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	<title>Comentários em: Independência da Magistratura, Livre Convecimento e Liberdade de Expressão</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: Rosana Alves</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/05/14/independencia-da-magistratura/#comment-5241</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rosana Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 19:35:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1879#comment-5241</guid>
		<description><![CDATA[Sou uma mãe em busca de meus fihos, devido o erro da magistrada Ana Luiza de Menezes de Abreu meus filhos foram tirados de mim, vivo uma violencia emocional dentro do forum de casemiro de abreu RJ, onde brincam com minha vida e de meus filhos, meus filhos foram entregues ao pai que os deixará a Deus dara e os tornaram roqueiros goticos que anda dento do cimiterio, sofro de SAP não somente da parte de meus ex marido, mais considero também da magistrada errada, Síndrome de Alienação Parental o erro CRASSO desta magistrada gerou um confito muito grande na cabeça de meus filhos,visto quemeu ex marido alegiu que era uma pessoa insana e sem que logra-se o que disse a juiz manteve  a guarda de meu filhos com ele e dificutaram meu contato com meus filhos e isto gerou medo infundado, apatia, nos distanciamos por conta do SAP, coisas infundadas, fantasiosas, trazendo assim prejuizoz incalculaveis na minha vida e na vida de meus filhos,  conseguir como leiga por meio da 3ª juiza documentar toda História e hoje minha história estar no CNJ e semana que vem anexo ao SUPREMO TRIBUNAL,  a perseguição sofrida dentro desta comarca referida, onde que o descaso e abuso de poder fora tão grande que e sentei na cadeira de reu respondendo pr minha propria lesão e o causador de tudo isto na cadeira de vitima!!! é muito mais que digo e estou precisando de um bom adogado que queira tirar tudo do estado pela falta de vergonha entro de um tribunal, tenho tudo muito bem documentado. Irei até você e conprovarei tudo que digo documentado!!! quero tirar tudo do estado por danos morais sofridos!!
e tentar uma vida nova om meus filhos em outro lugar!!

as mulheres estão virando comida de cacharro por falta da aplicação da lei!!! isto tem que mudar!!!  Precisamos de juizes que cumpram a lei e proteja a sociedade e não os marginais.
meu email

rosanacarneiroalves@yahoo.com.br  

aguardo

envia pra mim seu contato que entrarei em contato em breve

URGENTE!!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou uma mãe em busca de meus fihos, devido o erro da magistrada Ana Luiza de Menezes de Abreu meus filhos foram tirados de mim, vivo uma violencia emocional dentro do forum de casemiro de abreu RJ, onde brincam com minha vida e de meus filhos, meus filhos foram entregues ao pai que os deixará a Deus dara e os tornaram roqueiros goticos que anda dento do cimiterio, sofro de SAP não somente da parte de meus ex marido, mais considero também da magistrada errada, Síndrome de Alienação Parental o erro CRASSO desta magistrada gerou um confito muito grande na cabeça de meus filhos,visto quemeu ex marido alegiu que era uma pessoa insana e sem que logra-se o que disse a juiz manteve  a guarda de meu filhos com ele e dificutaram meu contato com meus filhos e isto gerou medo infundado, apatia, nos distanciamos por conta do SAP, coisas infundadas, fantasiosas, trazendo assim prejuizoz incalculaveis na minha vida e na vida de meus filhos,  conseguir como leiga por meio da 3ª juiza documentar toda História e hoje minha história estar no CNJ e semana que vem anexo ao SUPREMO TRIBUNAL,  a perseguição sofrida dentro desta comarca referida, onde que o descaso e abuso de poder fora tão grande que e sentei na cadeira de reu respondendo pr minha propria lesão e o causador de tudo isto na cadeira de vitima!!! é muito mais que digo e estou precisando de um bom adogado que queira tirar tudo do estado pela falta de vergonha entro de um tribunal, tenho tudo muito bem documentado. Irei até você e conprovarei tudo que digo documentado!!! quero tirar tudo do estado por danos morais sofridos!!<br />
e tentar uma vida nova om meus filhos em outro lugar!!</p>
<p>as mulheres estão virando comida de cacharro por falta da aplicação da lei!!! isto tem que mudar!!!  Precisamos de juizes que cumpram a lei e proteja a sociedade e não os marginais.<br />
meu email</p>
<p><a href="mailto:rosanacarneiroalves@yahoo.com.br">rosanacarneiroalves@yahoo.com.br</a>  </p>
<p>aguardo</p>
<p>envia pra mim seu contato que entrarei em contato em breve</p>
<p>URGENTE!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mateus</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/05/14/independencia-da-magistratura/#comment-3211</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mateus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 18:37:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cristiano, seu justiceiro Joaquim Barbosa também referendou a decisão criticada por você. Por que não incluí-lo na lista dos agressores da magistratura?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cristiano, seu justiceiro Joaquim Barbosa também referendou a decisão criticada por você. Por que não incluí-lo na lista dos agressores da magistratura?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cristiano</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/05/14/independencia-da-magistratura/#comment-3156</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cristiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 17:17:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1879#comment-3156</guid>
		<description><![CDATA[Prezado George,

Como cidadão, jamais pude aceitar tranqüilo que um colegiado de apenas 11 homens e mulheres, não eleitos pelo povo, pudesse  ter a última palavra em decisões políticas fundamentais.
Sob Gilmar Mendes, essa intranqüilidade nunca foi maior.
A conduta não só de Mendes, mas de Peluso e Celso de Mello, no julgamento do HC Dantas foi a maior agressão à magistratura que eu já testemunhei.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado George,</p>
<p>Como cidadão, jamais pude aceitar tranqüilo que um colegiado de apenas 11 homens e mulheres, não eleitos pelo povo, pudesse  ter a última palavra em decisões políticas fundamentais.<br />
Sob Gilmar Mendes, essa intranqüilidade nunca foi maior.<br />
A conduta não só de Mendes, mas de Peluso e Celso de Mello, no julgamento do HC Dantas foi a maior agressão à magistratura que eu já testemunhei.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/05/14/independencia-da-magistratura/#comment-3151</link>
		<dc:creator><![CDATA[João]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 18:30:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1879#comment-3151</guid>
		<description><![CDATA[Caro Professor,

Sei que este tópico não é o mais adequado para o tema que venho tratar, mas não encontrei nenhum e-mail para entrar em contato com o senhor diretamente.
Como acadêmico do sétimo período do curso de direito é chegada a hora de escolher um tema para a Monografia.
Estive pensando em fazer meu trabalho de conclusão de curso sobre a laicidade (ou não) do Estado Brasileiro, porém, ainda sem uma área específica definida. Como acompanho o Blog há algum tempo me senti livre de vir perguntar ao senhor sobre algum tema relacionado a laicidade do Estado, compreenderei se Vossa Excelência como Magistrado e Professor não responder esta questão. Mas reitero meu pedido de ajuda ao senhor uma vez que em minhas pesquisas ainda não encontrei algo que me faça sentir prazer em redigir um trabalho tão importante como esse.
Desde já agradeço,

Um abraço. João.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Professor,</p>
<p>Sei que este tópico não é o mais adequado para o tema que venho tratar, mas não encontrei nenhum e-mail para entrar em contato com o senhor diretamente.<br />
Como acadêmico do sétimo período do curso de direito é chegada a hora de escolher um tema para a Monografia.<br />
Estive pensando em fazer meu trabalho de conclusão de curso sobre a laicidade (ou não) do Estado Brasileiro, porém, ainda sem uma área específica definida. Como acompanho o Blog há algum tempo me senti livre de vir perguntar ao senhor sobre algum tema relacionado a laicidade do Estado, compreenderei se Vossa Excelência como Magistrado e Professor não responder esta questão. Mas reitero meu pedido de ajuda ao senhor uma vez que em minhas pesquisas ainda não encontrei algo que me faça sentir prazer em redigir um trabalho tão importante como esse.<br />
Desde já agradeço,</p>
<p>Um abraço. João.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Samuel Martins dos Santos.</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/05/14/independencia-da-magistratura/#comment-3148</link>
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Martins dos Santos.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 00:29:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1879#comment-3148</guid>
		<description><![CDATA[Boa noite, 

O debate apresenta-se necessário porque coloca em pauta inclusive o próprio exercício da democracia no âmbito institucional do judiciário. Neste sentido a preservação e garantia da liberdade de expressão, sem represálias, é fundamental. O fato de uma associação pronunciar-se em um sentido, ou em outro, antes da conclusão do processo administrativo é um ônus que, se supõe, seja assumido pelas respectivas associações.

Em relação ao texto do Tiago, que indica com pertinência a tendente sobreposição do STF em relação aos demais poderes. A análise da sua legitimidade necessita de maior atenção quanto a sua forma de composição.

Este desenho institucional não garante a legitimidade do órgão ex ante, mas sim pelo exercício de sua condição de garantidor da supremacia no Estado de Direito na estipulação dos limites para o exercício da política.

Inevitavelmente tal função remete ao necessário distanciamento do judiciário, mas isto não se confunde com o juiz que é apenas a boca da lei. 

Pela estrutura da Carta de 88 é inevitável que o judiciário tenha maior participação na república, mas é preciso diferenciar o ativismo judicial, a judicialização da política e a politização do direito.

O primeiro decorrente das mudanças, sobretudo, processuais que garantem maior possibilidade de ação, o segundo como fruto de uma carta complexa que pretende comportar direitos individuais, difusos e coletivos e a última como um aumento de consciência das instituições jurídicas de sua participação na organização do Estado. 

As três possibilidades são passíveis de erros e acertos, me parece que a última merece uma atenção maior no seu exercício. 
A legitimidade das instituições decorre de como cada uma atua dentro estas possibilidades. Neste sentido, devem ser evitadas todas as ações incompatíveis formalmente e materialmente com a Constituição da República como também práticas autoritárias cotidianas que ainda compõem o caldo cultural brasileiro.

Ab.
Samuel  Martins.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite, </p>
<p>O debate apresenta-se necessário porque coloca em pauta inclusive o próprio exercício da democracia no âmbito institucional do judiciário. Neste sentido a preservação e garantia da liberdade de expressão, sem represálias, é fundamental. O fato de uma associação pronunciar-se em um sentido, ou em outro, antes da conclusão do processo administrativo é um ônus que, se supõe, seja assumido pelas respectivas associações.</p>
<p>Em relação ao texto do Tiago, que indica com pertinência a tendente sobreposição do STF em relação aos demais poderes. A análise da sua legitimidade necessita de maior atenção quanto a sua forma de composição.</p>
<p>Este desenho institucional não garante a legitimidade do órgão ex ante, mas sim pelo exercício de sua condição de garantidor da supremacia no Estado de Direito na estipulação dos limites para o exercício da política.</p>
<p>Inevitavelmente tal função remete ao necessário distanciamento do judiciário, mas isto não se confunde com o juiz que é apenas a boca da lei. </p>
<p>Pela estrutura da Carta de 88 é inevitável que o judiciário tenha maior participação na república, mas é preciso diferenciar o ativismo judicial, a judicialização da política e a politização do direito.</p>
<p>O primeiro decorrente das mudanças, sobretudo, processuais que garantem maior possibilidade de ação, o segundo como fruto de uma carta complexa que pretende comportar direitos individuais, difusos e coletivos e a última como um aumento de consciência das instituições jurídicas de sua participação na organização do Estado. </p>
<p>As três possibilidades são passíveis de erros e acertos, me parece que a última merece uma atenção maior no seu exercício.<br />
A legitimidade das instituições decorre de como cada uma atua dentro estas possibilidades. Neste sentido, devem ser evitadas todas as ações incompatíveis formalmente e materialmente com a Constituição da República como também práticas autoritárias cotidianas que ainda compõem o caldo cultural brasileiro.</p>
<p>Ab.<br />
Samuel  Martins.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PDJ</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/05/14/independencia-da-magistratura/#comment-3138</link>
		<dc:creator><![CDATA[PDJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 01:52:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1879#comment-3138</guid>
		<description><![CDATA[Professor George Marmeinstein,

provavelmente já deve ter percebido que a barra lateral de seu blog está sendo visualizada, no Internet Explorer, de forma incorreta, aparecendo apenas na parte inferior do navegador. 
Esse problema, que já ocorreu no meu blog, decorre de um código incorreto inserido acidentalmente em algum post, provavelmente em virtude da edição inicial em um editor de texto, com a subsequente colagem para o Wordpress. 
Para evitá-lo, é só sempre editar diretamente no bloco de notas, copiando em seguida para o blog  (ou copiar do Editor de Textos para o bloco de notas antes de inserir no Wordpress).
Assim que localizar o post com o código errado, adote esse mesmo procedimento, eliminando-o e editando novamente.
Qualquer dúvida estou à disposição para auxiliar, se necessário.

* FAVOR NÃO PUBLICAR ESTE COMENTÁRIO]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor George Marmeinstein,</p>
<p>provavelmente já deve ter percebido que a barra lateral de seu blog está sendo visualizada, no Internet Explorer, de forma incorreta, aparecendo apenas na parte inferior do navegador.<br />
Esse problema, que já ocorreu no meu blog, decorre de um código incorreto inserido acidentalmente em algum post, provavelmente em virtude da edição inicial em um editor de texto, com a subsequente colagem para o WordPress.<br />
Para evitá-lo, é só sempre editar diretamente no bloco de notas, copiando em seguida para o blog  (ou copiar do Editor de Textos para o bloco de notas antes de inserir no WordPress).<br />
Assim que localizar o post com o código errado, adote esse mesmo procedimento, eliminando-o e editando novamente.<br />
Qualquer dúvida estou à disposição para auxiliar, se necessário.</p>
<p>* FAVOR NÃO PUBLICAR ESTE COMENTÁRIO</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: hugo segundo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/05/14/independencia-da-magistratura/#comment-3136</link>
		<dc:creator><![CDATA[hugo segundo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2009 11:44:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1879#comment-3136</guid>
		<description><![CDATA[Sem entrar propriamente no debate de sanctis x gilmar, até porque não li as peças do processo e não quero emitir opinião de forma &quot;espontaneísta&quot;, o fato é que realmente o controle do judiciário não raras vezes ocorre com a finalidade de atacar posicionamentos do juiz relativamente ao mérito de suas decisões, o que é absurdo.
Não interessa - acho que esse é o propósito do post - saber se o correto, no tema liberdade, é um ou outro. O que interessa é que um juiz não pode ser prejudicado pelo seu convencimento na aplicação do direito. Se se apura que há motivos inconfessáveis que &quot;influenciam&quot; esse convencimento, isso é uma outra questão, a qual, aí sim, merece apuração.
Conheço mais de um caso em que advogados (públicos ou privados) representaram juízes porque estes teriam cometido &quot;faltas&quot; ou &quot;violado as prerrogativas&quot; da advocacia, as quais consistiriam em considerar que determinada prova não era necessária e não precisaria ser produzida, ou que determinada citação não havia ocorrido validamente.
E, em seguida, com eles, ocorreu exatamente o que descreve o post: o enfado de preparar defesas, se explicar etc.
É com isso, suponho, que se precisa ter cuidado, especialmente quando usado o expediente contra juízes que apenas manifestaram sua opinião (sobre situação que não está nem estará sob sua jurisdição) fora de qualquer processo...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem entrar propriamente no debate de sanctis x gilmar, até porque não li as peças do processo e não quero emitir opinião de forma &#8220;espontaneísta&#8221;, o fato é que realmente o controle do judiciário não raras vezes ocorre com a finalidade de atacar posicionamentos do juiz relativamente ao mérito de suas decisões, o que é absurdo.<br />
Não interessa &#8211; acho que esse é o propósito do post &#8211; saber se o correto, no tema liberdade, é um ou outro. O que interessa é que um juiz não pode ser prejudicado pelo seu convencimento na aplicação do direito. Se se apura que há motivos inconfessáveis que &#8220;influenciam&#8221; esse convencimento, isso é uma outra questão, a qual, aí sim, merece apuração.<br />
Conheço mais de um caso em que advogados (públicos ou privados) representaram juízes porque estes teriam cometido &#8220;faltas&#8221; ou &#8220;violado as prerrogativas&#8221; da advocacia, as quais consistiriam em considerar que determinada prova não era necessária e não precisaria ser produzida, ou que determinada citação não havia ocorrido validamente.<br />
E, em seguida, com eles, ocorreu exatamente o que descreve o post: o enfado de preparar defesas, se explicar etc.<br />
É com isso, suponho, que se precisa ter cuidado, especialmente quando usado o expediente contra juízes que apenas manifestaram sua opinião (sobre situação que não está nem estará sob sua jurisdição) fora de qualquer processo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/05/14/independencia-da-magistratura/#comment-3132</link>
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 13:35:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1879#comment-3132</guid>
		<description><![CDATA[Prezado Carlos Eduardo,

Concordo com você quando afirma que a posição de Presidente da Suprema Corte confere ao Min. Gilmar a possibilidade - quase dever - de expor-se publicamente sobre temas de alto interesse público.

O problema, entretanto, é que, muitas vezes, as falas dele vêm repletas de ironia, sarcasmo e despeito - e isso não é bom na boca de qualquer magistrado, principalmente na do &quot;Chefe&quot; do Judiciário. Certa feita, o Min. Mendes declarou que o Min. Gilson Dipp (aliás, um grande juiz, na minha opinião) estaria disputando um concurso a Miss Simpatia. Mais recentemente, disse que a atuação do Ministério Público no controle externo da Polícia era &quot;algo lítero-poético-recreativo&quot;. Faça-se a crítica, mas sem ser sarcástico e ofensivo!

Outro problema são as generalizações. Dia desses, durante um julgamento no STF envolvendo autoridade com prerrogativa de foro, o Min. Mendes afirmou gratuitamente que, se aquele processo estivesse na 1a instância, o acusado estaria sujeito a toda sorte de maniqueísmo (ou outra expressão semelhante). Em outra ocasião, a mídia noticiou que ele teria afirmado perante deputados que os juízes criminais se comportam como em uma &quot;milícia&quot;, em conluio com o MP e a Polícia.

Esse tipo de afirmação generalista, dita pelo próprio Presidente do STF, põe sim em xeque a credibilidade do Poder Judiciário (acho que foi isso que quis dizer o Min. Joaquim Barbosa) e desmotiva profundamente o juiz que está no &quot;front&quot;, sobrecarregado de processos, tentando exercer a jurisdição dignamente, sujeito muitas vezes até a ameaças de morte.

Há sim uma crise no Judiciário atualmente. Só espero que a instituição consiga superá-la e, ao final, se torne melhor.

Abraços,

Leonardo]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Carlos Eduardo,</p>
<p>Concordo com você quando afirma que a posição de Presidente da Suprema Corte confere ao Min. Gilmar a possibilidade &#8211; quase dever &#8211; de expor-se publicamente sobre temas de alto interesse público.</p>
<p>O problema, entretanto, é que, muitas vezes, as falas dele vêm repletas de ironia, sarcasmo e despeito &#8211; e isso não é bom na boca de qualquer magistrado, principalmente na do &#8220;Chefe&#8221; do Judiciário. Certa feita, o Min. Mendes declarou que o Min. Gilson Dipp (aliás, um grande juiz, na minha opinião) estaria disputando um concurso a Miss Simpatia. Mais recentemente, disse que a atuação do Ministério Público no controle externo da Polícia era &#8220;algo lítero-poético-recreativo&#8221;. Faça-se a crítica, mas sem ser sarcástico e ofensivo!</p>
<p>Outro problema são as generalizações. Dia desses, durante um julgamento no STF envolvendo autoridade com prerrogativa de foro, o Min. Mendes afirmou gratuitamente que, se aquele processo estivesse na 1a instância, o acusado estaria sujeito a toda sorte de maniqueísmo (ou outra expressão semelhante). Em outra ocasião, a mídia noticiou que ele teria afirmado perante deputados que os juízes criminais se comportam como em uma &#8220;milícia&#8221;, em conluio com o MP e a Polícia.</p>
<p>Esse tipo de afirmação generalista, dita pelo próprio Presidente do STF, põe sim em xeque a credibilidade do Poder Judiciário (acho que foi isso que quis dizer o Min. Joaquim Barbosa) e desmotiva profundamente o juiz que está no &#8220;front&#8221;, sobrecarregado de processos, tentando exercer a jurisdição dignamente, sujeito muitas vezes até a ameaças de morte.</p>
<p>Há sim uma crise no Judiciário atualmente. Só espero que a instituição consiga superá-la e, ao final, se torne melhor.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Leonardo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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