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	<title>Comentários em: Os Vinte Aninhos da CF/88</title>
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		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/10/06/os-vinte-aninhos-da-cf88/#comment-1542</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 08:38:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=453#comment-1542</guid>
		<description><![CDATA[Marcelo,

não pude deixar de sorrir quando li seu comentário. De fato, o slide é bem tendencioso. Não digo pró-Judiciário, pois também critico muito o ativismo judicial, mas contra o legisaltivo.

O que eu defendo é justamente o seguinte: quem deveria decidir aquelas questões não são os &quot;batmans&quot; do Judiciário, mas os membros do Legislativo. O problema é que, no Brasil, o legislativo não faz isso.

Em 20 anos de democracia representativa, a lei mais &quot;polêmica&quot; que o Congresso Nacional aprovou foi a das células-tronco, que ainda assim tinha o apoio de 80% da população.

E o aborto, a eutanásia, as cotas para negros, o casamento gay, e outros temas igualmente polêmicos? Por que não decidiu?

Simples: porque não gera votos. Porque gera problemas com os eleitores e eles não querem isso. Eles só querem aprovar medidas que dê bons frutos eleitorais. E assim, a questões polêmicas que surgem com a constitucionalização dos direitos fundamentais ficam a ver navios, sem um órgão para decidir a respeito.

É onde aparece o Judiciário, tentando suprir uma lacuna deixada pelo legislador.

É ísso que digo na palestra. A imagem utilizada foi só pra chocar.

Mas também critico muito o Judiciário. Basta dizer que termino com a teoria da katchanga e com a charge das algemas, que é uma pesada ironia com o Gilmar Mendes.

George]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcelo,</p>
<p>não pude deixar de sorrir quando li seu comentário. De fato, o slide é bem tendencioso. Não digo pró-Judiciário, pois também critico muito o ativismo judicial, mas contra o legisaltivo.</p>
<p>O que eu defendo é justamente o seguinte: quem deveria decidir aquelas questões não são os &#8220;batmans&#8221; do Judiciário, mas os membros do Legislativo. O problema é que, no Brasil, o legislativo não faz isso.</p>
<p>Em 20 anos de democracia representativa, a lei mais &#8220;polêmica&#8221; que o Congresso Nacional aprovou foi a das células-tronco, que ainda assim tinha o apoio de 80% da população.</p>
<p>E o aborto, a eutanásia, as cotas para negros, o casamento gay, e outros temas igualmente polêmicos? Por que não decidiu?</p>
<p>Simples: porque não gera votos. Porque gera problemas com os eleitores e eles não querem isso. Eles só querem aprovar medidas que dê bons frutos eleitorais. E assim, a questões polêmicas que surgem com a constitucionalização dos direitos fundamentais ficam a ver navios, sem um órgão para decidir a respeito.</p>
<p>É onde aparece o Judiciário, tentando suprir uma lacuna deixada pelo legislador.</p>
<p>É ísso que digo na palestra. A imagem utilizada foi só pra chocar.</p>
<p>Mas também critico muito o Judiciário. Basta dizer que termino com a teoria da katchanga e com a charge das algemas, que é uma pesada ironia com o Gilmar Mendes.</p>
<p>George</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: marcelo barbosa</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/10/06/os-vinte-aninhos-da-cf88/#comment-1540</link>
		<dc:creator><![CDATA[marcelo barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 04:15:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=453#comment-1540</guid>
		<description><![CDATA[George,

sou simpático ao ativismo judicial, e sei, já frequento faz um bom tempo seu blog, que vc não tem perfil ditatorial nem manipulador, mas, permita-me dizer, o slide do legislativo é bastante tendencioso, em outras palavras, está estrategicamente direcionado para que o público que assiste a sua palestra concluir que o legislativo não presta, e daí para concluir o mesmo do executivo não demora muito, chegando à única conclusão que o salvador da pátria é o judiciário, por favor, não se chateie, sei que vc não se acha rei-filósofo, mas o fato é que o executivo e o legislativo ainda são na democracia os poderes mas legítimos e são eles que devem em príncipio praticar políticas públicas, ainda que isso se deturpe na prática, e o slide em questão pode levar a conclusões que até mesmo não são compartilhadas pelo brilhante palestrante.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George,</p>
<p>sou simpático ao ativismo judicial, e sei, já frequento faz um bom tempo seu blog, que vc não tem perfil ditatorial nem manipulador, mas, permita-me dizer, o slide do legislativo é bastante tendencioso, em outras palavras, está estrategicamente direcionado para que o público que assiste a sua palestra concluir que o legislativo não presta, e daí para concluir o mesmo do executivo não demora muito, chegando à única conclusão que o salvador da pátria é o judiciário, por favor, não se chateie, sei que vc não se acha rei-filósofo, mas o fato é que o executivo e o legislativo ainda são na democracia os poderes mas legítimos e são eles que devem em príncipio praticar políticas públicas, ainda que isso se deturpe na prática, e o slide em questão pode levar a conclusões que até mesmo não são compartilhadas pelo brilhante palestrante.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Emanuel de Melo</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/10/06/os-vinte-aninhos-da-cf88/#comment-1510</link>
		<dc:creator><![CDATA[Emanuel de Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 21:29:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=453#comment-1510</guid>
		<description><![CDATA[Caro Dr. George, 

Ainda não tive acesso a sua recente obra, mas, analisando o sumário postado, percebi um interessante capítulo em torno dos direitos fundamentais e do cinema.

Lembrei-me de um episódio da segunda temporada série Jornada nas Estrelas: A Nova Geração chamando &quot;O valor de um homem&quot; (&quot;The measure of a man&quot;, no original) no qual um dos grandes personagens de ficção científica de todos os tempos, o andróide Data, acaba sendo levado a um julgamento no qual se discute a incidência ou não dos direitos fundamentais sobre ele. O episódio é instigante, ainda mais tendo em vista que o personagem, apesar de ser um andróide, comporta-se, por vezes, de modo tão humano como qualquer ser humano. 

Data teria direitos humanos mesmo sem ser humano?

Essa é a indagação proposta por Robert Alexy e Alfonso García Figueroa, em livro lançado especialmente para a análise do tema, partindo do episódio mencionado. O livro, “Star Trek y los derechos humanos” pode ser adquirido através deste link: 

http://www.agapea.com/libros/Star-Trek-y-los-derechos-humanos-isbn-8484569675-i.htm

O senhor já pensou a respeito? Achei super interessante o tema, ainda mais depois que vi essa obra do Alexy! Se o senhor se interessar em ver o episódio, ficarei feliz em disponibilizar, pois tenho os DVD´s. 

Cordialmente,
 
Emanuel]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Dr. George, </p>
<p>Ainda não tive acesso a sua recente obra, mas, analisando o sumário postado, percebi um interessante capítulo em torno dos direitos fundamentais e do cinema.</p>
<p>Lembrei-me de um episódio da segunda temporada série Jornada nas Estrelas: A Nova Geração chamando &#8220;O valor de um homem&#8221; (&#8220;The measure of a man&#8221;, no original) no qual um dos grandes personagens de ficção científica de todos os tempos, o andróide Data, acaba sendo levado a um julgamento no qual se discute a incidência ou não dos direitos fundamentais sobre ele. O episódio é instigante, ainda mais tendo em vista que o personagem, apesar de ser um andróide, comporta-se, por vezes, de modo tão humano como qualquer ser humano. </p>
<p>Data teria direitos humanos mesmo sem ser humano?</p>
<p>Essa é a indagação proposta por Robert Alexy e Alfonso García Figueroa, em livro lançado especialmente para a análise do tema, partindo do episódio mencionado. O livro, “Star Trek y los derechos humanos” pode ser adquirido através deste link: </p>
<p><a href="http://www.agapea.com/libros/Star-Trek-y-los-derechos-humanos-isbn-8484569675-i.htm" rel="nofollow">http://www.agapea.com/libros/Star-Trek-y-los-derechos-humanos-isbn-8484569675-i.htm</a></p>
<p>O senhor já pensou a respeito? Achei super interessante o tema, ainda mais depois que vi essa obra do Alexy! Se o senhor se interessar em ver o episódio, ficarei feliz em disponibilizar, pois tenho os DVD´s. </p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Emanuel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gonzalo Ramirez</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/10/06/os-vinte-aninhos-da-cf88/#comment-1503</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gonzalo Ramirez]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 03:21:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=453#comment-1503</guid>
		<description><![CDATA[George estamos haciendo un Encuentro de Blawgers (Blogs juridicos) en Bogotá en el 2009. Soy profesor de Derecho Constitucional de la Universidad Externado de Colombia. Mi blog:www.iureamicorum.blogspot.com. Por favor escribeme... goracles@yahoo.es

Gonzalo Ramirez]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George estamos haciendo un Encuentro de Blawgers (Blogs juridicos) en Bogotá en el 2009. Soy profesor de Derecho Constitucional de la Universidad Externado de Colombia. Mi blog:www.iureamicorum.blogspot.com. Por favor escribeme&#8230; <a href="mailto:goracles@yahoo.es">goracles@yahoo.es</a></p>
<p>Gonzalo Ramirez</p>
]]></content:encoded>
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