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	<title>Comentários em: Teoria Feminista do Direito e Prostituição</title>
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		<title>Por: Lucas Lopes Martins</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/17/teoria-feminista-do-direito-e-prostituicao/#comment-6218</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lucas Lopes Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 19:31:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ah, mais uma coisa...
estou tendo mta dificuldade em encontar bibliografia especializada no campo do Direiro, meus trabalho tem sido guiado por artigos e bibliografia no campo da sociologia, se o Sr. puder me indicar algo, ficaria agradecido,mto obrigado.
att]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ah, mais uma coisa&#8230;<br />
estou tendo mta dificuldade em encontar bibliografia especializada no campo do Direiro, meus trabalho tem sido guiado por artigos e bibliografia no campo da sociologia, se o Sr. puder me indicar algo, ficaria agradecido,mto obrigado.<br />
att</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Lucas Lopes Martins</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/17/teoria-feminista-do-direito-e-prostituicao/#comment-6217</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lucas Lopes Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 19:26:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1174#comment-6217</guid>
		<description><![CDATA[Caro prof. George
gostaria de ter encontrado esse blog e especialmente esse post na época em que os comentários estavam &quot;fervendo&quot;, pois é nítido que muitos sabem muito bem do que estão falando em seus posts, assim como é evidente que, &quot;alguns&quot;, apesar do notável conhecimento que obviamente tem, por motivo de preconceito, acabam por tirarem conclusões preciptadas. Bem, estou escrevendo minha monografia neste ano, e o tema é &quot;A Regulamentação da Prostituição e suas repercussões no Direito&quot;. Eu concordo quase que totalmente com BOLANOS, ao meu ver o que está faltando, para aqueles que entendem ser um absurdo a regulamentação, é analizar o caso empiricamente, não se trata apenas de uma discussão na seára jurídica. Quem ficar atrás de mesa analisando apenas princípios e normas em geral e não olhar para como se da essa realidade no caso concreto, estará fadado a uma conclusão errônea e preconceituosa. É fato que a prostituição não vai acabar, seja ela regulamentada ou não, logo não seria a regulamentação da prostituição o efetivo cumprimento do princípio da dignidade da pessoa humana?(apesar de não haver hierarquia entre os princípios constitucionais, caso houvesse, seria esse o mais importante, pois tdu q é regulamentado é visando o convívio em sociedade e o bem estar do ser humano)
se a prostituição fosse regulamentada, haveria fiscalização, garantindo condições mínimas de saúde, previdencia e direitos trabalhistas.

Sob a ótica do Direito Penal: em qualquer cidade tdos sabem onde fica a &quot;zona&quot;, será que só a polícia não sabe? pois a &quot;zona&quot; pertence a alguem que explora a prostituição, e isso sim é crime. A resposta para tal questão é de cunho social, não me recordo a teoria, mas, é mais interessante para a polícia fazer &quot;vista grossa&quot; do que cumprir a lei, pois pessoas que por fatores psicológicos são inclinadas a cometerem crimes de natureza sexual, gastam suas energias na &quot;zona&quot;. Resumindo, é um mal necessários e enraizado em todas as culturas e épocas, que não vai terminar pq o legislador quer ou não, então cabe aos mesmos regulamentar a categoria e permitir que essas pessoas(homens e mulheres) que escolherem esse caminho (não interessa se foi pq gosta ou por fator econômico, ambos vão se prostituir) tenham o mínimo de dignidade, pois ja são trabalhadoras de fato, só falta serem também Trabalhadoras de Direito]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro prof. George<br />
gostaria de ter encontrado esse blog e especialmente esse post na época em que os comentários estavam &#8220;fervendo&#8221;, pois é nítido que muitos sabem muito bem do que estão falando em seus posts, assim como é evidente que, &#8220;alguns&#8221;, apesar do notável conhecimento que obviamente tem, por motivo de preconceito, acabam por tirarem conclusões preciptadas. Bem, estou escrevendo minha monografia neste ano, e o tema é &#8220;A Regulamentação da Prostituição e suas repercussões no Direito&#8221;. Eu concordo quase que totalmente com BOLANOS, ao meu ver o que está faltando, para aqueles que entendem ser um absurdo a regulamentação, é analizar o caso empiricamente, não se trata apenas de uma discussão na seára jurídica. Quem ficar atrás de mesa analisando apenas princípios e normas em geral e não olhar para como se da essa realidade no caso concreto, estará fadado a uma conclusão errônea e preconceituosa. É fato que a prostituição não vai acabar, seja ela regulamentada ou não, logo não seria a regulamentação da prostituição o efetivo cumprimento do princípio da dignidade da pessoa humana?(apesar de não haver hierarquia entre os princípios constitucionais, caso houvesse, seria esse o mais importante, pois tdu q é regulamentado é visando o convívio em sociedade e o bem estar do ser humano)<br />
se a prostituição fosse regulamentada, haveria fiscalização, garantindo condições mínimas de saúde, previdencia e direitos trabalhistas.</p>
<p>Sob a ótica do Direito Penal: em qualquer cidade tdos sabem onde fica a &#8220;zona&#8221;, será que só a polícia não sabe? pois a &#8220;zona&#8221; pertence a alguem que explora a prostituição, e isso sim é crime. A resposta para tal questão é de cunho social, não me recordo a teoria, mas, é mais interessante para a polícia fazer &#8220;vista grossa&#8221; do que cumprir a lei, pois pessoas que por fatores psicológicos são inclinadas a cometerem crimes de natureza sexual, gastam suas energias na &#8220;zona&#8221;. Resumindo, é um mal necessários e enraizado em todas as culturas e épocas, que não vai terminar pq o legislador quer ou não, então cabe aos mesmos regulamentar a categoria e permitir que essas pessoas(homens e mulheres) que escolherem esse caminho (não interessa se foi pq gosta ou por fator econômico, ambos vão se prostituir) tenham o mínimo de dignidade, pois ja são trabalhadoras de fato, só falta serem também Trabalhadoras de Direito</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Helena</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/17/teoria-feminista-do-direito-e-prostituicao/#comment-4821</link>
		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 06:07:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1174#comment-4821</guid>
		<description><![CDATA[Você começou o texto como um advogado, apelando para os sentimentos e praticamente se desculpando por estar falando em um tema feminista. o feminismo não deve ser algo para se envergonhar, assim como todos os movimentos sociais tem todas as suas alas que devem ser ouvidas antes de serem assim discriminadas. Não sou adepta de nenhuma, como vê, sou uma mulher, e poucas as que escreveram aqui, pois quem mais gostou do seu texto foram os homens. Nem cheguei a lê-lo todo, me desculpe, porque achei realmente hipócrita da sua parte, mas senti uma ponta de preocupação sobre o tema coisa que seu orgulho não deixa se exprimir completamente. A prostituição é para as prostitutas fonte de muita dor, eu convivo com isso diariamente, não sou uma, mas vivo no meio disso. Se para os homens elas se mostram mulheres fortes e felizes, faz parte da profissão delas, mas a maioria é alcólatra, ou toma remédio controlado ou faz uso de drogas, mesmo aquelas que conseguem abandonar a profissão ficam com sequelas por toda vida. Apenas queria dizer, que devemos olhar essa questão pelo lado humano, e ver que a discriminação a pessoas que não fazem nada a ninguém serve para incentivá-las a continuar nessa vida.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você começou o texto como um advogado, apelando para os sentimentos e praticamente se desculpando por estar falando em um tema feminista. o feminismo não deve ser algo para se envergonhar, assim como todos os movimentos sociais tem todas as suas alas que devem ser ouvidas antes de serem assim discriminadas. Não sou adepta de nenhuma, como vê, sou uma mulher, e poucas as que escreveram aqui, pois quem mais gostou do seu texto foram os homens. Nem cheguei a lê-lo todo, me desculpe, porque achei realmente hipócrita da sua parte, mas senti uma ponta de preocupação sobre o tema coisa que seu orgulho não deixa se exprimir completamente. A prostituição é para as prostitutas fonte de muita dor, eu convivo com isso diariamente, não sou uma, mas vivo no meio disso. Se para os homens elas se mostram mulheres fortes e felizes, faz parte da profissão delas, mas a maioria é alcólatra, ou toma remédio controlado ou faz uso de drogas, mesmo aquelas que conseguem abandonar a profissão ficam com sequelas por toda vida. Apenas queria dizer, que devemos olhar essa questão pelo lado humano, e ver que a discriminação a pessoas que não fazem nada a ninguém serve para incentivá-las a continuar nessa vida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: roberto quintas</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/17/teoria-feminista-do-direito-e-prostituicao/#comment-4238</link>
		<dc:creator><![CDATA[roberto quintas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 10:38:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[eu estou acompanhando alguns textos na internet sobre o assunto e não pude deixar de lado algumas opiniões das feministas &quot;radicais&quot; que colocam o assunto sob a ótica da opressão/exploração/degradação da mulher.
como homem e pagão (e siplesmente adoro mulher e sexo) eu me interesso pelo tema e gostaria de usar uma parte de seu texto para uma futura tese/dissertação sobre a prostituição, a pornografia, a militância do corpo, tabus e proibições sociais, o corpo, o sexo, o prazer, gênero e papéis sexuais e relacionamentos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu estou acompanhando alguns textos na internet sobre o assunto e não pude deixar de lado algumas opiniões das feministas &#8220;radicais&#8221; que colocam o assunto sob a ótica da opressão/exploração/degradação da mulher.<br />
como homem e pagão (e siplesmente adoro mulher e sexo) eu me interesso pelo tema e gostaria de usar uma parte de seu texto para uma futura tese/dissertação sobre a prostituição, a pornografia, a militância do corpo, tabus e proibições sociais, o corpo, o sexo, o prazer, gênero e papéis sexuais e relacionamentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jar.io</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/17/teoria-feminista-do-direito-e-prostituicao/#comment-3681</link>
		<dc:creator><![CDATA[jar.io]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 23:03:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;strong&gt;Subiu, subiu! A grande Babilônia...&lt;/strong&gt;

&#8230; foi eleito para ser a Nova Babilônia, terra de horrores e corrupção espiritual, pois está escrito que haverá uma BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E &#8230;
......]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Subiu, subiu! A grande Babilônia&#8230;</strong></p>
<p>&#8230; foi eleito para ser a Nova Babilônia, terra de horrores e corrupção espiritual, pois está escrito que haverá uma BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E &#8230;<br />
&#8230;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fred</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/17/teoria-feminista-do-direito-e-prostituicao/#comment-3671</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fred]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 20:05:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vale lembrar que a legalização da prostiruição deveria ser implementada com algumas condições, como por exemplo determinar áreas da cidade onde poderia haver esses tipos de casa, assim só veriamos garotas se oferecendo somente em local especifico, proibindo a entrada de menores de 18 anos. Obviamente não existiria mais casas em cada esquina como acontece no centro do Rio de Janeiro!!! Quando ha esse tipo de contravenção, ocorre muita estorsão e propina, com a legalização isso acabaria e empresarios que tivessem interesse em investir nesta área teriam que se adequar nas legislações trabalhistas especifica para esse tipo de profissao.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vale lembrar que a legalização da prostiruição deveria ser implementada com algumas condições, como por exemplo determinar áreas da cidade onde poderia haver esses tipos de casa, assim só veriamos garotas se oferecendo somente em local especifico, proibindo a entrada de menores de 18 anos. Obviamente não existiria mais casas em cada esquina como acontece no centro do Rio de Janeiro!!! Quando ha esse tipo de contravenção, ocorre muita estorsão e propina, com a legalização isso acabaria e empresarios que tivessem interesse em investir nesta área teriam que se adequar nas legislações trabalhistas especifica para esse tipo de profissao.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sergio Neumayer</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/17/teoria-feminista-do-direito-e-prostituicao/#comment-3633</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sergio Neumayer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 02:41:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1174#comment-3633</guid>
		<description><![CDATA[George,

Informo que estou criando um grupo de discussões denominado LIBERDADE DE ESCOLHA no Yahoo, que pode ser de seu interesse participar, com a descrição abaixo:

A geração jovem de 1968 bradava pelas ruas de Paris palavra de ordem, muito bem utilizada por Caetano Veloso em um de seus poemas musicais, que parece esquecida nos dias de hoje - &quot;é proibido proibir&quot;. A cada ano que passa, governos democráticos de todo o mundo, insistem em restringir a liberdade de escolha, que todo indivíduo almeja ter, na compra de produtos e na contratação de serviços, com o pretexto e suposta boa intenção de proteger o conjunto da população.

Para a maioria, pouco importa a imposição de determinadas restrições que em nada interferem com sua vida; principalmente quando tais restrições, de alguma forma, até lhe propiciam mais conforto ou ilusória proteção. Para os atingidos, entretanto, pouco a pouco emergem sentimentos de indignação, incompreensão, injustiça, segregação e revolta.

Este grupo tem como objetivo manter um fórum permanente de discussão sobre aspectos legais ou para-legais que restringem a liberdade de escolha do indivíduo no consumo de produtos e serviços, e no livre direito de desenvolver negócios e empreender. Pretende-se reunir em um único fórum de discussões, sem qualquer tipo de incentivo ou apologia ao consumo e à prática de atos considerados hoje como condenáveis ou ilegais, &quot;as minorias&quot; que defendem a legalização do aborto, da eutanásia e dos cassinos, os favoráveis à regulamentação da profissão de prostituta e a existência legal de casas de prostituição, fumantes inconformados com as restrições crescentes ao hábito, e outros grupos contrários ao excesso de restrições impostas pelos poderes constituídos à sociedade.

Peça aos interessados em participar que escrevam para sergio.neumayer@globo.com que remeterei convite eletrônico.

Abraços,

SCN]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George,</p>
<p>Informo que estou criando um grupo de discussões denominado LIBERDADE DE ESCOLHA no Yahoo, que pode ser de seu interesse participar, com a descrição abaixo:</p>
<p>A geração jovem de 1968 bradava pelas ruas de Paris palavra de ordem, muito bem utilizada por Caetano Veloso em um de seus poemas musicais, que parece esquecida nos dias de hoje &#8211; &#8220;é proibido proibir&#8221;. A cada ano que passa, governos democráticos de todo o mundo, insistem em restringir a liberdade de escolha, que todo indivíduo almeja ter, na compra de produtos e na contratação de serviços, com o pretexto e suposta boa intenção de proteger o conjunto da população.</p>
<p>Para a maioria, pouco importa a imposição de determinadas restrições que em nada interferem com sua vida; principalmente quando tais restrições, de alguma forma, até lhe propiciam mais conforto ou ilusória proteção. Para os atingidos, entretanto, pouco a pouco emergem sentimentos de indignação, incompreensão, injustiça, segregação e revolta.</p>
<p>Este grupo tem como objetivo manter um fórum permanente de discussão sobre aspectos legais ou para-legais que restringem a liberdade de escolha do indivíduo no consumo de produtos e serviços, e no livre direito de desenvolver negócios e empreender. Pretende-se reunir em um único fórum de discussões, sem qualquer tipo de incentivo ou apologia ao consumo e à prática de atos considerados hoje como condenáveis ou ilegais, &#8220;as minorias&#8221; que defendem a legalização do aborto, da eutanásia e dos cassinos, os favoráveis à regulamentação da profissão de prostituta e a existência legal de casas de prostituição, fumantes inconformados com as restrições crescentes ao hábito, e outros grupos contrários ao excesso de restrições impostas pelos poderes constituídos à sociedade.</p>
<p>Peça aos interessados em participar que escrevam para <a href="mailto:sergio.neumayer@globo.com">sergio.neumayer@globo.com</a> que remeterei convite eletrônico.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>SCN</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/02/17/teoria-feminista-do-direito-e-prostituicao/#comment-3402</link>
		<dc:creator><![CDATA[João]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 02:45:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=1174#comment-3402</guid>
		<description><![CDATA[Até tentei, mas..
]
&quot;Portanto, os &#039;óculos feministas&#039; proporcionam uma visão desconfiada, &#039;à la teoria da conspiração&#039;, como se tudo não passasse de uma tentativa machista de subjugar as mulheres.&quot;

&quot;Entre as feministas, todas reconhecem que a prostituição é uma atividade degradante e que, de preferência, as mulheres não deveriam prestar serviços sexuais. Mas elas prestam mesmo assim.&quot;

&quot;Algumas propõem a proibição pura e simples. É uma atividade indigna e ponto final. Deve ser abolida e combatida.&quot;

&quot;As feministas &#039;idealizavam&#039; as prostitutas, mas, no fundo, eram as mais preconceituosas, pois nenhuma mulher aceitaria que seu namorado ou seu marido &#039;usassem&#039; os serviços sexuais das prostitutas e mesmo assim estavam tratando o assunto como se fosse uma atividade normal.&quot;

Moralismo barato.
Fraquíssimo. Tenta de novo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até tentei, mas..<br />
]<br />
&#8220;Portanto, os &#8216;óculos feministas&#8217; proporcionam uma visão desconfiada, &#8216;à la teoria da conspiração&#8217;, como se tudo não passasse de uma tentativa machista de subjugar as mulheres.&#8221;</p>
<p>&#8220;Entre as feministas, todas reconhecem que a prostituição é uma atividade degradante e que, de preferência, as mulheres não deveriam prestar serviços sexuais. Mas elas prestam mesmo assim.&#8221;</p>
<p>&#8220;Algumas propõem a proibição pura e simples. É uma atividade indigna e ponto final. Deve ser abolida e combatida.&#8221;</p>
<p>&#8220;As feministas &#8216;idealizavam&#8217; as prostitutas, mas, no fundo, eram as mais preconceituosas, pois nenhuma mulher aceitaria que seu namorado ou seu marido &#8216;usassem&#8217; os serviços sexuais das prostitutas e mesmo assim estavam tratando o assunto como se fosse uma atividade normal.&#8221;</p>
<p>Moralismo barato.<br />
Fraquíssimo. Tenta de novo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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