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	<title>Comentários em: Notícias Lusitanas</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/17/noticias-lusitanas/#comment-2444</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 21:51:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=656#comment-2444</guid>
		<description><![CDATA[Oi, Jussara. Muito bom vê-la por aqui. :-) 

Só assim poderemos começar e terminar um debate com todo o tempo do mundo para expor nossas opiniões. :-)

Também perdi a primeira aula. Os comentários que fiz referem-se á segunda.

Grande abraço,

George]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Jussara. Muito bom vê-la por aqui. :-) </p>
<p>Só assim poderemos começar e terminar um debate com todo o tempo do mundo para expor nossas opiniões. :-)</p>
<p>Também perdi a primeira aula. Os comentários que fiz referem-se á segunda.</p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jussara Pordeus</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/17/noticias-lusitanas/#comment-2443</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jussara Pordeus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 21:38:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=656#comment-2443</guid>
		<description><![CDATA[Caro George. Pela definição sociológica mais simplista, esta já seria uma forma de ativismo judicial (o juiz que faz além do que esperam dele). Parabéns pelo Blog! Em mais de 20 anos convivendo com juízes, tive contato com raros casos em que se deixa a neutralidade rígida e passa a fazer parte do protagonismo judicial. Como não pude esta presente na aula inaugural de nosso programa de doutoramento fiquei feliz de poder ler suas impressões a respeito. Abraço. Jussara Pordeus]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro George. Pela definição sociológica mais simplista, esta já seria uma forma de ativismo judicial (o juiz que faz além do que esperam dele). Parabéns pelo Blog! Em mais de 20 anos convivendo com juízes, tive contato com raros casos em que se deixa a neutralidade rígida e passa a fazer parte do protagonismo judicial. Como não pude esta presente na aula inaugural de nosso programa de doutoramento fiquei feliz de poder ler suas impressões a respeito. Abraço. Jussara Pordeus</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: svencarioca</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/17/noticias-lusitanas/#comment-2063</link>
		<dc:creator><![CDATA[svencarioca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:28:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[George,

Acho dificil de encontrar alguma coisa sobre o sistema de proteção de direitos fundamentais na Holanda em qualquer outra lingua a não ser holandês.

A holanda é um pais &quot;monista moderada&quot; e portanto o juiz geralmente aplicara diretamente o Convenção Europeu dos Direitos Humanos e os protocolos, ou, pelo menos os dispositivos que criam direitos para as pessoas diretamente. Em alguns casos (Tratado dos Direitos da Criança) até aplicou dispositivos dirigido ao governo diretamente, considerando que o direito fundamental da criança não podia esperar uma mudança de lei.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George,</p>
<p>Acho dificil de encontrar alguma coisa sobre o sistema de proteção de direitos fundamentais na Holanda em qualquer outra lingua a não ser holandês.</p>
<p>A holanda é um pais &#8220;monista moderada&#8221; e portanto o juiz geralmente aplicara diretamente o Convenção Europeu dos Direitos Humanos e os protocolos, ou, pelo menos os dispositivos que criam direitos para as pessoas diretamente. Em alguns casos (Tratado dos Direitos da Criança) até aplicou dispositivos dirigido ao governo diretamente, considerando que o direito fundamental da criança não podia esperar uma mudança de lei.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Isaac</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/17/noticias-lusitanas/#comment-2026</link>
		<dc:creator><![CDATA[Isaac]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 08:20:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro George

O que diria Canotilho se acompanhase o “ativismo judicial”  no caso &quot;Dantas&quot;? E no caso caso &quot;De Sanctis&quot;

A que serviria nossa corte constitucional...?

E você, como pensa?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro George</p>
<p>O que diria Canotilho se acompanhase o “ativismo judicial”  no caso &#8220;Dantas&#8221;? E no caso caso &#8220;De Sanctis&#8221;</p>
<p>A que serviria nossa corte constitucional&#8230;?</p>
<p>E você, como pensa?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Adriano</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/17/noticias-lusitanas/#comment-2018</link>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Adriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 18:35:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=656#comment-2018</guid>
		<description><![CDATA[Fazendo uma leitura específica sobre o modelo de constituição dirigente (idealização do Prof. Canotilho), vislumbrei uma maior relação do ativismo judicial com os mecanismos de democracia deliberativa, não encontrando necessariamente essa relação obrigatória de um constitucionalismo &quot;dirigente&quot; com o ativismo judicial, podendo assim os outros Poderes (funções) seram agentes tão ativos quanto o Judiciário para tais medidas. Talvez aí esteja alguma base para que o prof. Canotilho possa olhar com certa reserva o ativismo. Encontra-se tais referências no livro sobre Teoria da Constituição em que 4 autores juntaram seus artigos sobre o lugar da política na Constituição, são eles: Filomeno Moraes, Martônio Mont&#039;alverne, Gilberto Bercovici e Cláudio Pereira de Souza Neto. A Editora é a Lumen Juris. Abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fazendo uma leitura específica sobre o modelo de constituição dirigente (idealização do Prof. Canotilho), vislumbrei uma maior relação do ativismo judicial com os mecanismos de democracia deliberativa, não encontrando necessariamente essa relação obrigatória de um constitucionalismo &#8220;dirigente&#8221; com o ativismo judicial, podendo assim os outros Poderes (funções) seram agentes tão ativos quanto o Judiciário para tais medidas. Talvez aí esteja alguma base para que o prof. Canotilho possa olhar com certa reserva o ativismo. Encontra-se tais referências no livro sobre Teoria da Constituição em que 4 autores juntaram seus artigos sobre o lugar da política na Constituição, são eles: Filomeno Moraes, Martônio Mont&#8217;alverne, Gilberto Bercovici e Cláudio Pereira de Souza Neto. A Editora é a Lumen Juris. Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein Lima</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/17/noticias-lusitanas/#comment-2015</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 14:36:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=656#comment-2015</guid>
		<description><![CDATA[Svencarioca,

é claro que eu sei que a legitimidade da jurisdição constitucional não é simples assim. Se fosse, eu não ia perder três ou quatro anos da minha vida para analisar esse tema. Justamente por ser uma daquelas &quot;aporias&quot; (insolucionáveis por definição) é que resolvi aceitar o desafio de enfrentar o assunto.

Confesso que ainda não conheço o sistema de proteção dos direitos fundamentais dos Países Baixos. Minha intenção é analisar o maior número de sistemas do mundo. O sistema da Holanda está entre eles não só por minhas origens como também pelo conhecido espírito de liberdade daquele país.

Além disso, não defendo que a jurisdição constitucional é indispensável à proteção dos direitos fundamentais. Defendo apenas que, nos países que a adotam, a proteção é mais completa. E se o legislador conseguir, sem intervenção do Judiciário, cumprir eficientemente os objetivos constitucionais, melhor ainda. Esse é o ideal democrático.

Se você puder me mandar uma análise mais aprofundada do sistema de proteção dos direitos fundamentais dos Países Baixos ficaria imensamente agradecido. De preferência em inglês, italiano, espanhol ou português.

George]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Svencarioca,</p>
<p>é claro que eu sei que a legitimidade da jurisdição constitucional não é simples assim. Se fosse, eu não ia perder três ou quatro anos da minha vida para analisar esse tema. Justamente por ser uma daquelas &#8220;aporias&#8221; (insolucionáveis por definição) é que resolvi aceitar o desafio de enfrentar o assunto.</p>
<p>Confesso que ainda não conheço o sistema de proteção dos direitos fundamentais dos Países Baixos. Minha intenção é analisar o maior número de sistemas do mundo. O sistema da Holanda está entre eles não só por minhas origens como também pelo conhecido espírito de liberdade daquele país.</p>
<p>Além disso, não defendo que a jurisdição constitucional é indispensável à proteção dos direitos fundamentais. Defendo apenas que, nos países que a adotam, a proteção é mais completa. E se o legislador conseguir, sem intervenção do Judiciário, cumprir eficientemente os objetivos constitucionais, melhor ainda. Esse é o ideal democrático.</p>
<p>Se você puder me mandar uma análise mais aprofundada do sistema de proteção dos direitos fundamentais dos Países Baixos ficaria imensamente agradecido. De preferência em inglês, italiano, espanhol ou português.</p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: svencarioca</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/17/noticias-lusitanas/#comment-2014</link>
		<dc:creator><![CDATA[svencarioca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 14:16:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=656#comment-2014</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Para mim, o mais importante é saber que os direitos fundamentais estão sendo respeitados. Se o responsável por isso for o legislador, palmas para ele. Se for o Judiciário, que assim seja. Logo, a jurisdição constitucional pró-direitos fundamentais sempre será legítima.&quot;

Não é bem simples assim. Há alguns paises, notavelmente os Paises Baixos e Finlandia onde, por motivos na minha opinião obvio, o juiz não pode decidir sobre a constitucionalidade de uma lei (ou tratado internacional), seja no plano formal ou material. Aplicar diretamente os direitos fundamentais nas leis pelo poder judiciário interfere justamente com o &quot;auto determinação&quot; do povo que elegeu o poder legislativo. Veja art 120 Gw (Países Baixos) &quot;De rechter treedt niet in de beoordeling van de grondwettigheid van wetten en verdragen.&quot; em português: &quot;O juiz não decidirá sobre a constitucionalidade das leis e tratados.&quot;

Quando o juiz applica os direitos fundamentais diretamente ele pode estar se colocando no lugar do legislativo, uma coisa que na democracia onde os juizes não são eleitos e detrimental à ideia de democracia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Para mim, o mais importante é saber que os direitos fundamentais estão sendo respeitados. Se o responsável por isso for o legislador, palmas para ele. Se for o Judiciário, que assim seja. Logo, a jurisdição constitucional pró-direitos fundamentais sempre será legítima.&#8221;</p>
<p>Não é bem simples assim. Há alguns paises, notavelmente os Paises Baixos e Finlandia onde, por motivos na minha opinião obvio, o juiz não pode decidir sobre a constitucionalidade de uma lei (ou tratado internacional), seja no plano formal ou material. Aplicar diretamente os direitos fundamentais nas leis pelo poder judiciário interfere justamente com o &#8220;auto determinação&#8221; do povo que elegeu o poder legislativo. Veja art 120 Gw (Países Baixos) &#8220;De rechter treedt niet in de beoordeling van de grondwettigheid van wetten en verdragen.&#8221; em português: &#8220;O juiz não decidirá sobre a constitucionalidade das leis e tratados.&#8221;</p>
<p>Quando o juiz applica os direitos fundamentais diretamente ele pode estar se colocando no lugar do legislativo, uma coisa que na democracia onde os juizes não são eleitos e detrimental à ideia de democracia.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Luzinete Neide Daleprane</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/11/17/noticias-lusitanas/#comment-2012</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luzinete Neide Daleprane]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 11:07:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=656#comment-2012</guid>
		<description><![CDATA[Saudações nosso querido George, imagino como foi difícil se conter diante de divergências citadas durante a aula, penso que se posicionou na segunda no máximo na terceira fila, e ficar calado ah.. enquanto lia, parecia que estava ali,  fiquei angustiada, e quando ele &quot;cortou&quot; a possibilidade de iniciar o debate ? 
parabéns irmão, estamos de cá apostando em você.

abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações nosso querido George, imagino como foi difícil se conter diante de divergências citadas durante a aula, penso que se posicionou na segunda no máximo na terceira fila, e ficar calado ah.. enquanto lia, parecia que estava ali,  fiquei angustiada, e quando ele &#8220;cortou&#8221; a possibilidade de iniciar o debate ?<br />
parabéns irmão, estamos de cá apostando em você.</p>
<p>abraço.</p>
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