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	<title>Comentários em: Libertação Intelectual: contra o método que oprime</title>
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		<title>Por: grabay</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3403</link>
		<dc:creator>grabay</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 15:05:23 +0000</pubDate>
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		<description>Beleza de post, George.
Eu mesmo estou tentando rastejar in the ground of free thoughts...
Criei um blog. E na descrição do autor fiz questão de registrar a influência do seu blog na decisão de fazer um --- blogdorabay.wordpress.com
Vou repercutir esse post no meu.
Abs
Gustavo Rabay</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Beleza de post, George.<br />
Eu mesmo estou tentando rastejar in the ground of free thoughts&#8230;<br />
Criei um blog. E na descrição do autor fiz questão de registrar a influência do seu blog na decisão de fazer um &#8212; blogdorabay.wordpress.com<br />
Vou repercutir esse post no meu.<br />
Abs<br />
Gustavo Rabay</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Thiago. - O Primeiro, e Verdadeiro- O Mais Chato.</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3261</link>
		<dc:creator>Thiago. - O Primeiro, e Verdadeiro- O Mais Chato.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 19:04:40 +0000</pubDate>
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		<description>George,

Só agora li o post, e tive um acesso de riso quando estava lendo o texto, na parte que se menciona a opinião de Feyerabend e diz: &quot;Eis a sua resposta:&quot; e em seguida mostra a foto. Confesso que procurei ingenuamente abaixo da foto a &quot;tal resposta&quot;.

Agora falando sério, será que a &quot;teoria dos motivos determinantes&quot; deve ser adaptda aos estudos? 

Ao fundamentar [1] - um ato discriscionário-, vincula-se as circunstânias de &#039;facto et de jure&#039;, e estas, sedo falsas ou inexistêntes, nulo será o [2]- ato!

Onde 1=cognição e 2=conhecimento?

Talvez eu tenha praticado um reducionismo do Falseamento, mas é assim que ele me parece, idêntico mut.mut., a Teor. dos Mot. Det.

Sobre o Vigário Benedito, alguns argumentos por ele expendidos quando de seu debate em 2004 com Jurgen Habermas na Academia Católica da Baviera, e só depois de ver e cotejar com as menções feitas a esse debate por Lucas Rocha Furtado (in: Curso de Direito Adminisrativo, Belo Horizonte:Forum, 2007, p. 61 e 75) é que me animou maior intresse,  me levando a &quot;descobrir&quot; a riqueza do debate travado (publicado em parte, com Tradução de Erika Werner na Folha de São Paulo. Caderno: Mais! São Paulo, domingo, 24 de abril de 2005), e sua importância para uma mais ampla compreensão do Consttucionalimo contemporâneo e as implicações dele decorrentes.

Em primeiro lugar, a afirmação (fazendo temperamto sobre a coloação de Habermas sobe o mesmo assunto) de que:

&quot;A tarefa central é a de esclarecer por que o processo democrático vale como um procedimento de uma normatização legítima: enquanto ele preencher as condições de uma formação de opiniões e vontades inclusiva e discursiva, ele fundamenta uma suposição da aceitabilidade racional das conseqüências; 

e por que a democracia e os direitos do homem, no processo de elaboração de uma Constituição, delimitam-se mutuamente a partir de uma mesma fonte: a institucionalização jurídica do procedimento de normatização democrática exige a garantia concomitante dos direitos fundamentais políticos e liberais.&quot;

E continua, respondendo a indagação sobre o questionamento de Böckenförde, alinhavada por J.H.: [&quot;o Estado liberal e secularizado consome pressupostos normativos que ele mesmo não pode garantir?&quot;]:

 &quot;(...) não há, no Estado constitucional, um sujeito dominador que se nutra de uma substância anterior ao direito.&quot;

E ainda :&quot;(...)contra uma compreensão do Estado constitucional baseada no direito hegeliano, a Constituição processualista, inspirada por Kant, insiste numa fundamentação dos fundamentos constitucionais autônoma, racionalmente aceitável para todos os cidadãos, de acordo com sua pretensão.(...)&quot;

Este último argumento é digno e figurar (não o argumento, mas sua realização) nos feitos do &quot;Barão de Munchhausen&quot;, em especial o de ter conseguido sair de dentro de um pântano puxando-se a si mesmo pelos próprios cabelos. 

No post, em especial a &quot;foto resposta&quot;, será que Feyerabend estava tentando retirar-se também de dentro de um pântano, não puxando os próprios cabelos, e sim 3 orifícios faciais?!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George,</p>
<p>Só agora li o post, e tive um acesso de riso quando estava lendo o texto, na parte que se menciona a opinião de Feyerabend e diz: &#8220;Eis a sua resposta:&#8221; e em seguida mostra a foto. Confesso que procurei ingenuamente abaixo da foto a &#8220;tal resposta&#8221;.</p>
<p>Agora falando sério, será que a &#8220;teoria dos motivos determinantes&#8221; deve ser adaptda aos estudos? </p>
<p>Ao fundamentar [1] &#8211; um ato discriscionário-, vincula-se as circunstânias de &#8216;facto et de jure&#8217;, e estas, sedo falsas ou inexistêntes, nulo será o [2]- ato!</p>
<p>Onde 1=cognição e 2=conhecimento?</p>
<p>Talvez eu tenha praticado um reducionismo do Falseamento, mas é assim que ele me parece, idêntico mut.mut., a Teor. dos Mot. Det.</p>
<p>Sobre o Vigário Benedito, alguns argumentos por ele expendidos quando de seu debate em 2004 com Jurgen Habermas na Academia Católica da Baviera, e só depois de ver e cotejar com as menções feitas a esse debate por Lucas Rocha Furtado (in: Curso de Direito Adminisrativo, Belo Horizonte:Forum, 2007, p. 61 e 75) é que me animou maior intresse,  me levando a &#8220;descobrir&#8221; a riqueza do debate travado (publicado em parte, com Tradução de Erika Werner na Folha de São Paulo. Caderno: Mais! São Paulo, domingo, 24 de abril de 2005), e sua importância para uma mais ampla compreensão do Consttucionalimo contemporâneo e as implicações dele decorrentes.</p>
<p>Em primeiro lugar, a afirmação (fazendo temperamto sobre a coloação de Habermas sobe o mesmo assunto) de que:</p>
<p>&#8220;A tarefa central é a de esclarecer por que o processo democrático vale como um procedimento de uma normatização legítima: enquanto ele preencher as condições de uma formação de opiniões e vontades inclusiva e discursiva, ele fundamenta uma suposição da aceitabilidade racional das conseqüências; </p>
<p>e por que a democracia e os direitos do homem, no processo de elaboração de uma Constituição, delimitam-se mutuamente a partir de uma mesma fonte: a institucionalização jurídica do procedimento de normatização democrática exige a garantia concomitante dos direitos fundamentais políticos e liberais.&#8221;</p>
<p>E continua, respondendo a indagação sobre o questionamento de Böckenförde, alinhavada por J.H.: ["o Estado liberal e secularizado consome pressupostos normativos que ele mesmo não pode garantir?"]:</p>
<p> &#8220;(&#8230;) não há, no Estado constitucional, um sujeito dominador que se nutra de uma substância anterior ao direito.&#8221;</p>
<p>E ainda :&#8221;(&#8230;)contra uma compreensão do Estado constitucional baseada no direito hegeliano, a Constituição processualista, inspirada por Kant, insiste numa fundamentação dos fundamentos constitucionais autônoma, racionalmente aceitável para todos os cidadãos, de acordo com sua pretensão.(&#8230;)&#8221;</p>
<p>Este último argumento é digno e figurar (não o argumento, mas sua realização) nos feitos do &#8220;Barão de Munchhausen&#8221;, em especial o de ter conseguido sair de dentro de um pântano puxando-se a si mesmo pelos próprios cabelos. </p>
<p>No post, em especial a &#8220;foto resposta&#8221;, será que Feyerabend estava tentando retirar-se também de dentro de um pântano, não puxando os próprios cabelos, e sim 3 orifícios faciais?!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leandro Aragão</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3251</link>
		<dc:creator>Leandro Aragão</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 04:27:10 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto, George. Belíssimo texto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto, George. Belíssimo texto.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Justus</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3242</link>
		<dc:creator>Roberto Justus</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 17:02:34 +0000</pubDate>
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		<description>o discurso eh empolgante: escrever para uma evolucao mental coletiva.    

Nao interessa que, na maioria das vezes, apenas 4 pessoas, contando com a que escreveu, leiam uma tese de doutorado?   
O que o povo tem a ganhar com as discussoes futeis que sao discutidas nas maiores das teses de doutorado? o que importa ao cidadao que o erro de tipo e o erro de proibicao nao sao explicaveis pela  teoria do delito, mas apenas por razoes de politica criminal?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o discurso eh empolgante: escrever para uma evolucao mental coletiva.    </p>
<p>Nao interessa que, na maioria das vezes, apenas 4 pessoas, contando com a que escreveu, leiam uma tese de doutorado?<br />
O que o povo tem a ganhar com as discussoes futeis que sao discutidas nas maiores das teses de doutorado? o que importa ao cidadao que o erro de tipo e o erro de proibicao nao sao explicaveis pela  teoria do delito, mas apenas por razoes de politica criminal?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: H.D.Perpétuo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3241</link>
		<dc:creator>H.D.Perpétuo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 05:12:21 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Emancipe-se da escravidão mental, ninguém alem de nós mesmos, podem libertar nossas mentes&quot;    Bob Marley 

Muitos pensam (enganosamente) que só vai ganhar ouvintes e leitores conquistando o topo do &quot;conhecimento&quot;, e que nossas ideias somente serão respeitada a partir  de tal &quot;troféu&quot; (é o tipo de professor que o Emanuel de Melo menciona), esquecendo que este é apenas consequência de um trabalho construtivo, e que seu conceito não se resume em bajulações ou respeito acadêmico, e sim em uma evolução mental e comportamental de forma recíproca.

&quot;Entrar para história e amarelar nas prateleiras&quot;, penso que mesmo que uma pessoa não veja esta tese como fim em si mesma, não tem como dizer que não tem medo de tal eventualidade, porém é totalmente inviável que use essa ideologia (de querer entrar para história) como ponto de partida, estará simplesmente enganando somente a você mesmo, e é neste aspecto que defendo  o meu modo de pensar, que se você estiver escrevendo para uma evolução mental colectiva, e não simplesmente pensando em beneficio somente próprio (pois mesmo agindo para um todo, é benéfico para você, pois você também faz parte do todo), será mais fácil de abandonar seu ponto de vista que talvez seja falacioso, pois sua tese não engloba somente seus sentimentos, e sim todo um sentimento de mudança, mudança de um mundo melhor para todos, pois posso afirmar que odeio a metodologia da minha faculdade (é particular, mas não penso que a federal daqui, a UnB seja muito diferente), pois estampam, esfregão ideias e conhecimentos na sua cara, inibindo e desmotivando sua forma de pensar (talvez porque seja a cidade dos concursos), estou apenas no 2 ano, e já tive varias crises, e observando esse testemunho do George, vejo que ainda vou ter milhares de crises, e o que me faz seguir, é acreditar que algo está errado, e que no futuro, vou conseguir ajudar ou simplificar a jornada de alguém, isso sim que é troféu, e o bom é que este prêmio, não é degustado de forma solitária.


Abraços Prof.... Eae Raul, vê se não some rapaz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Emancipe-se da escravidão mental, ninguém alem de nós mesmos, podem libertar nossas mentes&#8221;    Bob Marley </p>
<p>Muitos pensam (enganosamente) que só vai ganhar ouvintes e leitores conquistando o topo do &#8220;conhecimento&#8221;, e que nossas ideias somente serão respeitada a partir  de tal &#8220;troféu&#8221; (é o tipo de professor que o Emanuel de Melo menciona), esquecendo que este é apenas consequência de um trabalho construtivo, e que seu conceito não se resume em bajulações ou respeito acadêmico, e sim em uma evolução mental e comportamental de forma recíproca.</p>
<p>&#8220;Entrar para história e amarelar nas prateleiras&#8221;, penso que mesmo que uma pessoa não veja esta tese como fim em si mesma, não tem como dizer que não tem medo de tal eventualidade, porém é totalmente inviável que use essa ideologia (de querer entrar para história) como ponto de partida, estará simplesmente enganando somente a você mesmo, e é neste aspecto que defendo  o meu modo de pensar, que se você estiver escrevendo para uma evolução mental colectiva, e não simplesmente pensando em beneficio somente próprio (pois mesmo agindo para um todo, é benéfico para você, pois você também faz parte do todo), será mais fácil de abandonar seu ponto de vista que talvez seja falacioso, pois sua tese não engloba somente seus sentimentos, e sim todo um sentimento de mudança, mudança de um mundo melhor para todos, pois posso afirmar que odeio a metodologia da minha faculdade (é particular, mas não penso que a federal daqui, a UnB seja muito diferente), pois estampam, esfregão ideias e conhecimentos na sua cara, inibindo e desmotivando sua forma de pensar (talvez porque seja a cidade dos concursos), estou apenas no 2 ano, e já tive varias crises, e observando esse testemunho do George, vejo que ainda vou ter milhares de crises, e o que me faz seguir, é acreditar que algo está errado, e que no futuro, vou conseguir ajudar ou simplificar a jornada de alguém, isso sim que é troféu, e o bom é que este prêmio, não é degustado de forma solitária.</p>
<p>Abraços Prof&#8230;. Eae Raul, vê se não some rapaz.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alfredo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3240</link>
		<dc:creator>Alfredo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 21:31:41 +0000</pubDate>
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		<description>Que bom, George, ler o teu texto abriu uma janela positiva na minha mente! Um abraço a você, continue duvidando e exercendo sua crítica!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que bom, George, ler o teu texto abriu uma janela positiva na minha mente! Um abraço a você, continue duvidando e exercendo sua crítica!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein Lima</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3238</link>
		<dc:creator>George Marmelstein Lima</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 20:10:35 +0000</pubDate>
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		<description>João,

li a informação sobre o cardeal Ratzinger na auto-biografia do Feyerabend. Por sinal, divertidíssima.

Mas há muitas referências na internet, já que a conferência do Ratzinger, na época, gerou muita polêmica.

George</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João,</p>
<p>li a informação sobre o cardeal Ratzinger na auto-biografia do Feyerabend. Por sinal, divertidíssima.</p>
<p>Mas há muitas referências na internet, já que a conferência do Ratzinger, na época, gerou muita polêmica.</p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joao paulo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/06/09/libertacao-intelectual-contra-o-metodo-que-oprime/#comment-3237</link>
		<dc:creator>joao paulo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 18:33:31 +0000</pubDate>
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		<description>1)Com a devida permissão do Presidente Lula, aí vai uma comparação entre o futebol e a &quot;academia&quot; de cérebros:

um blog é igual a uma pelada de futebol. Não há pressão pela perfeição. Não há esquema tático a ser observado. 

Já uma tese de doutorado pode ser comparada a uma partida oficial de futebol. Talvez a uma final de copa de mundo. O medo de desagradar o &quot;professor&quot; impede que o jogador, que enfiava canetas e lançóis na pelada, tente uma jogada brilhante. Esse - o bonzão da pelada - está fudido. Se é campeão, levará as honras e as glórias, mas jamais entrarah pra história. 

já dizia o baixinho romário:&quot; treino é treino, jogo é jogo&quot;... dar chapéu em pelada todo mundo dá, quero ver fazer em copa do mundo, com o mundo todo te assistindo... e o galvão falando asneira...

Trocando em miúdos: quem arrisca pouco, ganha pouco. Isso vale tanto para o futebol quanto  para a tese do doutorado. 

2)Superar os medos.... no mundo atual.... com tanta coisa já dita e já pensada... só alguém com muita audácia (aí nossa controvérsia::: pode-se criar algo com algum valor sem ser um gênio)  conseguirá entrar para a história, amarelar nas prateleiras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1)Com a devida permissão do Presidente Lula, aí vai uma comparação entre o futebol e a &#8220;academia&#8221; de cérebros:</p>
<p>um blog é igual a uma pelada de futebol. Não há pressão pela perfeição. Não há esquema tático a ser observado. </p>
<p>Já uma tese de doutorado pode ser comparada a uma partida oficial de futebol. Talvez a uma final de copa de mundo. O medo de desagradar o &#8220;professor&#8221; impede que o jogador, que enfiava canetas e lançóis na pelada, tente uma jogada brilhante. Esse &#8211; o bonzão da pelada &#8211; está fudido. Se é campeão, levará as honras e as glórias, mas jamais entrarah pra história. </p>
<p>já dizia o baixinho romário:&#8221; treino é treino, jogo é jogo&#8221;&#8230; dar chapéu em pelada todo mundo dá, quero ver fazer em copa do mundo, com o mundo todo te assistindo&#8230; e o galvão falando asneira&#8230;</p>
<p>Trocando em miúdos: quem arrisca pouco, ganha pouco. Isso vale tanto para o futebol quanto  para a tese do doutorado. </p>
<p>2)Superar os medos&#8230;. no mundo atual&#8230;. com tanta coisa já dita e já pensada&#8230; só alguém com muita audácia (aí nossa controvérsia::: pode-se criar algo com algum valor sem ser um gênio)  conseguirá entrar para a história, amarelar nas prateleiras.</p>
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