro o blog como um espaço de libertação intelectual muito mais estimulante, do ponto de vista criativo, do que uma obra escrita em papel, com todas as [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] sabe que não estou muito preocupado com o academicismo, pois encaro o blog como um espaço de libertação intelectual muito mais estimulante, do ponto de vista criativo, do que uma obra escrita em papel, com todas as [...]</p>
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		<title>Por: A Gênese da Katchanga: uma resposta à Lênio Streck &#171; Direitos Fundamentais &#8211; Blog</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-7568</link>
		<dc:creator><![CDATA[A Gênese da Katchanga: uma resposta à Lênio Streck &#171; Direitos Fundamentais &#8211; Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 00:23:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] sabe que não estou muito preocupado com o academicismo, pois encaro o blog como um espaço de libertação intelectual muito mais estimulante, do ponto de vista criativo, do que uma obra escrita em papel, com todas as [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] sabe que não estou muito preocupado com o academicismo, pois encaro o blog como um espaço de libertação intelectual muito mais estimulante, do ponto de vista criativo, do que uma obra escrita em papel, com todas as [...]</p>
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		<title>Por: Vinicius</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-4622</link>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2010 15:44:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#039;&#039;Não deixe sua faculdade estragar sua vida acadêmica&#039;&#039;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8221;Não deixe sua faculdade estragar sua vida acadêmica&#8221;</p>
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		<title>Por: grabay</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3403</link>
		<dc:creator><![CDATA[grabay]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 15:05:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Beleza de post, George.
Eu mesmo estou tentando rastejar in the ground of free thoughts...
Criei um blog. E na descrição do autor fiz questão de registrar a influência do seu blog na decisão de fazer um --- blogdorabay.wordpress.com
Vou repercutir esse post no meu.
Abs
Gustavo Rabay]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Beleza de post, George.<br />
Eu mesmo estou tentando rastejar in the ground of free thoughts&#8230;<br />
Criei um blog. E na descrição do autor fiz questão de registrar a influência do seu blog na decisão de fazer um &#8212; blogdorabay.wordpress.com<br />
Vou repercutir esse post no meu.<br />
Abs<br />
Gustavo Rabay</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Thiago. - O Primeiro, e Verdadeiro- O Mais Chato.</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3261</link>
		<dc:creator><![CDATA[Thiago. - O Primeiro, e Verdadeiro- O Mais Chato.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 19:04:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1912#comment-3261</guid>
		<description><![CDATA[George,

Só agora li o post, e tive um acesso de riso quando estava lendo o texto, na parte que se menciona a opinião de Feyerabend e diz: &quot;Eis a sua resposta:&quot; e em seguida mostra a foto. Confesso que procurei ingenuamente abaixo da foto a &quot;tal resposta&quot;.

Agora falando sério, será que a &quot;teoria dos motivos determinantes&quot; deve ser adaptda aos estudos? 

Ao fundamentar [1] - um ato discriscionário-, vincula-se as circunstânias de &#039;facto et de jure&#039;, e estas, sedo falsas ou inexistêntes, nulo será o [2]- ato!

Onde 1=cognição e 2=conhecimento?

Talvez eu tenha praticado um reducionismo do Falseamento, mas é assim que ele me parece, idêntico mut.mut., a Teor. dos Mot. Det.

Sobre o Vigário Benedito, alguns argumentos por ele expendidos quando de seu debate em 2004 com Jurgen Habermas na Academia Católica da Baviera, e só depois de ver e cotejar com as menções feitas a esse debate por Lucas Rocha Furtado (in: Curso de Direito Adminisrativo, Belo Horizonte:Forum, 2007, p. 61 e 75) é que me animou maior intresse,  me levando a &quot;descobrir&quot; a riqueza do debate travado (publicado em parte, com Tradução de Erika Werner na Folha de São Paulo. Caderno: Mais! São Paulo, domingo, 24 de abril de 2005), e sua importância para uma mais ampla compreensão do Consttucionalimo contemporâneo e as implicações dele decorrentes.

Em primeiro lugar, a afirmação (fazendo temperamto sobre a coloação de Habermas sobe o mesmo assunto) de que:

&quot;A tarefa central é a de esclarecer por que o processo democrático vale como um procedimento de uma normatização legítima: enquanto ele preencher as condições de uma formação de opiniões e vontades inclusiva e discursiva, ele fundamenta uma suposição da aceitabilidade racional das conseqüências; 

e por que a democracia e os direitos do homem, no processo de elaboração de uma Constituição, delimitam-se mutuamente a partir de uma mesma fonte: a institucionalização jurídica do procedimento de normatização democrática exige a garantia concomitante dos direitos fundamentais políticos e liberais.&quot;

E continua, respondendo a indagação sobre o questionamento de Böckenförde, alinhavada por J.H.: [&quot;o Estado liberal e secularizado consome pressupostos normativos que ele mesmo não pode garantir?&quot;]:

 &quot;(...) não há, no Estado constitucional, um sujeito dominador que se nutra de uma substância anterior ao direito.&quot;

E ainda :&quot;(...)contra uma compreensão do Estado constitucional baseada no direito hegeliano, a Constituição processualista, inspirada por Kant, insiste numa fundamentação dos fundamentos constitucionais autônoma, racionalmente aceitável para todos os cidadãos, de acordo com sua pretensão.(...)&quot;

Este último argumento é digno e figurar (não o argumento, mas sua realização) nos feitos do &quot;Barão de Munchhausen&quot;, em especial o de ter conseguido sair de dentro de um pântano puxando-se a si mesmo pelos próprios cabelos. 

No post, em especial a &quot;foto resposta&quot;, será que Feyerabend estava tentando retirar-se também de dentro de um pântano, não puxando os próprios cabelos, e sim 3 orifícios faciais?!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George,</p>
<p>Só agora li o post, e tive um acesso de riso quando estava lendo o texto, na parte que se menciona a opinião de Feyerabend e diz: &#8220;Eis a sua resposta:&#8221; e em seguida mostra a foto. Confesso que procurei ingenuamente abaixo da foto a &#8220;tal resposta&#8221;.</p>
<p>Agora falando sério, será que a &#8220;teoria dos motivos determinantes&#8221; deve ser adaptda aos estudos? </p>
<p>Ao fundamentar [1] &#8211; um ato discriscionário-, vincula-se as circunstânias de &#8216;facto et de jure&#8217;, e estas, sedo falsas ou inexistêntes, nulo será o [2]- ato!</p>
<p>Onde 1=cognição e 2=conhecimento?</p>
<p>Talvez eu tenha praticado um reducionismo do Falseamento, mas é assim que ele me parece, idêntico mut.mut., a Teor. dos Mot. Det.</p>
<p>Sobre o Vigário Benedito, alguns argumentos por ele expendidos quando de seu debate em 2004 com Jurgen Habermas na Academia Católica da Baviera, e só depois de ver e cotejar com as menções feitas a esse debate por Lucas Rocha Furtado (in: Curso de Direito Adminisrativo, Belo Horizonte:Forum, 2007, p. 61 e 75) é que me animou maior intresse,  me levando a &#8220;descobrir&#8221; a riqueza do debate travado (publicado em parte, com Tradução de Erika Werner na Folha de São Paulo. Caderno: Mais! São Paulo, domingo, 24 de abril de 2005), e sua importância para uma mais ampla compreensão do Consttucionalimo contemporâneo e as implicações dele decorrentes.</p>
<p>Em primeiro lugar, a afirmação (fazendo temperamto sobre a coloação de Habermas sobe o mesmo assunto) de que:</p>
<p>&#8220;A tarefa central é a de esclarecer por que o processo democrático vale como um procedimento de uma normatização legítima: enquanto ele preencher as condições de uma formação de opiniões e vontades inclusiva e discursiva, ele fundamenta uma suposição da aceitabilidade racional das conseqüências; </p>
<p>e por que a democracia e os direitos do homem, no processo de elaboração de uma Constituição, delimitam-se mutuamente a partir de uma mesma fonte: a institucionalização jurídica do procedimento de normatização democrática exige a garantia concomitante dos direitos fundamentais políticos e liberais.&#8221;</p>
<p>E continua, respondendo a indagação sobre o questionamento de Böckenförde, alinhavada por J.H.: ["o Estado liberal e secularizado consome pressupostos normativos que ele mesmo não pode garantir?"]:</p>
<p> &#8220;(&#8230;) não há, no Estado constitucional, um sujeito dominador que se nutra de uma substância anterior ao direito.&#8221;</p>
<p>E ainda :&#8221;(&#8230;)contra uma compreensão do Estado constitucional baseada no direito hegeliano, a Constituição processualista, inspirada por Kant, insiste numa fundamentação dos fundamentos constitucionais autônoma, racionalmente aceitável para todos os cidadãos, de acordo com sua pretensão.(&#8230;)&#8221;</p>
<p>Este último argumento é digno e figurar (não o argumento, mas sua realização) nos feitos do &#8220;Barão de Munchhausen&#8221;, em especial o de ter conseguido sair de dentro de um pântano puxando-se a si mesmo pelos próprios cabelos. </p>
<p>No post, em especial a &#8220;foto resposta&#8221;, será que Feyerabend estava tentando retirar-se também de dentro de um pântano, não puxando os próprios cabelos, e sim 3 orifícios faciais?!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leandro Aragão</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3251</link>
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Aragão]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 04:27:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Belo texto, George. Belíssimo texto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto, George. Belíssimo texto.</p>
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