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	<title>Comentários em: A Única Resposta Correta de Dworkin e os Três Mundos de Popper</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: maria eduarda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[maria eduarda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 22:25:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[o   mundo  nao  vai  acabar  eu  acredito  en  sejus  quen  nao  acredita  fica  com  iso   na  cabesa]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o   mundo  nao  vai  acabar  eu  acredito  en  sejus  quen  nao  acredita  fica  com  iso   na  cabesa</p>
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		<title>Por: JANE RICARDA FIGUEIREDO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JANE RICARDA FIGUEIREDO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 06:37:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[curso sobre teoria dos jogos do Ben Polak de Yale disponibilizado na íntegra pela internet. Nesse link há vídeos das aulas, escritos no quadro, referências, exercícios etc.

http://oyc.yale.edu/economics/game-theory]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>curso sobre teoria dos jogos do Ben Polak de Yale disponibilizado na íntegra pela internet. Nesse link há vídeos das aulas, escritos no quadro, referências, exercícios etc.</p>
<p><a href="http://oyc.yale.edu/economics/game-theory" rel="nofollow">http://oyc.yale.edu/economics/game-theory</a></p>
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		<title>Por: Marcio Pessoa</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/04/14/a-unica-resposta-correta-de-dworkin-e-os-tres-mundos-de-popper/#comment-3835</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Pessoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 02:57:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prof. George, primeiramente, Parabéns pelo Blog!
Bom, sou enxadrista, advogado/concurseiro/e pretendente de mestrado.
Não conhecia a Teoria da única resposta correta, tampouco a dos Três mundos..- sou iniciante, aliás nem isso sou na Academia. Logo, mesmo sendo seguidor empírico da primeira teoria, tenho dúvidas: Talvez pelo meus parcos conhecimentos no mundo 3, sinceramente, não cosegui fazer a diferença do mundo 2 e 3 (e isso é um problema em minha vida, acredite). Pra mim, é tudo subjetivo! Por exemplo, a cultura baiana, pra uns é um lixo, pra outros é o fino da MPB...Teorias então...(nem se fale) vivem sendo derrubadas..pesquisas idem: antes um copo de vinho fazia mal, hj faz bem, sempre com base em teses técnicas..., aberturas de xadrez a mesma coisa...(sigo uma linha na carokan que o Fritz e os GMs reputam horrível, entretanto consigo bons resultados na prática...tudo depende do adversário), decisões judiciais também (como dizer que a guarda da criança fica melhor com pai ou mãe, estando ambos em igualdade? Ora, a resposta vai depender da família que se perguntar..) Finalizando, sempre pautei minha vida considerando existir apenas uma resposta correta (tanto que sempre contestei aquele ditado: não me arrependo de nada do que fiz!!)  Mesmo assim, continuo sem enxergar a diferença entre os mundos.. resultado: como mensurar o resultado? Afinal, tomo ou não tomo vinho? critico ou não a música baiana? melhoro a minha abertura pra ganhar mais fácil ou isso pode prejudicar o meu jogo? Recorro ou não de uma sentença contrária ao meu cliente que perdeu a guarda da criança, já que pra ela, tanto faz mesmo...
Não sei se fui claro...Mas se puder me responder, ficarei grato.
Abs]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prof. George, primeiramente, Parabéns pelo Blog!<br />
Bom, sou enxadrista, advogado/concurseiro/e pretendente de mestrado.<br />
Não conhecia a Teoria da única resposta correta, tampouco a dos Três mundos..- sou iniciante, aliás nem isso sou na Academia. Logo, mesmo sendo seguidor empírico da primeira teoria, tenho dúvidas: Talvez pelo meus parcos conhecimentos no mundo 3, sinceramente, não cosegui fazer a diferença do mundo 2 e 3 (e isso é um problema em minha vida, acredite). Pra mim, é tudo subjetivo! Por exemplo, a cultura baiana, pra uns é um lixo, pra outros é o fino da MPB&#8230;Teorias então&#8230;(nem se fale) vivem sendo derrubadas..pesquisas idem: antes um copo de vinho fazia mal, hj faz bem, sempre com base em teses técnicas&#8230;, aberturas de xadrez a mesma coisa&#8230;(sigo uma linha na carokan que o Fritz e os GMs reputam horrível, entretanto consigo bons resultados na prática&#8230;tudo depende do adversário), decisões judiciais também (como dizer que a guarda da criança fica melhor com pai ou mãe, estando ambos em igualdade? Ora, a resposta vai depender da família que se perguntar..) Finalizando, sempre pautei minha vida considerando existir apenas uma resposta correta (tanto que sempre contestei aquele ditado: não me arrependo de nada do que fiz!!)  Mesmo assim, continuo sem enxergar a diferença entre os mundos.. resultado: como mensurar o resultado? Afinal, tomo ou não tomo vinho? critico ou não a música baiana? melhoro a minha abertura pra ganhar mais fácil ou isso pode prejudicar o meu jogo? Recorro ou não de uma sentença contrária ao meu cliente que perdeu a guarda da criança, já que pra ela, tanto faz mesmo&#8230;<br />
Não sei se fui claro&#8230;Mas se puder me responder, ficarei grato.<br />
Abs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Diego</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/04/14/a-unica-resposta-correta-de-dworkin-e-os-tres-mundos-de-popper/#comment-3008</link>
		<dc:creator><![CDATA[Diego]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 00:50:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prof. George,

O também Prof. Adriano Soares da Costa trata dos três mundos popperianos em seu livro &quot;Teoria da incidência da norma jurídica: crítica ao realismo lingüístico de Paulo de Barros Carvalho&quot;.

O mais interessante é a aproximação que fez entre o pensamento de Popper e a doutrina de Pontes de Miranda.

Segue endereço do seu blog e de artigo em que defende as idéias.

http://adrianosoaresdacosta.blogspot.com/2009/04/direito-linguagem-e-marcelo-dascal.html

Incidência e aplicação da norma jurídica tributária.
Uma crítica ao realismo lingüístico de Paulo de Barros Carvalho.

http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=2140

Abraço!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prof. George,</p>
<p>O também Prof. Adriano Soares da Costa trata dos três mundos popperianos em seu livro &#8220;Teoria da incidência da norma jurídica: crítica ao realismo lingüístico de Paulo de Barros Carvalho&#8221;.</p>
<p>O mais interessante é a aproximação que fez entre o pensamento de Popper e a doutrina de Pontes de Miranda.</p>
<p>Segue endereço do seu blog e de artigo em que defende as idéias.</p>
<p><a href="http://adrianosoaresdacosta.blogspot.com/2009/04/direito-linguagem-e-marcelo-dascal.html" rel="nofollow">http://adrianosoaresdacosta.blogspot.com/2009/04/direito-linguagem-e-marcelo-dascal.html</a></p>
<p>Incidência e aplicação da norma jurídica tributária.<br />
Uma crítica ao realismo lingüístico de Paulo de Barros Carvalho.</p>
<p><a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=2140" rel="nofollow">http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=2140</a></p>
<p>Abraço!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/04/14/a-unica-resposta-correta-de-dworkin-e-os-tres-mundos-de-popper/#comment-3007</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 23:52:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando falo de verdade construída pelo consenso, falo de verdade já num sentido formal, longe do sentido aristotélico e tradicional de verdade, que é o que vc está usando. Vc está concebendo a verdade como um dado. E sim, foi a modernidade que enterrou a verdade (Descartes e Kant não são pós-modernos!). A modernidade criou a verdade da forma, do aparente (o que, em relação à concepção tradicional de verdade, não pode ser chamado de verdade, já bem observou Carnelutti). O pós-modernismo apenas aprofundou o processo.

Em relação à contradição lógica que vc vê em relação à idéia do melhor procedimento, não vejo contradição alguma. Nem John Rawls, que aponta 3 tipos de justiça procedimental: na perfeita, dispomos de um critério independente e o procedimento é estruturado para assegurar que o resultado satisfaça o critério; na imperfeita, dispomos de um critério independente, mas não é possível um procedimento que satisfaça o critério; na pura, o critério é intrinsecamente procedimental (sem qualquer referência ao resultado). 

Me atrai especificamente o último tipo. É o que vemos nos jogos de azar, por exemplo. Se um certo número de pessoas se engaja em uma série de apostas regulares, voluntárias e sem trapaça, a distribuição do dinheiro após a última jogada é justa. O resultado do jogo é justo se forem seguidas as regras que definem seu procedimento, sem a necessidade de lançarmos mão de um critério independente voltado para valorar a justiça do resultado. Se o jogo foi limpo, o resultado é justo, seja ele qual for. O processo penal do júri anglo-saxão é um procedimento desse tipo. Não é anti-moderno como o nosso, que ainda apela para uma idéia de verdade real (que valora o resultado).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falo de verdade construída pelo consenso, falo de verdade já num sentido formal, longe do sentido aristotélico e tradicional de verdade, que é o que vc está usando. Vc está concebendo a verdade como um dado. E sim, foi a modernidade que enterrou a verdade (Descartes e Kant não são pós-modernos!). A modernidade criou a verdade da forma, do aparente (o que, em relação à concepção tradicional de verdade, não pode ser chamado de verdade, já bem observou Carnelutti). O pós-modernismo apenas aprofundou o processo.</p>
<p>Em relação à contradição lógica que vc vê em relação à idéia do melhor procedimento, não vejo contradição alguma. Nem John Rawls, que aponta 3 tipos de justiça procedimental: na perfeita, dispomos de um critério independente e o procedimento é estruturado para assegurar que o resultado satisfaça o critério; na imperfeita, dispomos de um critério independente, mas não é possível um procedimento que satisfaça o critério; na pura, o critério é intrinsecamente procedimental (sem qualquer referência ao resultado). </p>
<p>Me atrai especificamente o último tipo. É o que vemos nos jogos de azar, por exemplo. Se um certo número de pessoas se engaja em uma série de apostas regulares, voluntárias e sem trapaça, a distribuição do dinheiro após a última jogada é justa. O resultado do jogo é justo se forem seguidas as regras que definem seu procedimento, sem a necessidade de lançarmos mão de um critério independente voltado para valorar a justiça do resultado. Se o jogo foi limpo, o resultado é justo, seja ele qual for. O processo penal do júri anglo-saxão é um procedimento desse tipo. Não é anti-moderno como o nosso, que ainda apela para uma idéia de verdade real (que valora o resultado).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Clodoaldo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/04/14/a-unica-resposta-correta-de-dworkin-e-os-tres-mundos-de-popper/#comment-3006</link>
		<dc:creator><![CDATA[Clodoaldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 23:47:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Melhor explicando: se alguém acredita em fantasmas, porque assim aprendeu a interpretar o mundo, porque foi convencido de que essa é uma realidade, no mundo 1 dele existirão fantasmas e estímulos que para você tem um determinado significado, para ele são interpretados como manifestações de fantasmas. No mundo 1 dele existem fantasmas e ele vai construir mundos 2 e 3 e interagir em seu mundo 1 como existindo fantasmas. Quando você o observar, vai perceber nele exteriorizações incompatíveis com sua interpretação objetiva do mundo, seu mundo 1 não bate com o mundo 1 dele, você atua de uma maneira diferente.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Melhor explicando: se alguém acredita em fantasmas, porque assim aprendeu a interpretar o mundo, porque foi convencido de que essa é uma realidade, no mundo 1 dele existirão fantasmas e estímulos que para você tem um determinado significado, para ele são interpretados como manifestações de fantasmas. No mundo 1 dele existem fantasmas e ele vai construir mundos 2 e 3 e interagir em seu mundo 1 como existindo fantasmas. Quando você o observar, vai perceber nele exteriorizações incompatíveis com sua interpretação objetiva do mundo, seu mundo 1 não bate com o mundo 1 dele, você atua de uma maneira diferente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: É possível um Deep Blue Jurídico? A teoria dos jogos e o direito &#171; Direitos Fundamentais - Blog</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/04/14/a-unica-resposta-correta-de-dworkin-e-os-tres-mundos-de-popper/#comment-3005</link>
		<dc:creator><![CDATA[É possível um Deep Blue Jurídico? A teoria dos jogos e o direito &#171; Direitos Fundamentais - Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 23:46:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Direitos Fundamentais - Blog Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!      &#171; A Única Resposta Correta de Dworkin e os Três Mundos de&#160;Popper [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Direitos Fundamentais &#8211; Blog Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!      &laquo; A Única Resposta Correta de Dworkin e os Três Mundos de&nbsp;Popper [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Clodoaldo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/04/14/a-unica-resposta-correta-de-dworkin-e-os-tres-mundos-de-popper/#comment-3003</link>
		<dc:creator><![CDATA[Clodoaldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 23:39:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1421#comment-3003</guid>
		<description><![CDATA[George, 

O problema está no mundo 1. Ele só, digamos existe, em minha mente quando toma consciência de certos aspectos, o que mesmo assim está muito condicionada aos nossos filtros de conceitos já assimilados. Embora haja algo no mundo externo objetivo, ele não existe se não me conscientizei dele, se não o elaborei intelectualmente. No caso da pipa rosa ou amarela, os conceitos de rosa e amarela, que você utilizou para diferenciar nossas percepções de mundo, não existem objetivamente, somente em nossa construção, as cores são interpretações. Portanto, o mundo 1 é totalmente construído pelos mundos 2 e 3. O que vai fazer com que alguém diga que percebe o mundo externo como outro percebe é resultado de incorporações de uso de palavras semelhantes a partir da conscientização de certos estímulos. Se alguém só conhece o animal cachorro e eu apresento um animal cavalo, ele vai dizer que é um cachorro grande, pois não existe uma outra possibilidade em seu mundo. E então, onde está um mundo 1 objetivo?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George, </p>
<p>O problema está no mundo 1. Ele só, digamos existe, em minha mente quando toma consciência de certos aspectos, o que mesmo assim está muito condicionada aos nossos filtros de conceitos já assimilados. Embora haja algo no mundo externo objetivo, ele não existe se não me conscientizei dele, se não o elaborei intelectualmente. No caso da pipa rosa ou amarela, os conceitos de rosa e amarela, que você utilizou para diferenciar nossas percepções de mundo, não existem objetivamente, somente em nossa construção, as cores são interpretações. Portanto, o mundo 1 é totalmente construído pelos mundos 2 e 3. O que vai fazer com que alguém diga que percebe o mundo externo como outro percebe é resultado de incorporações de uso de palavras semelhantes a partir da conscientização de certos estímulos. Se alguém só conhece o animal cachorro e eu apresento um animal cavalo, ele vai dizer que é um cachorro grande, pois não existe uma outra possibilidade em seu mundo. E então, onde está um mundo 1 objetivo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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