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	<title>Comentários em: Ainda os direitos dos animais (Libertação Animal)</title>
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		<title>Por: Carlos Guimarães</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/28/ainda-os-direitos-dos-animais-libertacao-animal/#comment-5261</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 20:47:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito interessante a perspectiva de todos os que aqui contribuíram para uma rica leitura sobre o termo, não importa em que grau um possível resultado seria considerado em relação à praticidade social, como alguns questionam. Claro que temos muitos problemas sociais humanos para resolver, mas a história mundial mostrou e ainda continua mostrando que a evolução humana nunca se deu de forma unânime e nem crescente e constante. Vide grandes descobertas em épocas de guerra. Conhecimentos que usamos até hoje, mas que foram descobertos com intenções de combate, que na verdade nada tinham de interesses sociais a não ser em defesa do próprio povo e ao infortúnio de outro, enfim, guerras são quase sempre originadas por questões de disputa de poder ou de soberania ou ainda por tirania. Então, qualquer questão levantada sobre quaisquer assuntos devem sempre ser consideradas como pontos passíveis de valorização na prática humana, embora nunca sirva para uma grande maioria, até porque o que é bom para um, pode não ser absolutamente nada para outro. Mas indiscutivelmente tolir opiniões apenas por serem contrárias às próprias já se justifica por si só como um preconceito. A base da filosofia humana está em vislumbrar entendimentos que sejam úteis ou não num dado momento da história da humanidade. Se nossas mentes forem sempre imediatistas, estaremos fadados ao fracasso em relação a qualquer tentativa de crescimento cultural, moral, social e espiritual ou a qualquer outro foco de visão a que estejamos prontos a absorver com otimismo. Somente assim é possível estabelecermos viabilidades de direcionamento de questões abordadas no mundo atualmente em função de grupos independentes a adotarem tendências a posturas radicais, sejam lá de qual natureza forem. Vide questões das doenças na África do Sul, divergências religiosas no oriente médio, misérias distribuídas em toda parte do mundo, onde a alimentação básica nem ao menos pode ter o luxo de opção. Todas as questões são importantes e &quot;devem ser&quot; discutidas com respeito, pois tudo o que se refere ao bem estar humano, sem nenhum tipo de rotulação fanática, será de grande valor para a humanidade de um modo geral. Mais ainda quando a consciência do ser humano despertar para uma concepção coletiva social e espiritual conjuntamente. Sem considerarmos detalhes tão fundamentais da concepção de vida humana, jamais poder-se-á atribuir maiores ou menores valores à superioridade da raça humana sobre todas as outras. Enquanto meios físicos forem os únicos e exclusivos métodos de interferência na vida humana. Existirão guerras, dentre os inúmeros tipos, as frias, oficializadas, políticas e concensuais. Cabe aqui também dizer que uma forma de preconceito incide em se colocar em posição autárquica com cunho próprio. A humanidade continua rumando para a diferenciação social em inúmeras esferas. O interesse em colocar com sustentabilidade a concepção da importância da valorização sobre a diferença de privilégios humanos sobre os outros animais é uma árdua e admirável tarefa, que deve ser tratada de forma respeitável e paciente. E quando o ser humano entender que é superior aos animais por não ter a necessidade de matar e fazer sofrer os animais considerados de raça inferior, assim também estará contribuindo para trabalhar em prol de sua própria raça sem se ater às diferenças, será uma atitude natural. Se você e eu formos incapazes de defender um animal, que diferentemente de nós não usa de sentimentos conscientemente mal-intencionados e ações premeditadas para nos fazer mal, e ao contrário, só nos prestam auxílio, carinho e sofrem muito ao serem explorados como fonte de lucro direto e indireto, sendo usados para testes de laboratório, força de tração, comércio, e ainda vítimas da indiferença, irresponsabilidade e violência por desequilíbrios emocionais e espirituais humanos, então estaremos grandiosamente iludidos ao pensarmos que somos a espécie mais evoluída neste planeta. Contudo o processo dessa conscientização já foi iniciado, não cabe a nós impormos à força e nem saberemos quando estará vigorando de forma inânime, se é que um dia estará, mas o objetivo nem deve ser este, sabemos que hoje em dia ainda existem povos que vivem sob conceitos de seus antepassados aborígenes ainda, e qual o mal nisso? O mal está na negligência de quem já tem o conhecimento e a concepção e ainda luta consigo próprio, essa é a maior guerra, o desprendimeto. A inaceitação da individualidade como ser pensante. Seguir a maioria ainda é uma herança primária do ser humano. Não sejamos bisões guiados ao penhasco. Então saibamos pelo menos entender que, embora em escala reduzida frente ao volume global, porém de forma constante e multiplicativa, contribuímos direta e  indiretamente para o sofrimento e mutilação de muitos animais ao longo de nossas vidas, e isso nada mais é do que uma herança que muitas vezes passamos a vida inteira sem questionar. E a partir do momento em que houve a oportunidade de nos depararmos com o assunto, é nobre que nos atentemos a ele e procuremos nos aprofundar a ponto de podermos ter argumentos suficientes para tomar alguma postura de adesão ou de indiferença pacífica e respeitosa. Muitos estudiosos ainda se dividem em relação à base mas não em relação ao conceito adotado. A saber; bases sociais, morais ou espirituais? Essa questão nós devemos definir primeiro antes de nos envolvermos com a polêmica abordagem, pois em muitos pontos o perfil social, moral e espiritual das pessoas as levarão a desistir ou a adotar uma consciência individual ou coletiva sobre o assunto. É bem interessante desmembrarmos a abordagem do assunto em formas mais triviais e compreensíveis para que sejam permitidas maiores compreensões àqueles que optam pelo desinteresse ao assunto em função de se depararem com raciocínios menos convidativos e acabam mantendo uma visão arraigada aos primórdios tempos. Imaginemos que com a experiência de vida desenvolvida em cada uma das pessoas que se depararam com tal pauta, seja feita uma análise própria e individual a ponto de se descobrir a razão da palavra dignidade e respeito à vida. Qualquer espécie usa de seus meios para sobreviver mesmo que para isso tenha de conduzir outras ao sofrimento e à morte por não terem conhecimento da dor alheia ou outras alternativas alimentares. Porém, as espécies que têm racionalidade e assim várias outras opções não adotadas, incidem no parasitismo e da indiferença &quot;consciente&quot; à dor alheia e aos princípios da violação dos direitos de liberdade à vida natural sem discriminação de espécie. Observe que, legalmente, apenas quando em defesa própria o ser humano pode imprimir a morte de outrem de forma consensualizada, defesa essa há séculos definida em artigos civis e criminais rezados nas leis da maior parte dos países no mundo. Se um dia a escassez de alimento chegasse ao ponto da permissão da morte humana para alimentação? Seria justo que alguém morresse para garantir a um outro o almoço? Na verdade o que já ocorre é quase isso, apenas nos sentimos ilusoriamente corretos por nos julgarmos seres superiores subjulgando as espécies inferiores. Imagine que um leão ou um tubarão nos decepe as pernas ou até mesmo todo o corpo para uma simples refeição que lhe será útil por apenas alguns dias... Qual seria a culpa do animal? Nenhuma, ele vive das oportunidades e tem seus limites podendo inclusive sucumbir à fome frente à escassez de alimento e sem outras alternativas, ainda é sabido que ele não faz a distinção racional que compete aos seres humanos sobre o valor filosófico ou não de uma vida. E quando fazemos tal qual o voraz mamífero ou peixe, imprimindo a morte direta ou indireta para termos satisfeitas parte das nossas necessidades fisiológicas de soluções plenamente alternativas? Pense nisso? Estaremos nos diferenciando dos animais em que? Então também não deveríamos ser dignos dos direitos que a nós mesmos concedemos como espécie diferenciada. Pois indiferentemente dos animais terem ou não noções de direitos quiçá pleiteados a eles no futuro, nós humanos devemos ter. E esse é, dentre outros, um grande diferencial que nos coloca, ou deveria colocar, à frente dos animais irracionais que, sem necessidade real alguma, arduamente nos servem de alimento e contribuem como utensílios pessoais e souvenirs...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante a perspectiva de todos os que aqui contribuíram para uma rica leitura sobre o termo, não importa em que grau um possível resultado seria considerado em relação à praticidade social, como alguns questionam. Claro que temos muitos problemas sociais humanos para resolver, mas a história mundial mostrou e ainda continua mostrando que a evolução humana nunca se deu de forma unânime e nem crescente e constante. Vide grandes descobertas em épocas de guerra. Conhecimentos que usamos até hoje, mas que foram descobertos com intenções de combate, que na verdade nada tinham de interesses sociais a não ser em defesa do próprio povo e ao infortúnio de outro, enfim, guerras são quase sempre originadas por questões de disputa de poder ou de soberania ou ainda por tirania. Então, qualquer questão levantada sobre quaisquer assuntos devem sempre ser consideradas como pontos passíveis de valorização na prática humana, embora nunca sirva para uma grande maioria, até porque o que é bom para um, pode não ser absolutamente nada para outro. Mas indiscutivelmente tolir opiniões apenas por serem contrárias às próprias já se justifica por si só como um preconceito. A base da filosofia humana está em vislumbrar entendimentos que sejam úteis ou não num dado momento da história da humanidade. Se nossas mentes forem sempre imediatistas, estaremos fadados ao fracasso em relação a qualquer tentativa de crescimento cultural, moral, social e espiritual ou a qualquer outro foco de visão a que estejamos prontos a absorver com otimismo. Somente assim é possível estabelecermos viabilidades de direcionamento de questões abordadas no mundo atualmente em função de grupos independentes a adotarem tendências a posturas radicais, sejam lá de qual natureza forem. Vide questões das doenças na África do Sul, divergências religiosas no oriente médio, misérias distribuídas em toda parte do mundo, onde a alimentação básica nem ao menos pode ter o luxo de opção. Todas as questões são importantes e &#8220;devem ser&#8221; discutidas com respeito, pois tudo o que se refere ao bem estar humano, sem nenhum tipo de rotulação fanática, será de grande valor para a humanidade de um modo geral. Mais ainda quando a consciência do ser humano despertar para uma concepção coletiva social e espiritual conjuntamente. Sem considerarmos detalhes tão fundamentais da concepção de vida humana, jamais poder-se-á atribuir maiores ou menores valores à superioridade da raça humana sobre todas as outras. Enquanto meios físicos forem os únicos e exclusivos métodos de interferência na vida humana. Existirão guerras, dentre os inúmeros tipos, as frias, oficializadas, políticas e concensuais. Cabe aqui também dizer que uma forma de preconceito incide em se colocar em posição autárquica com cunho próprio. A humanidade continua rumando para a diferenciação social em inúmeras esferas. O interesse em colocar com sustentabilidade a concepção da importância da valorização sobre a diferença de privilégios humanos sobre os outros animais é uma árdua e admirável tarefa, que deve ser tratada de forma respeitável e paciente. E quando o ser humano entender que é superior aos animais por não ter a necessidade de matar e fazer sofrer os animais considerados de raça inferior, assim também estará contribuindo para trabalhar em prol de sua própria raça sem se ater às diferenças, será uma atitude natural. Se você e eu formos incapazes de defender um animal, que diferentemente de nós não usa de sentimentos conscientemente mal-intencionados e ações premeditadas para nos fazer mal, e ao contrário, só nos prestam auxílio, carinho e sofrem muito ao serem explorados como fonte de lucro direto e indireto, sendo usados para testes de laboratório, força de tração, comércio, e ainda vítimas da indiferença, irresponsabilidade e violência por desequilíbrios emocionais e espirituais humanos, então estaremos grandiosamente iludidos ao pensarmos que somos a espécie mais evoluída neste planeta. Contudo o processo dessa conscientização já foi iniciado, não cabe a nós impormos à força e nem saberemos quando estará vigorando de forma inânime, se é que um dia estará, mas o objetivo nem deve ser este, sabemos que hoje em dia ainda existem povos que vivem sob conceitos de seus antepassados aborígenes ainda, e qual o mal nisso? O mal está na negligência de quem já tem o conhecimento e a concepção e ainda luta consigo próprio, essa é a maior guerra, o desprendimeto. A inaceitação da individualidade como ser pensante. Seguir a maioria ainda é uma herança primária do ser humano. Não sejamos bisões guiados ao penhasco. Então saibamos pelo menos entender que, embora em escala reduzida frente ao volume global, porém de forma constante e multiplicativa, contribuímos direta e  indiretamente para o sofrimento e mutilação de muitos animais ao longo de nossas vidas, e isso nada mais é do que uma herança que muitas vezes passamos a vida inteira sem questionar. E a partir do momento em que houve a oportunidade de nos depararmos com o assunto, é nobre que nos atentemos a ele e procuremos nos aprofundar a ponto de podermos ter argumentos suficientes para tomar alguma postura de adesão ou de indiferença pacífica e respeitosa. Muitos estudiosos ainda se dividem em relação à base mas não em relação ao conceito adotado. A saber; bases sociais, morais ou espirituais? Essa questão nós devemos definir primeiro antes de nos envolvermos com a polêmica abordagem, pois em muitos pontos o perfil social, moral e espiritual das pessoas as levarão a desistir ou a adotar uma consciência individual ou coletiva sobre o assunto. É bem interessante desmembrarmos a abordagem do assunto em formas mais triviais e compreensíveis para que sejam permitidas maiores compreensões àqueles que optam pelo desinteresse ao assunto em função de se depararem com raciocínios menos convidativos e acabam mantendo uma visão arraigada aos primórdios tempos. Imaginemos que com a experiência de vida desenvolvida em cada uma das pessoas que se depararam com tal pauta, seja feita uma análise própria e individual a ponto de se descobrir a razão da palavra dignidade e respeito à vida. Qualquer espécie usa de seus meios para sobreviver mesmo que para isso tenha de conduzir outras ao sofrimento e à morte por não terem conhecimento da dor alheia ou outras alternativas alimentares. Porém, as espécies que têm racionalidade e assim várias outras opções não adotadas, incidem no parasitismo e da indiferença &#8220;consciente&#8221; à dor alheia e aos princípios da violação dos direitos de liberdade à vida natural sem discriminação de espécie. Observe que, legalmente, apenas quando em defesa própria o ser humano pode imprimir a morte de outrem de forma consensualizada, defesa essa há séculos definida em artigos civis e criminais rezados nas leis da maior parte dos países no mundo. Se um dia a escassez de alimento chegasse ao ponto da permissão da morte humana para alimentação? Seria justo que alguém morresse para garantir a um outro o almoço? Na verdade o que já ocorre é quase isso, apenas nos sentimos ilusoriamente corretos por nos julgarmos seres superiores subjulgando as espécies inferiores. Imagine que um leão ou um tubarão nos decepe as pernas ou até mesmo todo o corpo para uma simples refeição que lhe será útil por apenas alguns dias&#8230; Qual seria a culpa do animal? Nenhuma, ele vive das oportunidades e tem seus limites podendo inclusive sucumbir à fome frente à escassez de alimento e sem outras alternativas, ainda é sabido que ele não faz a distinção racional que compete aos seres humanos sobre o valor filosófico ou não de uma vida. E quando fazemos tal qual o voraz mamífero ou peixe, imprimindo a morte direta ou indireta para termos satisfeitas parte das nossas necessidades fisiológicas de soluções plenamente alternativas? Pense nisso? Estaremos nos diferenciando dos animais em que? Então também não deveríamos ser dignos dos direitos que a nós mesmos concedemos como espécie diferenciada. Pois indiferentemente dos animais terem ou não noções de direitos quiçá pleiteados a eles no futuro, nós humanos devemos ter. E esse é, dentre outros, um grande diferencial que nos coloca, ou deveria colocar, à frente dos animais irracionais que, sem necessidade real alguma, arduamente nos servem de alimento e contribuem como utensílios pessoais e souvenirs&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/28/ainda-os-direitos-dos-animais-libertacao-animal/#comment-4706</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mariana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 04:21:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parabéns pelo texto. Sou vegetariana há 3 anos e afirmo que é plenamente possível. Sou super saudável e me alimento muito bem com alimentos variados e saborosos. Ter sensibilidade com o sofrimento dos animais faz parte da nossa evolução. Não podemos mais ignorar que os animais sofrem, bem como os danos ao meio ambiente que esse mercado causa. Nunca entendi a diferença entre o cachorrinho de estimação e o boi, a galinha, o porco, o peixe. Todos esses animais possuem sentimentos e merecem respeito e amor.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo texto. Sou vegetariana há 3 anos e afirmo que é plenamente possível. Sou super saudável e me alimento muito bem com alimentos variados e saborosos. Ter sensibilidade com o sofrimento dos animais faz parte da nossa evolução. Não podemos mais ignorar que os animais sofrem, bem como os danos ao meio ambiente que esse mercado causa. Nunca entendi a diferença entre o cachorrinho de estimação e o boi, a galinha, o porco, o peixe. Todos esses animais possuem sentimentos e merecem respeito e amor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A Ética da Eternidade – Parte II (Ética Religiosa vs. Ética Laica) &#171; Direitos Fundamentais - Blog</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/28/ainda-os-direitos-dos-animais-libertacao-animal/#comment-3068</link>
		<dc:creator><![CDATA[A Ética da Eternidade – Parte II (Ética Religiosa vs. Ética Laica) &#171; Direitos Fundamentais - Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 07:08:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] por sua defesa do direito dos animais, cuja argumentação principal foi desenvolvida no livro “Libertação Animal”. Para ele, a dor é má seja aquele que sofre. Inversamente, o prazer e a felicidade são bons, [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] por sua defesa do direito dos animais, cuja argumentação principal foi desenvolvida no livro “Libertação Animal”. Para ele, a dor é má seja aquele que sofre. Inversamente, o prazer e a felicidade são bons, [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Guilherme Feldens</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/28/ainda-os-direitos-dos-animais-libertacao-animal/#comment-2827</link>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Feldens]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 17:33:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1169#comment-2827</guid>
		<description><![CDATA[AH esqueci de mencionar, o que nos torna dignos de sermos respeitados não é o fato da razão mas sim de sermos seres humanos, independente de genero ou qualquer forma excludente, diga-se humana, ja criada, como raça superior, escravos, deficientes, homossexuais, entre outras formas de diferenciação e discriminação.
Inobstante a teoria do sofrimento, não considero a mesma suficiente para equiparar humanos e animais em direitos ou mesmo em dignidade.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AH esqueci de mencionar, o que nos torna dignos de sermos respeitados não é o fato da razão mas sim de sermos seres humanos, independente de genero ou qualquer forma excludente, diga-se humana, ja criada, como raça superior, escravos, deficientes, homossexuais, entre outras formas de diferenciação e discriminação.<br />
Inobstante a teoria do sofrimento, não considero a mesma suficiente para equiparar humanos e animais em direitos ou mesmo em dignidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Guilherme Feldens</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/28/ainda-os-direitos-dos-animais-libertacao-animal/#comment-2826</link>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Feldens]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 17:28:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1169#comment-2826</guid>
		<description><![CDATA[George
Eu so acho que o conceito da dignidade deve vir de humanos para humanos, pelo menos a partir dai se tem relaçoes juridicas. Não sei quais pontos voce defende ou não, nem pretendo conhece-los, pois meu post foi sobre a consideração da ideia da dignidade animal. 
A teoria da excludente tem seu fundamento, mas como eu disse, deve ser mantida para as relaçoes humanas.
Desculpe se eu ofendi por nao me importar pelo tema, mas eu acho extremamente temerária a ideia de igualar animais a humanos, ja temos tantos problemas etico-juridicos sem soluçao...
O Etica Pratica nao li, quem sabe no futuro eu leia ele, mas a teoria sobre animais eu discordo e, sem ofensas a quem pensa o contrario, acho irrelevante para a sociedade.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George<br />
Eu so acho que o conceito da dignidade deve vir de humanos para humanos, pelo menos a partir dai se tem relaçoes juridicas. Não sei quais pontos voce defende ou não, nem pretendo conhece-los, pois meu post foi sobre a consideração da ideia da dignidade animal.<br />
A teoria da excludente tem seu fundamento, mas como eu disse, deve ser mantida para as relaçoes humanas.<br />
Desculpe se eu ofendi por nao me importar pelo tema, mas eu acho extremamente temerária a ideia de igualar animais a humanos, ja temos tantos problemas etico-juridicos sem soluçao&#8230;<br />
O Etica Pratica nao li, quem sabe no futuro eu leia ele, mas a teoria sobre animais eu discordo e, sem ofensas a quem pensa o contrario, acho irrelevante para a sociedade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein Lima</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/28/ainda-os-direitos-dos-animais-libertacao-animal/#comment-2824</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 23:27:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Guilherme,

também não li o &quot;Libertação Animal&quot;. Por isso, minha &quot;defesa&quot; do Peter Singer baseia-se no &quot;Ética Prática&quot;.

Inicialmente, é difícil debater com alguém que acha que o tema não é importante. Para mim, é um dos pontos mais relavantes na teoria dos direitos fundamentais, pois envolve o próprio conceito de dignidade. Se o que nos torna dignos de respeito e consideração é a razão, como você diz, então devemos excluir desse rol os deficientes, ou as crianças, ou os fetos, ou as pessoas que estão dormindo. 

O &quot;círculo da dignidade&quot; sempre foi excludente: mulheres, escravos, deficientes etc, somente há pouco tempo alcaçaram algum status jurídicos decente. Esse círculo foi se ampliando gradativamente até atingir um patamar muito bom para os seres humanos: todos somos dignos. O que Peter Singer propõe é que ampliemos o círculos ético para considerar também os animais com dignos de alguma consideração e respeito.

A base da ética de Peter Singer é o sofrimento. É por isso que ele diz que animais que sentem dor merecem não sofrer. Esse é o direito básico de qualquer animal que possui um sistema nevorso desenvolvido. Se você não pode maltratar uma criança também não deveria maltratar um animal.

Ele disse isso muito antes de nossa constituição prevê uma cláusula proibindo a crueldade com os animais. Pode ter certeza que, de algum modo, a teoria dele influenciou nossa constituição nesse ponto.

Sugiro que leia com atenção o livro do Peter Singer, pois os argumentos que você utilizou são tão frágeis que não dá nem pra levar em conta numa discussão mais séria.

Discordo de muita coisa que o Peter Singer defendeu. Inclusive, não estou tão seguro assim quanto à dignidade animal, que ele equipara à dignidade humana. Mas posso garantir que o livro dele foi um dos livros mais impressionantes que já li em toda minha vida. (estou falando do Ética Prática)

George]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Guilherme,</p>
<p>também não li o &#8220;Libertação Animal&#8221;. Por isso, minha &#8220;defesa&#8221; do Peter Singer baseia-se no &#8220;Ética Prática&#8221;.</p>
<p>Inicialmente, é difícil debater com alguém que acha que o tema não é importante. Para mim, é um dos pontos mais relavantes na teoria dos direitos fundamentais, pois envolve o próprio conceito de dignidade. Se o que nos torna dignos de respeito e consideração é a razão, como você diz, então devemos excluir desse rol os deficientes, ou as crianças, ou os fetos, ou as pessoas que estão dormindo. </p>
<p>O &#8220;círculo da dignidade&#8221; sempre foi excludente: mulheres, escravos, deficientes etc, somente há pouco tempo alcaçaram algum status jurídicos decente. Esse círculo foi se ampliando gradativamente até atingir um patamar muito bom para os seres humanos: todos somos dignos. O que Peter Singer propõe é que ampliemos o círculos ético para considerar também os animais com dignos de alguma consideração e respeito.</p>
<p>A base da ética de Peter Singer é o sofrimento. É por isso que ele diz que animais que sentem dor merecem não sofrer. Esse é o direito básico de qualquer animal que possui um sistema nevorso desenvolvido. Se você não pode maltratar uma criança também não deveria maltratar um animal.</p>
<p>Ele disse isso muito antes de nossa constituição prevê uma cláusula proibindo a crueldade com os animais. Pode ter certeza que, de algum modo, a teoria dele influenciou nossa constituição nesse ponto.</p>
<p>Sugiro que leia com atenção o livro do Peter Singer, pois os argumentos que você utilizou são tão frágeis que não dá nem pra levar em conta numa discussão mais séria.</p>
<p>Discordo de muita coisa que o Peter Singer defendeu. Inclusive, não estou tão seguro assim quanto à dignidade animal, que ele equipara à dignidade humana. Mas posso garantir que o livro dele foi um dos livros mais impressionantes que já li em toda minha vida. (estou falando do Ética Prática)</p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Guilherme Feldens</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/28/ainda-os-direitos-dos-animais-libertacao-animal/#comment-2821</link>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Feldens]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 20:18:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ola, leio a algum tempo o blog, mas nunca havia me manifestado.
Eu não li a obra, apenas li a crítica transcrita.
Inobstante o fato de haver bons argumentos, não vejo com bons olhos esse tipo de coisa, querer regular direitos aos animais, sugerir estilo de vida de vegetarianismo, dentre outros. Primeiro, estamos em vantagem unica e exclusivamente pela capacidade de raciocinar, o processo de evoluçao de sociedade jamais passou pela participaçao de animais. Fora que, se for haver tal defesa, haverá uma irremediavel evoluçao o seguinte sentido: Os animais invertebrados também serão protegidos? afinal, sao classificados como &quot;animais&quot; tambem. Assim, passaremos a conviver e respeitar direitos de aranhas, escorpioes, formigas e outros?
Será que não será um claro sinal de preconceito a violação das outras formas de vida, vegetal, bacteriana, fungos e viral? Porque apenas a vida &quot;animal&quot; seria protegida? Nesse diapasão, haveria de ter uma terrível revolução, ja que´pesquisamos medicamentos para aniquilaçao de muitas dessas formas de vida. Alem disso, as ultimas citadas vivem de invadir as demais.
Outro ponto que acho bem relativo é a da vida em matadouro, ou de animais que vivem apenas para serem abatidos. Oras, se por um lado eles irão morrer, por outro, estão livres do stress causado pela vida selvagem. Qualquer um que assista programas de reino animal ja deve ter ficado com pena de algum filhote que, com menos de algumas horas de vida, já é devorado por um leão ou outro predador qualquer. Um bezerro tem, nesse prisma, uma vida muito mais tranquila e segura do que de um filhote de zebra, que pode ser abatido a qualquer momento. 
Obviamente, os maus tratos devem ser combatidos, porque isso sim é errado. Esportes onde a ideia seja a violencia contra o animal deve ser abolida, pessoas que agridem seus cãos e gatos, papagaios e afins, isso deve ser reprimido, mas sem esse exagero desmedido.
Tenho certo preconceito contra determinadas formas de filosofia, pois as mesmas vem sem qualquer utilidade prática para a sociedade. Enquadro essa dos animais nesse rol, porque devemos considerar, primeiro, que o autor do livro nao deve ter muito com que se preocupar, como pagar contas, comprar leite pros filhos, nao deixar a conta bancaria estourar, podendo dai filosofar sobre os direitos dos animais, segundo que em um mundo onde lutamos para tentar acertar as relaçoes humanas, surge uma proposta de libertação animal, que vincularia o vegetarianismo, mas que ai nao calcula impacto ambiental para produçao de vegetais como base de escala mundial, convivencia e direito de defesa contra ataques animais, entre outros assuntos que se tornariam necessarios e relevantes.
Concluindo, gosto do blog e da iniciativa do blogueiro, so nao concordo com esta teoria, creio que há coisas de extrema importancia para que nos preocupemos em jurisdicionar do que direito aos animais.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola, leio a algum tempo o blog, mas nunca havia me manifestado.<br />
Eu não li a obra, apenas li a crítica transcrita.<br />
Inobstante o fato de haver bons argumentos, não vejo com bons olhos esse tipo de coisa, querer regular direitos aos animais, sugerir estilo de vida de vegetarianismo, dentre outros. Primeiro, estamos em vantagem unica e exclusivamente pela capacidade de raciocinar, o processo de evoluçao de sociedade jamais passou pela participaçao de animais. Fora que, se for haver tal defesa, haverá uma irremediavel evoluçao o seguinte sentido: Os animais invertebrados também serão protegidos? afinal, sao classificados como &#8220;animais&#8221; tambem. Assim, passaremos a conviver e respeitar direitos de aranhas, escorpioes, formigas e outros?<br />
Será que não será um claro sinal de preconceito a violação das outras formas de vida, vegetal, bacteriana, fungos e viral? Porque apenas a vida &#8220;animal&#8221; seria protegida? Nesse diapasão, haveria de ter uma terrível revolução, ja que´pesquisamos medicamentos para aniquilaçao de muitas dessas formas de vida. Alem disso, as ultimas citadas vivem de invadir as demais.<br />
Outro ponto que acho bem relativo é a da vida em matadouro, ou de animais que vivem apenas para serem abatidos. Oras, se por um lado eles irão morrer, por outro, estão livres do stress causado pela vida selvagem. Qualquer um que assista programas de reino animal ja deve ter ficado com pena de algum filhote que, com menos de algumas horas de vida, já é devorado por um leão ou outro predador qualquer. Um bezerro tem, nesse prisma, uma vida muito mais tranquila e segura do que de um filhote de zebra, que pode ser abatido a qualquer momento.<br />
Obviamente, os maus tratos devem ser combatidos, porque isso sim é errado. Esportes onde a ideia seja a violencia contra o animal deve ser abolida, pessoas que agridem seus cãos e gatos, papagaios e afins, isso deve ser reprimido, mas sem esse exagero desmedido.<br />
Tenho certo preconceito contra determinadas formas de filosofia, pois as mesmas vem sem qualquer utilidade prática para a sociedade. Enquadro essa dos animais nesse rol, porque devemos considerar, primeiro, que o autor do livro nao deve ter muito com que se preocupar, como pagar contas, comprar leite pros filhos, nao deixar a conta bancaria estourar, podendo dai filosofar sobre os direitos dos animais, segundo que em um mundo onde lutamos para tentar acertar as relaçoes humanas, surge uma proposta de libertação animal, que vincularia o vegetarianismo, mas que ai nao calcula impacto ambiental para produçao de vegetais como base de escala mundial, convivencia e direito de defesa contra ataques animais, entre outros assuntos que se tornariam necessarios e relevantes.<br />
Concluindo, gosto do blog e da iniciativa do blogueiro, so nao concordo com esta teoria, creio que há coisas de extrema importancia para que nos preocupemos em jurisdicionar do que direito aos animais.</p>
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		<title>Por: Maria perpetua</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/28/ainda-os-direitos-dos-animais-libertacao-animal/#comment-2752</link>
		<dc:creator><![CDATA[Maria perpetua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 13:05:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1169#comment-2752</guid>
		<description><![CDATA[nao gostei de voces sao parvos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nao gostei de voces sao parvos</p>
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