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	<title>Comentários em: E se Karl Popper estivesse falando do direito?</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: Roshan</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/12/e-se-karl-popper-estivesse-falando-do-direito/#comment-7513</link>
		<dc:creator><![CDATA[Roshan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 05:19:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[CaríssimosMuito ogbriado pela honraria. E vamos continuar viva a chama da pesquisa científica. Forte abraço a todos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CaríssimosMuito ogbriado pela honraria. E vamos continuar viva a chama da pesquisa científica. Forte abraço a todos.</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/12/e-se-karl-popper-estivesse-falando-do-direito/#comment-7459</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 19:31:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Valeu a tentativa, mas as premissas do Direito em nada se assemelham as premissas da Física ou Biologia, assim Popper nada pode dizer sobre o direito.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu a tentativa, mas as premissas do Direito em nada se assemelham as premissas da Física ou Biologia, assim Popper nada pode dizer sobre o direito.</p>
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		<title>Por: Thor Lincoln</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/12/e-se-karl-popper-estivesse-falando-do-direito/#comment-5619</link>
		<dc:creator><![CDATA[Thor Lincoln]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 10:46:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não reinvente a roda, por favor. Leia o texto &quot;A Lógica das Ciências Sociais&quot; de Karl Popper.
Desconhecido, mas já escrito.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não reinvente a roda, por favor. Leia o texto &#8220;A Lógica das Ciências Sociais&#8221; de Karl Popper.<br />
Desconhecido, mas já escrito.</p>
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		<title>Por: Felipe Grito</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/12/e-se-karl-popper-estivesse-falando-do-direito/#comment-4935</link>
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Grito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 19:38:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com todo o respetio, Popper deve estar se revirando.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com todo o respetio, Popper deve estar se revirando.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/12/e-se-karl-popper-estivesse-falando-do-direito/#comment-3505</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 18:37:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=781#comment-3505</guid>
		<description><![CDATA[Honório,

talvez a analogia feita por Kaufman faça algum sentido se for invocada a teoria dos três mundos desenvolvidas por Popper. Para Popper, todas as teorias fazem parte do Mundo 3, que é o mundo do conhecimento objetivo. Logo, as teorias da justiça fazem parte desse mundo. Todas as informações até então disponíveis no Mundo 3 podem ser objeto de crítica (que seria um falsificacionismo em sentido amplo). Logo, as teorias da justiça também poderiam ser falsificadas nesse sentido, isto é, criticadas por não resolverem adequadamente os problemas que se propõem a resolver.

Na autobiografia de Popper, há um capítulo chamado &quot;O lugar dos valores num mundo de fatos&quot; em que ele defende basicamente a mesma idéia. Só não fala de justiça, mas dos valores de um modo geral. 

Desse modo, pode-se dizer que a seqüência básica do desenvolvimento do conhecimento humano descrito por Popper: &quot;problema - teoria - refutação - problema&quot; também se aplica às teorias da justiça. A lógica é a mesma, ainda que a avaliação de teorias da justiça (prescritivas) seja muito mais complicada do que a avaliação de teorias que digam respeito a fatos (descritivas).

George]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Honório,</p>
<p>talvez a analogia feita por Kaufman faça algum sentido se for invocada a teoria dos três mundos desenvolvidas por Popper. Para Popper, todas as teorias fazem parte do Mundo 3, que é o mundo do conhecimento objetivo. Logo, as teorias da justiça fazem parte desse mundo. Todas as informações até então disponíveis no Mundo 3 podem ser objeto de crítica (que seria um falsificacionismo em sentido amplo). Logo, as teorias da justiça também poderiam ser falsificadas nesse sentido, isto é, criticadas por não resolverem adequadamente os problemas que se propõem a resolver.</p>
<p>Na autobiografia de Popper, há um capítulo chamado &#8220;O lugar dos valores num mundo de fatos&#8221; em que ele defende basicamente a mesma idéia. Só não fala de justiça, mas dos valores de um modo geral. </p>
<p>Desse modo, pode-se dizer que a seqüência básica do desenvolvimento do conhecimento humano descrito por Popper: &#8220;problema &#8211; teoria &#8211; refutação &#8211; problema&#8221; também se aplica às teorias da justiça. A lógica é a mesma, ainda que a avaliação de teorias da justiça (prescritivas) seja muito mais complicada do que a avaliação de teorias que digam respeito a fatos (descritivas).</p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Honório de Medeiros</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/12/e-se-karl-popper-estivesse-falando-do-direito/#comment-3503</link>
		<dc:creator><![CDATA[Honório de Medeiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 11:46:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=781#comment-3503</guid>
		<description><![CDATA[&quot;George,
Quanto ao tema do post, há uma tentativa – não tão boa quanto a sua, adianto – de usar o método do falseamento de Popper no direito. É feita por Arthur Kaufmann. Ele diz, basicamente, que, do mesmo modo que não podemos dizer o que é a verdade (só podemos dizer o que já foi demonstrado não ser verdade), não podemos dizer o que é a justiça. Mas podemos dizer o que não é. Ou, por outros termos, se não dá para dizer com certeza o que está de acordo com a justiça, é menos difícil de dizer o que não está.&quot;

Há um equívoco de Kaufmann aqui. Podemos dizer que o que já foi demonstrado de fato não é verdade em decorrência da condição empírica de refutabilidade do que foi enunciado enquanto teoria. Não podemos dizer o que não é justo utilizando o mesmo método por que qualquer afirmação básica (o termo é de Popper) envolvendo o Justo não tem suporte empírico, portanto não é passível de ser submetido a teste, refutado,  descartado, permitindo, &quot;a contrario sensu&quot; descobri-lo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;George,<br />
Quanto ao tema do post, há uma tentativa – não tão boa quanto a sua, adianto – de usar o método do falseamento de Popper no direito. É feita por Arthur Kaufmann. Ele diz, basicamente, que, do mesmo modo que não podemos dizer o que é a verdade (só podemos dizer o que já foi demonstrado não ser verdade), não podemos dizer o que é a justiça. Mas podemos dizer o que não é. Ou, por outros termos, se não dá para dizer com certeza o que está de acordo com a justiça, é menos difícil de dizer o que não está.&#8221;</p>
<p>Há um equívoco de Kaufmann aqui. Podemos dizer que o que já foi demonstrado de fato não é verdade em decorrência da condição empírica de refutabilidade do que foi enunciado enquanto teoria. Não podemos dizer o que não é justo utilizando o mesmo método por que qualquer afirmação básica (o termo é de Popper) envolvendo o Justo não tem suporte empírico, portanto não é passível de ser submetido a teste, refutado,  descartado, permitindo, &#8220;a contrario sensu&#8221; descobri-lo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio Tiveron Juliano</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/12/e-se-karl-popper-estivesse-falando-do-direito/#comment-2710</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sérgio Tiveron Juliano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 21:34:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=781#comment-2710</guid>
		<description><![CDATA[Caro Prof. George,
Popper é um autor muito bem resgatado para a Teoria do Processo e para a Teoria Processual da Decisão Jurídica por um autor mineiro, Prof. Dr. Rosemiro Pereira Leal, docente do doutorado, mestrado e graduação da UFMG e da PUC/MG, nas obras: Teoria Geral do Processo (Ed. Forense, 8ª edição, 2009) e Teoria Processual da Decisão Jurídica (Ed. Landy, 2002), e também em muitos de seus textos publicados em outros livros (Relativização Inconstitucional da Coisa Julgada - temática processual e reflexões jurídicas, Ed. Del Rey, 2005) e obras coordenadas por outros autores, bem como nas publicações da Revista Eletrônica Virtuajus de Direito da PUC/MG.
Acredito que sua leitura será muito proveitosa para seus estudos.
Atenciosamente.
S. Tiveron]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Prof. George,<br />
Popper é um autor muito bem resgatado para a Teoria do Processo e para a Teoria Processual da Decisão Jurídica por um autor mineiro, Prof. Dr. Rosemiro Pereira Leal, docente do doutorado, mestrado e graduação da UFMG e da PUC/MG, nas obras: Teoria Geral do Processo (Ed. Forense, 8ª edição, 2009) e Teoria Processual da Decisão Jurídica (Ed. Landy, 2002), e também em muitos de seus textos publicados em outros livros (Relativização Inconstitucional da Coisa Julgada &#8211; temática processual e reflexões jurídicas, Ed. Del Rey, 2005) e obras coordenadas por outros autores, bem como nas publicações da Revista Eletrônica Virtuajus de Direito da PUC/MG.<br />
Acredito que sua leitura será muito proveitosa para seus estudos.<br />
Atenciosamente.<br />
S. Tiveron</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Edvaldo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2009/01/12/e-se-karl-popper-estivesse-falando-do-direito/#comment-2436</link>
		<dc:creator><![CDATA[Edvaldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 03:28:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.net/?p=781#comment-2436</guid>
		<description><![CDATA[Outro belo post.
Parabéns Professor.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Outro belo post.<br />
Parabéns Professor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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