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	<title>Comentários em: Contra as palavras grandiloqüentes (ou contra o embromacionismo)</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: yeqpjg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[yeqpjg]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:58:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[e4OQVL  &lt;a href=&quot;http://sbrnhxwjndxh.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;sbrnhxwjndxh&lt;/a&gt;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e4OQVL  <a href="http://sbrnhxwjndxh.com/" rel="nofollow">sbrnhxwjndxh</a></p>
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		<title>Por: Alif</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alif]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 09:17:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Obrigada Carlie, que bom que gsotou das informações do blog, volte sempre!Abraços!Laís]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada Carlie, que bom que gsotou das informações do blog, volte sempre!Abraços!Laís</p>
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	<item>
		<title>Por: Aegos</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/16/contra-as-palavras-grandiloquentes-ou-contra-o-embromacionismo/#comment-7502</link>
		<dc:creator><![CDATA[Aegos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 02:29:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá Rosa!Podias cdinvoar a D. Abília a dar um workshop&#8230; é lindíssimo esse ponto, para além de curioso.Bjis]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Rosa!Podias cdinvoar a D. Abília a dar um workshop&#8230; é lindíssimo esse ponto, para além de curioso.Bjis</p>
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		<title>Por: Complicar o que é simples &#171; Svencarioca&#8217;s Blog</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/16/contra-as-palavras-grandiloquentes-ou-contra-o-embromacionismo/#comment-2496</link>
		<dc:creator><![CDATA[Complicar o que é simples &#171; Svencarioca&#8217;s Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 15:53:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] 29, 2009 por svencarioca    Este post foi inspriado pelos comentários do George Marmelstein sobre a dificuldade de entender textos de jusfilosofos, especialment do Jurgen Habermas. Estou partindo da ideia que o direito é [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] 29, 2009 por svencarioca    Este post foi inspriado pelos comentários do George Marmelstein sobre a dificuldade de entender textos de jusfilosofos, especialment do Jurgen Habermas. Estou partindo da ideia que o direito é [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Thiago. - O Primeiro, e Verdadeiro- O Mais Chato.</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/16/contra-as-palavras-grandiloquentes-ou-contra-o-embromacionismo/#comment-2468</link>
		<dc:creator><![CDATA[Thiago. - O Primeiro, e Verdadeiro- O Mais Chato.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 03:13:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para descontrair, declara-se que tudo se revolve no âmbito de salsicheiros e Pasteleitos, conforme o texto abaixo.


&quot;Salsicheiros e Pasteleiros

Thomaz Wood Jr.
C. C. Dez/2008-Jan/2009. ed. nº 32, p. 29

Outubro tem lugar reservado na agenda científica: é o mês de distribuição do conhecido prêmio Ig Nobel, uma paródia do prêmio Nobel. A premiação é organizada pela revista Annals of Improbable Research e apresentada em uma cerimônia em Harvard, nos Estados Unidos. Em 2008, dois brasileiros receberam a duvidosa láurea, por seus estudos sobre o impacto dos tatus nas escavações Arqueológicas. Merecido! A área de gestão nunca recebeu um Prêmio Ig Nobel, o que é uma grande injustiça, dada a quantidade de inutilidades curiosas produzidas pelo campo.

Hoje, a pesquisa científica em gestão é uma atividade globalizada, organizada na forma de uma grande e complexa linha de montagem. Curiosamente, esse sofisticado sistema produtivo, frequentemente movido por recursos públicos, produz apenas para si mesmo. Funciona como uma grande fábrica de salsichas, gerida por doutores salsicheiros, que produzem suas tripas recheadas nas mais variadas qualidades, mas sempre para consumo próprio.

O Sistema Internacional de Salsichas (SIS) organizou-se, a partir dos EUA, e continua sendo dominado pelos Ianques (sempre eles!). Três componentes dominam o modelo: os centros de pesquisa, sediados nas escolas de negócios, os eventos acadêmicos e as revistas científicas.

Nos centros de pesquisa trabalham os Ph.Ds. São tipos sofisticados que zelam pelos mais rigorosos métodos de produção de salsichas. De tempos em tempos, eles selecionam noviços, que serão socializados nas artes e artimanhas da produção de salsichas. Formados, eles darão continuidade aos rituais e tradições do métier.

Quando o sol dá as caras e a temperatura se torna mais amena, os doutores salsicheiros internacionais se delocam para os mais aprazíveis locais do planeta, hospedam-se em bons hotéis e apresentam orgulhosos, aos colegas e admiradores, suas mais belas criações. Nessas ocasiões, bebem, dançam e, apresentando-se a ocasião, cometem adultério.

O principal objetivo de vida dos doutores salsicheiros é revelar ao mundo suas salsichas científicas, o que acontece nos principais periódicos acadêmicos. Tais periódicos, sabe-se bem, raramente são lidos. De fato, nem mesmo os próprios doutores salsicheiros costumam ler esses volumosos e impenetráveis compêndios. Porém, isso é de importância menor, já que o que movimenta suas carreiras são as  publicações, não a utilidade de suas idéias.

Enquanto isso, o mundo real das empresas segue seu ritmo enfurecido, algumas substantivas e radicais, outras aparentes ou efêmeras. Como os doutores salsicheiros não lhe atendem as necessidades de conhecimento e análise, recorre-se a um outro oráculo, formado pelos mestres pasteleiros.

Os mestres pasteleiros são diferentes dos doutores salsicheiros. Eles não se prendem a questões de rigor e desconhecem métodos científicos. Gostam mesmo é de falar de sua experiência prática, nem sempre comprovada, e de suas maravilhosas poções mágicas, capazes de curar qualquer mal corporativo.

O produto principal dos mestres pasteleiros é o pastel de vento, que é oferecido na forma de palestras, livros ou artigos em revistas de grande circulação. A falta de recheio é amplamente compensada com simpatia, pirotecnia e obviedades. 

O sucesso dos mestres pasteleiros foi tanto que, à semelhança do Sistema Internacional de Salsichas, criou-se também um Sistema Internacional de Pastéis (SIP), com seus gurus, congressos, revistas e livros.

Pindorama, nos últimos anos, produziu clones dos dois sistemas. Temos tanto um Sistema Nacional de Salsichas (SNS), quanto um Sistema Nacional de Pastéis (SNP). Nossos doutores salsicheiros desenvolvem suas salsichas nas nossas melhores universidades, formam noviços e encontram-se, anualmente, à beira-mar ou no campo, para trocar receitas e dançar ao som de New York, New York.

A produção de salsichas é acompanhada com cuidado nos nossos mais afamados templos do saber. O foco é a produtividade. Para aumentar a produção, empregam-se as mais variadas artimanhas. Enquanto isso, fora das torres de marfim, os mestres pasteleiros espalham palestras motivacionais e técnicas infalíveis de gestão. Eventualmente, um doutor salsicheiro torna-se mestre pasteleiro ou um mestre pasteleiro entra para a confraria dos doutores salsicheiros. E por que não?

Nota: O escriba reconhece que a metáfora pode ser considerada ofensiva e conta com a compreensão dos verdadeiros produtores de salsichas e pastéis (mesmo os de vento), do tipo utilizado para alimentação.&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para descontrair, declara-se que tudo se revolve no âmbito de salsicheiros e Pasteleitos, conforme o texto abaixo.</p>
<p>&#8220;Salsicheiros e Pasteleiros</p>
<p>Thomaz Wood Jr.<br />
C. C. Dez/2008-Jan/2009. ed. nº 32, p. 29</p>
<p>Outubro tem lugar reservado na agenda científica: é o mês de distribuição do conhecido prêmio Ig Nobel, uma paródia do prêmio Nobel. A premiação é organizada pela revista Annals of Improbable Research e apresentada em uma cerimônia em Harvard, nos Estados Unidos. Em 2008, dois brasileiros receberam a duvidosa láurea, por seus estudos sobre o impacto dos tatus nas escavações Arqueológicas. Merecido! A área de gestão nunca recebeu um Prêmio Ig Nobel, o que é uma grande injustiça, dada a quantidade de inutilidades curiosas produzidas pelo campo.</p>
<p>Hoje, a pesquisa científica em gestão é uma atividade globalizada, organizada na forma de uma grande e complexa linha de montagem. Curiosamente, esse sofisticado sistema produtivo, frequentemente movido por recursos públicos, produz apenas para si mesmo. Funciona como uma grande fábrica de salsichas, gerida por doutores salsicheiros, que produzem suas tripas recheadas nas mais variadas qualidades, mas sempre para consumo próprio.</p>
<p>O Sistema Internacional de Salsichas (SIS) organizou-se, a partir dos EUA, e continua sendo dominado pelos Ianques (sempre eles!). Três componentes dominam o modelo: os centros de pesquisa, sediados nas escolas de negócios, os eventos acadêmicos e as revistas científicas.</p>
<p>Nos centros de pesquisa trabalham os Ph.Ds. São tipos sofisticados que zelam pelos mais rigorosos métodos de produção de salsichas. De tempos em tempos, eles selecionam noviços, que serão socializados nas artes e artimanhas da produção de salsichas. Formados, eles darão continuidade aos rituais e tradições do métier.</p>
<p>Quando o sol dá as caras e a temperatura se torna mais amena, os doutores salsicheiros internacionais se delocam para os mais aprazíveis locais do planeta, hospedam-se em bons hotéis e apresentam orgulhosos, aos colegas e admiradores, suas mais belas criações. Nessas ocasiões, bebem, dançam e, apresentando-se a ocasião, cometem adultério.</p>
<p>O principal objetivo de vida dos doutores salsicheiros é revelar ao mundo suas salsichas científicas, o que acontece nos principais periódicos acadêmicos. Tais periódicos, sabe-se bem, raramente são lidos. De fato, nem mesmo os próprios doutores salsicheiros costumam ler esses volumosos e impenetráveis compêndios. Porém, isso é de importância menor, já que o que movimenta suas carreiras são as  publicações, não a utilidade de suas idéias.</p>
<p>Enquanto isso, o mundo real das empresas segue seu ritmo enfurecido, algumas substantivas e radicais, outras aparentes ou efêmeras. Como os doutores salsicheiros não lhe atendem as necessidades de conhecimento e análise, recorre-se a um outro oráculo, formado pelos mestres pasteleiros.</p>
<p>Os mestres pasteleiros são diferentes dos doutores salsicheiros. Eles não se prendem a questões de rigor e desconhecem métodos científicos. Gostam mesmo é de falar de sua experiência prática, nem sempre comprovada, e de suas maravilhosas poções mágicas, capazes de curar qualquer mal corporativo.</p>
<p>O produto principal dos mestres pasteleiros é o pastel de vento, que é oferecido na forma de palestras, livros ou artigos em revistas de grande circulação. A falta de recheio é amplamente compensada com simpatia, pirotecnia e obviedades. </p>
<p>O sucesso dos mestres pasteleiros foi tanto que, à semelhança do Sistema Internacional de Salsichas, criou-se também um Sistema Internacional de Pastéis (SIP), com seus gurus, congressos, revistas e livros.</p>
<p>Pindorama, nos últimos anos, produziu clones dos dois sistemas. Temos tanto um Sistema Nacional de Salsichas (SNS), quanto um Sistema Nacional de Pastéis (SNP). Nossos doutores salsicheiros desenvolvem suas salsichas nas nossas melhores universidades, formam noviços e encontram-se, anualmente, à beira-mar ou no campo, para trocar receitas e dançar ao som de New York, New York.</p>
<p>A produção de salsichas é acompanhada com cuidado nos nossos mais afamados templos do saber. O foco é a produtividade. Para aumentar a produção, empregam-se as mais variadas artimanhas. Enquanto isso, fora das torres de marfim, os mestres pasteleiros espalham palestras motivacionais e técnicas infalíveis de gestão. Eventualmente, um doutor salsicheiro torna-se mestre pasteleiro ou um mestre pasteleiro entra para a confraria dos doutores salsicheiros. E por que não?</p>
<p>Nota: O escriba reconhece que a metáfora pode ser considerada ofensiva e conta com a compreensão dos verdadeiros produtores de salsichas e pastéis (mesmo os de vento), do tipo utilizado para alimentação.&#8221;</p>
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	<item>
		<title>Por: Marcelo Uchôa</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/16/contra-as-palavras-grandiloquentes-ou-contra-o-embromacionismo/#comment-2457</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Uchôa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 14:01:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro George,
Para mim Habermas é um mistério, porque quando alguém me fala de suas idéias, adoro, mas quando tento ler alguma coisa dele, não entendo uma vírgula.
Sei que é muita ignorância minha, mas a impressão que tenho quando leio algo de Habermas é que ele não faz idéia do que quis dizer ao final do texto. Pra falar a verdade, sou tão ignorante que às vezes penso que ele não sabe o que quer dizer sequer antes de escrever o texto. Seus escritos são prolixos e confusos. Minha esperança, já que de alemão não sei nada, é que o problema esteja na tradução.
Posso estar enganado - aliás, devo estar enganado -, mas penso que Habermas é um grande egoísta, já que centra sua filosofia em torno do discurso, mas não procura melhorar nem o dele. E o pior é que segundo me disseram alguns amigos que manejam bem o alemão, ele é muito mais confuso falando. Dizem que é oralmente que ele se complica todo! Portanto, amigo, prefiro continuar ignorante do que ficar doido de vez. Diabo é isso?!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro George,<br />
Para mim Habermas é um mistério, porque quando alguém me fala de suas idéias, adoro, mas quando tento ler alguma coisa dele, não entendo uma vírgula.<br />
Sei que é muita ignorância minha, mas a impressão que tenho quando leio algo de Habermas é que ele não faz idéia do que quis dizer ao final do texto. Pra falar a verdade, sou tão ignorante que às vezes penso que ele não sabe o que quer dizer sequer antes de escrever o texto. Seus escritos são prolixos e confusos. Minha esperança, já que de alemão não sei nada, é que o problema esteja na tradução.<br />
Posso estar enganado &#8211; aliás, devo estar enganado -, mas penso que Habermas é um grande egoísta, já que centra sua filosofia em torno do discurso, mas não procura melhorar nem o dele. E o pior é que segundo me disseram alguns amigos que manejam bem o alemão, ele é muito mais confuso falando. Dizem que é oralmente que ele se complica todo! Portanto, amigo, prefiro continuar ignorante do que ficar doido de vez. Diabo é isso?!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Thiago. - O Primeiro, e Verdadeiro- O Mais Chato.</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/16/contra-as-palavras-grandiloquentes-ou-contra-o-embromacionismo/#comment-2454</link>
		<dc:creator><![CDATA[Thiago. - O Primeiro, e Verdadeiro- O Mais Chato.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 00:14:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Republicanos......

Que remete a esse video (se não tiverem visto)

Alan Shore sustentando oralmente na U.S Supreme Court

http://www.youtube.com/watch?v=PqlGoxfAkuU

Na minha opinião, grandiloquente :-)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Republicanos&#8230;&#8230;</p>
<p>Que remete a esse video (se não tiverem visto)</p>
<p>Alan Shore sustentando oralmente na U.S Supreme Court</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://direitosfundamentais.net/2009/01/16/contra-as-palavras-grandiloquentes-ou-contra-o-embromacionismo/"><img src="http://img.youtube.com/vi/PqlGoxfAkuU/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Na minha opinião, grandiloquente :-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein Lima</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/16/contra-as-palavras-grandiloquentes-ou-contra-o-embromacionismo/#comment-2453</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 21:21:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=990#comment-2453</guid>
		<description><![CDATA[Um vídeo excelente. Tudo a ver com o post:

http://www.youtube.com/watch?v=Dgq7LAyIl3U]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo excelente. Tudo a ver com o post:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://direitosfundamentais.net/2009/01/16/contra-as-palavras-grandiloquentes-ou-contra-o-embromacionismo/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Dgq7LAyIl3U/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
]]></content:encoded>
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