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	<title>Comentários em: Perguntinha de um doutorando impertinente</title>
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		<title>Por: carlegom</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/21/perguntinha-de-um-doutorando-impertinente/#comment-7876</link>
		<dc:creator><![CDATA[carlegom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 22:52:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Digitei no Google:&quot; Entender Habermas&quot;, e vim parar aqui. Há anos que venho tentando ter melhor compreensão de suas teorias. Pelo menos vi que não é só eu, parece um problema geral. Fiquei surpreso ao ver em um dos comentários, pelo menos implicitamente, que  para entede-lo, seria bom ler Kant...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Digitei no Google:&#8221; Entender Habermas&#8221;, e vim parar aqui. Há anos que venho tentando ter melhor compreensão de suas teorias. Pelo menos vi que não é só eu, parece um problema geral. Fiquei surpreso ao ver em um dos comentários, pelo menos implicitamente, que  para entede-lo, seria bom ler Kant&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Alberto de Araujo costa</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/21/perguntinha-de-um-doutorando-impertinente/#comment-7185</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Alberto de Araujo costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 03:17:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caríssimos,
Tenho que apresentar um trabalho sobre a obra de Habermas, na disciplina de filosofia, no curso de Direito. Já tenho lido vários textos sobre esse filósofo e tem me deixado muito confuso, uma hora é uma coisa, mais à frente é outra. Gostaria que alguém me desse uma luz: Qual o ponto central das ideias de Habermas? Em que ele mais contribuiu para o desenvolvimento humanidade? Em relação ao Direito, política, democracia, o que ele pensa sobre isso?

Carlos Alberto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimos,<br />
Tenho que apresentar um trabalho sobre a obra de Habermas, na disciplina de filosofia, no curso de Direito. Já tenho lido vários textos sobre esse filósofo e tem me deixado muito confuso, uma hora é uma coisa, mais à frente é outra. Gostaria que alguém me desse uma luz: Qual o ponto central das ideias de Habermas? Em que ele mais contribuiu para o desenvolvimento humanidade? Em relação ao Direito, política, democracia, o que ele pensa sobre isso?</p>
<p>Carlos Alberto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cirilo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/21/perguntinha-de-um-doutorando-impertinente/#comment-6987</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cirilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 14:10:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Talvez seja essa a grande jogada de Habermas:
Promover o debate em torno de sua obra (mesmo diante da aridez).
Sou daqueles que pensam que Habermas é coerente, sim!
A meticulosidade e perícia com que faz seu trabalho exige tal complexidade. Afinal, complexo é isso... algo tecido em conjunto.
Até a piada diz: &quot;Habermas é tão coerente que até sua distração predileta tem a ver com a sua filosofia: o teórico do &#039;agir comunicativo&#039; só poderia mesmo gostar de pingue-pongue, jogo que faz pensar numa intensa troca de argumentos entre dois participantes&quot;

Muito boa...“a rapadura é doce, mas não é mole”... rs rs]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez seja essa a grande jogada de Habermas:<br />
Promover o debate em torno de sua obra (mesmo diante da aridez).<br />
Sou daqueles que pensam que Habermas é coerente, sim!<br />
A meticulosidade e perícia com que faz seu trabalho exige tal complexidade. Afinal, complexo é isso&#8230; algo tecido em conjunto.<br />
Até a piada diz: &#8220;Habermas é tão coerente que até sua distração predileta tem a ver com a sua filosofia: o teórico do &#8216;agir comunicativo&#8217; só poderia mesmo gostar de pingue-pongue, jogo que faz pensar numa intensa troca de argumentos entre dois participantes&#8221;</p>
<p>Muito boa&#8230;“a rapadura é doce, mas não é mole”&#8230; rs rs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Felipe Oliveira</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/21/perguntinha-de-um-doutorando-impertinente/#comment-5185</link>
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 17:47:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=675#comment-5185</guid>
		<description><![CDATA[Olá, amigos, sei que o posto já está parado há mais de um ano. Como só agora tive a oportunidade de ve-lo, senti-me à vontade de fazer uma observação. Dos comentários que li, todos recebiam a marca &quot;Habermas mais complica do que facilita&quot;. Eu tendo, em geral, a concordar com essa tese. Isso, porém, não me torna um defensor da ironia com relação a um autor. A língua alemã, de fato, é talvez a língua mais conceitual do Ocidente. Essa é a primeira razão de porque nós, falantes do português, temos uma sensação de dificuldade ao entende-la. A língua alemã, enquanto conceitual, deixa tudo explícito, e pouco pode ser abreviado. A minha crítica, porém, vai em outra linha. Se, nesse blog, pretende-se produzir conhecimento, então é melhor que se leve a sério um autor como o Habermas, e que se tente le-lo como ele pretendeu ser lido. Se há falhas, que sejam apontadas, mas não com um mero e simples &quot;ele é muito complicado, e não entendo uma vírgula do que escreve&quot;, &quot;o Direito é comunicação&quot;.
Há, a meu ver, pontos extremamente interessantes que ele, Habermas, levantou, p.ex. na defesa de um coerentismo na teoria da verdade, que derruba as tentativas mais céticas de não ver como possível qualquer racionalidade na argumentação prática em geral, e na argumentação jurídica, em particular.
Apenas deixo isso registrado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, amigos, sei que o posto já está parado há mais de um ano. Como só agora tive a oportunidade de ve-lo, senti-me à vontade de fazer uma observação. Dos comentários que li, todos recebiam a marca &#8220;Habermas mais complica do que facilita&#8221;. Eu tendo, em geral, a concordar com essa tese. Isso, porém, não me torna um defensor da ironia com relação a um autor. A língua alemã, de fato, é talvez a língua mais conceitual do Ocidente. Essa é a primeira razão de porque nós, falantes do português, temos uma sensação de dificuldade ao entende-la. A língua alemã, enquanto conceitual, deixa tudo explícito, e pouco pode ser abreviado. A minha crítica, porém, vai em outra linha. Se, nesse blog, pretende-se produzir conhecimento, então é melhor que se leve a sério um autor como o Habermas, e que se tente le-lo como ele pretendeu ser lido. Se há falhas, que sejam apontadas, mas não com um mero e simples &#8220;ele é muito complicado, e não entendo uma vírgula do que escreve&#8221;, &#8220;o Direito é comunicação&#8221;.<br />
Há, a meu ver, pontos extremamente interessantes que ele, Habermas, levantou, p.ex. na defesa de um coerentismo na teoria da verdade, que derruba as tentativas mais céticas de não ver como possível qualquer racionalidade na argumentação prática em geral, e na argumentação jurídica, em particular.<br />
Apenas deixo isso registrado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sidio Júnior</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/21/perguntinha-de-um-doutorando-impertinente/#comment-4166</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sidio Júnior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 14:08:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=675#comment-4166</guid>
		<description><![CDATA[Em resposta ao recurso de um aluno (incipiente na vida acadêmica), que postarei hoje na minha página eletrônica, falo da dificuldade existente para a compreensão de Habermas e menciono a discussão aqui colocada na forma de brincadeira, mas com evidente pretensão de nos chamar ao debate.
Lamento que Habermas nos “convide” à comunicação, buscando encontrar o “consenso pressuposto”, de forma que considero pueril. Confesso que compreendo menos Habermas que Freud, mas vejo que, em seu “agir comunicativo”, ele encontra bases, também, em Freud e me coloco em reflexão:
- Como pode haver consenso pressuposto em uma sociedade complexa dotada de tantos pequenos sistemas em conflitos potenciais e formados por homens que buscam satisfazer seus interesses?
Luhmann, em sua “autopoiese” é mais fácil de ser compreendido, mas sua teoria decorrente da biologia me parece insustentável quando aplicada aos diversos sistemas da sociedade complexa.
A morte de Luhmanna não sepultou sua teoria, mas me parece que ele caiu em um vazio teórico, onde prevalece o discurso. Um discurso de origem semelhante ao discurso habermasiano, mas com conclusões distintas, o que foi muito bem percebido por Juarez Tavarez (“in” Teoria do Injusto Penal).
Mais ainda, adoraria que o Raul fizesse suas ponderadas críticas a esse pequeno comentário.
Abraços,
Sidio
http://www.sidio.pro.br
http://sidiojunior.blogspot.com]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta ao recurso de um aluno (incipiente na vida acadêmica), que postarei hoje na minha página eletrônica, falo da dificuldade existente para a compreensão de Habermas e menciono a discussão aqui colocada na forma de brincadeira, mas com evidente pretensão de nos chamar ao debate.<br />
Lamento que Habermas nos “convide” à comunicação, buscando encontrar o “consenso pressuposto”, de forma que considero pueril. Confesso que compreendo menos Habermas que Freud, mas vejo que, em seu “agir comunicativo”, ele encontra bases, também, em Freud e me coloco em reflexão:<br />
- Como pode haver consenso pressuposto em uma sociedade complexa dotada de tantos pequenos sistemas em conflitos potenciais e formados por homens que buscam satisfazer seus interesses?<br />
Luhmann, em sua “autopoiese” é mais fácil de ser compreendido, mas sua teoria decorrente da biologia me parece insustentável quando aplicada aos diversos sistemas da sociedade complexa.<br />
A morte de Luhmanna não sepultou sua teoria, mas me parece que ele caiu em um vazio teórico, onde prevalece o discurso. Um discurso de origem semelhante ao discurso habermasiano, mas com conclusões distintas, o que foi muito bem percebido por Juarez Tavarez (“in” Teoria do Injusto Penal).<br />
Mais ainda, adoraria que o Raul fizesse suas ponderadas críticas a esse pequeno comentário.<br />
Abraços,<br />
Sidio<br />
<a href="http://www.sidio.pro.br" rel="nofollow">http://www.sidio.pro.br</a><br />
<a href="http://sidiojunior.blogspot.com" rel="nofollow">http://sidiojunior.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sidio Júnior</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/21/perguntinha-de-um-doutorando-impertinente/#comment-4165</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sidio Júnior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 14:01:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em resposta ao recurso de um aluno (incipiente na vida acadêmica), que postarei hoje na minha página, falo da dificuldade existente para a compreensão de Habermas e menciono a discussão aqui colocada na forma de brincadeira, mas com evidente pretensão de nos chamar ao debate.
Lamento que Habermas nos &quot;convide&quot; à comunicação, buscando encontrar o &quot;consenso pressuposto&quot;, de forma que considero pueril. Confesso que compreendo menos Habermas que Freud, mas vejo que Habermas encontra bases neste em seu &quot;agir comunicativo&quot; e me coloco em reflexão:
- Como pode haver consenso pressuposto em uma sociedade complexa dotada de tantos pequenos sistemas em conflitos potenciais e formados por homens que buscam satisfazer seus interesses?
Luhmann, em sua &quot;autoipoiese&quot; é mais fácil de ser compreendido, mas sua teoria decorrente da biologia me parece insustentável quando aplicada aos diversos sistemas da sociedade complexa. Parecendo-me que ele cai em um vazio teórico, onde prevalece o discurso. O mesmo discurso habermasiano, muito bem percebido por Juarez Tavarez (&quot;in&quot; Teoria do Injusto Penal).
Mais ainda, adoraria que o Raul fizesse suas ponderadas críticas a esse pequeno comentário.
Abraços,
Sidio
http://www.sidio.pro.br
http://sidiojunior.blogspot.com]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta ao recurso de um aluno (incipiente na vida acadêmica), que postarei hoje na minha página, falo da dificuldade existente para a compreensão de Habermas e menciono a discussão aqui colocada na forma de brincadeira, mas com evidente pretensão de nos chamar ao debate.<br />
Lamento que Habermas nos &#8220;convide&#8221; à comunicação, buscando encontrar o &#8220;consenso pressuposto&#8221;, de forma que considero pueril. Confesso que compreendo menos Habermas que Freud, mas vejo que Habermas encontra bases neste em seu &#8220;agir comunicativo&#8221; e me coloco em reflexão:<br />
- Como pode haver consenso pressuposto em uma sociedade complexa dotada de tantos pequenos sistemas em conflitos potenciais e formados por homens que buscam satisfazer seus interesses?<br />
Luhmann, em sua &#8220;autoipoiese&#8221; é mais fácil de ser compreendido, mas sua teoria decorrente da biologia me parece insustentável quando aplicada aos diversos sistemas da sociedade complexa. Parecendo-me que ele cai em um vazio teórico, onde prevalece o discurso. O mesmo discurso habermasiano, muito bem percebido por Juarez Tavarez (&#8220;in&#8221; Teoria do Injusto Penal).<br />
Mais ainda, adoraria que o Raul fizesse suas ponderadas críticas a esse pequeno comentário.<br />
Abraços,<br />
Sidio<br />
<a href="http://www.sidio.pro.br" rel="nofollow">http://www.sidio.pro.br</a><br />
<a href="http://sidiojunior.blogspot.com" rel="nofollow">http://sidiojunior.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cardeal</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/21/perguntinha-de-um-doutorando-impertinente/#comment-3019</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cardeal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 01:57:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=675#comment-3019</guid>
		<description><![CDATA[Caro Raul,

Parabens pela intervencao do dia 23/11/08 - 6:49.

Voce colocou alguns pingos nos &#039;is&#039;, de forma clara e elegante.

Concordei com muitas de suas ideias e apreciei a clareza com que argumentou e alimentou o debate.

Abraco,

Cardeal
PS: desculpe a grafia... Meu teclado esta desconfigurado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Raul,</p>
<p>Parabens pela intervencao do dia 23/11/08 &#8211; 6:49.</p>
<p>Voce colocou alguns pingos nos &#8216;is&#8217;, de forma clara e elegante.</p>
<p>Concordei com muitas de suas ideias e apreciei a clareza com que argumentou e alimentou o debate.</p>
<p>Abraco,</p>
<p>Cardeal<br />
PS: desculpe a grafia&#8230; Meu teclado esta desconfigurado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Com o pé direito &#171; Direitos Fundamentais - Blog</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/21/perguntinha-de-um-doutorando-impertinente/#comment-2322</link>
		<dc:creator><![CDATA[Com o pé direito &#171; Direitos Fundamentais - Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 11:13:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] comentários do blog, li, com muita alegria, um comentário formulado por Paulo Ferreira da Cunha, neste post aqui. Para quem não sabe, Paulo Ferreira da Cunha é um conhecido professor da Universidade do Porto, [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] comentários do blog, li, com muita alegria, um comentário formulado por Paulo Ferreira da Cunha, neste post aqui. Para quem não sabe, Paulo Ferreira da Cunha é um conhecido professor da Universidade do Porto, [...]</p>
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