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	<title>Comentários em: Embromacionismo do metadiscurso neoconstrutivista: uma abordagem pós-sokaliana da intratextualidade jurídica</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: Julio Alan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julio Alan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:40:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Do contrário, tudo não passa de uma metanarrativa pseudo-emancipatória para uma refratação opaca da realidade semi-objetiva.&quot;

rsss
Esta foi boa.
Ótimo texto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Do contrário, tudo não passa de uma metanarrativa pseudo-emancipatória para uma refratação opaca da realidade semi-objetiva.&#8221;</p>
<p>rsss<br />
Esta foi boa.<br />
Ótimo texto.</p>
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	<item>
		<title>Por: Antonio Medina</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/06/02/embromacionismo-do-metadiscurso-neoconstrutivista-uma-abordagem-pos-sokaliana-da-intratextualidade-juridica/#comment-5998</link>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Medina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 23:07:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[S O  S   LINGUÍSTICA DINÂMICA.  

PEDIMOS UM  S O S  ANGUSTIADO  ANTE A COMUNIDADE CIENTÍFICA NACIONAL E INTERNACIONAL.  Pedimos, se possível, o apóio dos homens de boa vontade, que me ajudem a denunciar essa situação perversa de perseguição, calúnia, difamação, prejuizos que estou sofrendo no meu próprio Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco, Brasil.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>S O  S   LINGUÍSTICA DINÂMICA.  </p>
<p>PEDIMOS UM  S O S  ANGUSTIADO  ANTE A COMUNIDADE CIENTÍFICA NACIONAL E INTERNACIONAL.  Pedimos, se possível, o apóio dos homens de boa vontade, que me ajudem a denunciar essa situação perversa de perseguição, calúnia, difamação, prejuizos que estou sofrendo no meu próprio Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco, Brasil.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Medina</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/06/02/embromacionismo-do-metadiscurso-neoconstrutivista-uma-abordagem-pos-sokaliana-da-intratextualidade-juridica/#comment-5997</link>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Medina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 22:51:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=174#comment-5997</guid>
		<description><![CDATA[Prezado amigo, George Marmelstein Lima, 

Parabens pelo levantamento do tema. 



1.	Sou professor concursado pela Universidade Federal de Pernambuco há muitos anos. 
2.	O Sr. aponta de uma maneira dinâmica e inteligente para um problema muito grave da cultura e da civilização. De uma maneira o mais possível respeitosa, vou colocar mais lenha nessa fogueira. Espero não ofender a ninguém; apenas vou tentar colocar alguns problemas acadêmicos e jurídicos muito graves e ajudar a refletir sobre a situação geral. Não vou buscar aqui nenhuma solução. A solução dos problemas teóricos busco-a nas teorias que formulo da  Linguística Dinâmica, da Linguística Jurídica, da Linguística Nuclear, da Linguística Quântica, da Linguística Empresarial.   www.ufpe/linguisticadinamica  

3.	No Brasil, e no Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco, não ha democracia teórica nem democracia científica no âmbito da ciência linguística; e sim censura, perseguição, intimidação, calúnia, difamação, acosso, e outras tantas perversidades por razões de opinião teórica.  
4.	No Brasil continua funcionando e dominando o AI 5, desde a Universidade Federal de Pernambuco até o Ministério Público, desde a legislação ordinária até a Constituição Federal Brasileira. 
5.	O Art. 5  da Constituição Federal Brasileira não é uma Lei que obrigue a restituir os direitos violados; e sim, pelo contrário, é uma espécie de jogo de marketing de enfeite dos políticos e governos pseudodemocráticos: Para criar uma imagem bonita do governo e do sistema; porém é totalmente ineficaz. Não serve para nada. (não sei em outros países). No Brasil, o perseguidor tem pleno direito a perseguir a sua vítima, durante um ano, dez anos ou vinte anos, igualmente hoje como no tempo do AI 5. E não há nenhuma Lei que limite a vontade e a perversidade do perseguidor de perseguir a sua vitima. A pessoa é perseguida simplesmente, por que o indivíduo “A” não tem a mesma linha teórica do que o coletivo dominante. O Ministério Público Federal, a Justiça e o Juiz, não têm nenhum instrumento legal, para cortar dez anos ou 20 anos de perseguições teóricas, científicas, ideológicas, políticas e acadêmicas, contra a pessoa.  E não é falta de provas: É FALTA DE LEI, E FALTA DE ÉTICA, na Universidade, na Justiça e na sociedade: É o AI 5 que domina nestas questões até hoje, ou tal vez, pior ainda, as “Trevas” da Inquisição, como naquela luta inglória e perversa do Geocentrismo contra o Heliocentrismo.      

Modéstia a parte, não sou nenhum ignorante. Sou licenciado em filosofia, professor de filosofia durante muitos anos, doutor em linguística. Minhas notas no meu doutorado foram 10, 10, 10, 10, ... 10 com matrícula de honor, 10 com matrícula de Honor, 10 com Matricula de Honor. E a minha Nota na Tese Doutoral foi  CUM LAUDE. Porém, sou perseguido há mais de 20 anos no meu próprio Departamento de Letras. Pela única razão porque ensino a Linguística Dinâmica, que defende que a língua não é estática; não é somente um conjunto de signos, pois é também AÇÃO E UM SISTEMA ENERGÉTICO, PRODUTOR DE ENERGIAS, FORÇAS, EFEITOS, EFICÁCIA, COMPETÊNCIA, VITALIDADE, COMPETITIVIDADE, PRODUTIVIDADE E PODER.  A língua é um sistema de poder.
SOU EXECRADO NO MEU PRÓPRIO DEPARTAMENTO DE LETRAS, como Sócrates, como corruptor da Juventude PORQUE ENSINO AOS JOVENS OS CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS TECNOLÓGICOS E APLICADOS DA LINGUÍSTICAS DINÂMICA.    
Há mais de 20 anos que sou perseguido, preterido, caluniado, denegrido, acossado (por razões de pensamento teórico), por meus próprios colegas, professores universitários. Até o Reitor é envolvido para participar nessa perseguição. 
 	Fomos ao Ministério Público Federal denunciar a situação, com provas. O Ministério Público foi muito simpático, nos atendeu muito bem, entendeu a nossa queixa, porque sabe que isso acontece muito frequentemente nas instituições, na política e a sociedade. Porém, nos disse: “Não temos nenhum instrumento legal para intervir e solucionar o problema”. Assim, o docente poderá continuar sendo perseguido até a eternidade.
  
6.	Vou continuar botando mais lenha nessa fogueira. A ciência linguística é hoje, no final do século XX e inícios do XXI, um verdadeiro  LABIRINTO DE CRETA, onde as escolas não se entendem sobre  O QUE É A LÍNGUA, A SUA COMPOSIÇÃO E O SEU SISTEMA DE FUNCIONAMENTO. 
7.	Não se entendem sobre o objeto da ciência: 
8.	Não se entendem sobre o que é a língua, sobre o que é a palavra, o que é a oração, o que é a forma, o que é a substância, qual é o procedimento científico. 
9.	A  ciência linguística é um LABERINTO DE CRETA, no qual as escolas não se entendem, nem sequer sobre a noção de língua, sobre a noção de palavra, sobre a noção de oração, sobre a noção de forma, sobre a noção de ato de fala. E alguns grupos se acham os donos e deuses absolutos e universais da ciência, e impõem a todos os setores as suas opiniões, os seus pressupostos, como se fossem verdades absolutas e universais da ciência; e perseguem, caluniam, denigram, intimidam e acossam aqueles que não sejam a imagem se semelhança dos seus pressupostos teóricos. 
10.	 Na História desta ciência foram constituídas duas corrente de Pensamento: a Corrente do «Ergon» e a Corrente da «Enérgeia».
11.	 A corrente do «Ergon» fez ao longo de muitos séculos, até o final do século XX, o mesmo que o Geocentrismo tolomaico com o Heliocentrismo copernicano: Perseguição, proibição, censura, intimidação e ameaça contra os autores da Corrente da «Enérgeia». 
12.	 Na Astronomia, durante os séculos XVIII, XIX e XX, os partidários do heliocentrismo  copernicano e do sistema planetário conseguiram    
13.	 A nossa pesquisa nos levou à conclusão de que os mestres iluminados da LINGUÍSTICA MODERNISTA do século XX e os mestres iluminados da  LINGUÍSTICA PÓS-MODERNISTA da atualidade, enganam a cultura e a civilização, como no tempo das Trevas: enganam a cultura e a civilização, com sofismas, falácias, retóricas meronímicas e falsos princípios científicos da Velha Filosofia da Ciência, desprezando e perseguindo  os princípios, paradigmas e fundamentos da Nova Filosofia da Ciência. Enganam os estudantes e profissionais de letras, prejudicam a capacitação profissional e empresarial de todas as categorias, prejudicam a formação dos estudantes de Direito e a formação continuada dos juristas, Magistrados de Juízes e Desembargadores, e atrasam os sistemas produtivos e econômicos das comunidades de Pernambuco, do Nordeste, do Brasil e do Terceiro Mundo .
14.	O que está por trás de tudo isso é a POLÍTICA LINGUÍSTICA ELITISTA DE MAQUIAVEL, que postulou e impõe o princípio maquiavélico: Todo o Poder Linguístico para o Príncipe; nenhum poder linguístico para o povo, igualmente para os escravos e plebeus do passado como também para os trabalhadores, classes medias e camadas de baixa renda da atualidade. Isso aconteceu igualmente no tempo da Colônia, do Império, na Revolução Industrial, na Revolução Francesa, e nos séculos XIX e XX nos sistemas capitalistas e neocolonialistas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado amigo, George Marmelstein Lima, </p>
<p>Parabens pelo levantamento do tema. </p>
<p>1.	Sou professor concursado pela Universidade Federal de Pernambuco há muitos anos.<br />
2.	O Sr. aponta de uma maneira dinâmica e inteligente para um problema muito grave da cultura e da civilização. De uma maneira o mais possível respeitosa, vou colocar mais lenha nessa fogueira. Espero não ofender a ninguém; apenas vou tentar colocar alguns problemas acadêmicos e jurídicos muito graves e ajudar a refletir sobre a situação geral. Não vou buscar aqui nenhuma solução. A solução dos problemas teóricos busco-a nas teorias que formulo da  Linguística Dinâmica, da Linguística Jurídica, da Linguística Nuclear, da Linguística Quântica, da Linguística Empresarial.   <a href="http://www.ufpe/linguisticadinamica" rel="nofollow">http://www.ufpe/linguisticadinamica</a>  </p>
<p>3.	No Brasil, e no Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco, não ha democracia teórica nem democracia científica no âmbito da ciência linguística; e sim censura, perseguição, intimidação, calúnia, difamação, acosso, e outras tantas perversidades por razões de opinião teórica.<br />
4.	No Brasil continua funcionando e dominando o AI 5, desde a Universidade Federal de Pernambuco até o Ministério Público, desde a legislação ordinária até a Constituição Federal Brasileira.<br />
5.	O Art. 5  da Constituição Federal Brasileira não é uma Lei que obrigue a restituir os direitos violados; e sim, pelo contrário, é uma espécie de jogo de marketing de enfeite dos políticos e governos pseudodemocráticos: Para criar uma imagem bonita do governo e do sistema; porém é totalmente ineficaz. Não serve para nada. (não sei em outros países). No Brasil, o perseguidor tem pleno direito a perseguir a sua vítima, durante um ano, dez anos ou vinte anos, igualmente hoje como no tempo do AI 5. E não há nenhuma Lei que limite a vontade e a perversidade do perseguidor de perseguir a sua vitima. A pessoa é perseguida simplesmente, por que o indivíduo “A” não tem a mesma linha teórica do que o coletivo dominante. O Ministério Público Federal, a Justiça e o Juiz, não têm nenhum instrumento legal, para cortar dez anos ou 20 anos de perseguições teóricas, científicas, ideológicas, políticas e acadêmicas, contra a pessoa.  E não é falta de provas: É FALTA DE LEI, E FALTA DE ÉTICA, na Universidade, na Justiça e na sociedade: É o AI 5 que domina nestas questões até hoje, ou tal vez, pior ainda, as “Trevas” da Inquisição, como naquela luta inglória e perversa do Geocentrismo contra o Heliocentrismo.      </p>
<p>Modéstia a parte, não sou nenhum ignorante. Sou licenciado em filosofia, professor de filosofia durante muitos anos, doutor em linguística. Minhas notas no meu doutorado foram 10, 10, 10, 10, &#8230; 10 com matrícula de honor, 10 com matrícula de Honor, 10 com Matricula de Honor. E a minha Nota na Tese Doutoral foi  CUM LAUDE. Porém, sou perseguido há mais de 20 anos no meu próprio Departamento de Letras. Pela única razão porque ensino a Linguística Dinâmica, que defende que a língua não é estática; não é somente um conjunto de signos, pois é também AÇÃO E UM SISTEMA ENERGÉTICO, PRODUTOR DE ENERGIAS, FORÇAS, EFEITOS, EFICÁCIA, COMPETÊNCIA, VITALIDADE, COMPETITIVIDADE, PRODUTIVIDADE E PODER.  A língua é um sistema de poder.<br />
SOU EXECRADO NO MEU PRÓPRIO DEPARTAMENTO DE LETRAS, como Sócrates, como corruptor da Juventude PORQUE ENSINO AOS JOVENS OS CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS TECNOLÓGICOS E APLICADOS DA LINGUÍSTICAS DINÂMICA.<br />
Há mais de 20 anos que sou perseguido, preterido, caluniado, denegrido, acossado (por razões de pensamento teórico), por meus próprios colegas, professores universitários. Até o Reitor é envolvido para participar nessa perseguição.<br />
 	Fomos ao Ministério Público Federal denunciar a situação, com provas. O Ministério Público foi muito simpático, nos atendeu muito bem, entendeu a nossa queixa, porque sabe que isso acontece muito frequentemente nas instituições, na política e a sociedade. Porém, nos disse: “Não temos nenhum instrumento legal para intervir e solucionar o problema”. Assim, o docente poderá continuar sendo perseguido até a eternidade.</p>
<p>6.	Vou continuar botando mais lenha nessa fogueira. A ciência linguística é hoje, no final do século XX e inícios do XXI, um verdadeiro  LABIRINTO DE CRETA, onde as escolas não se entendem sobre  O QUE É A LÍNGUA, A SUA COMPOSIÇÃO E O SEU SISTEMA DE FUNCIONAMENTO.<br />
7.	Não se entendem sobre o objeto da ciência:<br />
8.	Não se entendem sobre o que é a língua, sobre o que é a palavra, o que é a oração, o que é a forma, o que é a substância, qual é o procedimento científico.<br />
9.	A  ciência linguística é um LABERINTO DE CRETA, no qual as escolas não se entendem, nem sequer sobre a noção de língua, sobre a noção de palavra, sobre a noção de oração, sobre a noção de forma, sobre a noção de ato de fala. E alguns grupos se acham os donos e deuses absolutos e universais da ciência, e impõem a todos os setores as suas opiniões, os seus pressupostos, como se fossem verdades absolutas e universais da ciência; e perseguem, caluniam, denigram, intimidam e acossam aqueles que não sejam a imagem se semelhança dos seus pressupostos teóricos.<br />
10.	 Na História desta ciência foram constituídas duas corrente de Pensamento: a Corrente do «Ergon» e a Corrente da «Enérgeia».<br />
11.	 A corrente do «Ergon» fez ao longo de muitos séculos, até o final do século XX, o mesmo que o Geocentrismo tolomaico com o Heliocentrismo copernicano: Perseguição, proibição, censura, intimidação e ameaça contra os autores da Corrente da «Enérgeia».<br />
12.	 Na Astronomia, durante os séculos XVIII, XIX e XX, os partidários do heliocentrismo  copernicano e do sistema planetário conseguiram<br />
13.	 A nossa pesquisa nos levou à conclusão de que os mestres iluminados da LINGUÍSTICA MODERNISTA do século XX e os mestres iluminados da  LINGUÍSTICA PÓS-MODERNISTA da atualidade, enganam a cultura e a civilização, como no tempo das Trevas: enganam a cultura e a civilização, com sofismas, falácias, retóricas meronímicas e falsos princípios científicos da Velha Filosofia da Ciência, desprezando e perseguindo  os princípios, paradigmas e fundamentos da Nova Filosofia da Ciência. Enganam os estudantes e profissionais de letras, prejudicam a capacitação profissional e empresarial de todas as categorias, prejudicam a formação dos estudantes de Direito e a formação continuada dos juristas, Magistrados de Juízes e Desembargadores, e atrasam os sistemas produtivos e econômicos das comunidades de Pernambuco, do Nordeste, do Brasil e do Terceiro Mundo .<br />
14.	O que está por trás de tudo isso é a POLÍTICA LINGUÍSTICA ELITISTA DE MAQUIAVEL, que postulou e impõe o princípio maquiavélico: Todo o Poder Linguístico para o Príncipe; nenhum poder linguístico para o povo, igualmente para os escravos e plebeus do passado como também para os trabalhadores, classes medias e camadas de baixa renda da atualidade. Isso aconteceu igualmente no tempo da Colônia, do Império, na Revolução Industrial, na Revolução Francesa, e nos séculos XIX e XX nos sistemas capitalistas e neocolonialistas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: mauricio</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/06/02/embromacionismo-do-metadiscurso-neoconstrutivista-uma-abordagem-pos-sokaliana-da-intratextualidade-juridica/#comment-4465</link>
		<dc:creator><![CDATA[mauricio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 13:59:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=174#comment-4465</guid>
		<description><![CDATA[Dr. G., creio que essa metalinguagem faça parte da essência da denominada &#039;teoria discursiva&#039; (teoria &#039;crítica&#039;?) e revele os ideais marxistas de seu autor mais emblemático (Jürgen H.).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. G., creio que essa metalinguagem faça parte da essência da denominada &#8216;teoria discursiva&#8217; (teoria &#8216;crítica&#8217;?) e revele os ideais marxistas de seu autor mais emblemático (Jürgen H.).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Emanuel</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/06/02/embromacionismo-do-metadiscurso-neoconstrutivista-uma-abordagem-pos-sokaliana-da-intratextualidade-juridica/#comment-976</link>
		<dc:creator><![CDATA[Emanuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 11:37:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Concordo ipsis litteris com sua crítica a linguagem rebuscada de alguns autores. No entanto, é preciso ressaltar que muitas vezes nossa dificuldade em ler determinadas obras diz respeito ao universo da pré-compreensão de que falava Gadamer. Faz-se necessário um estudo prévio dos conceitos primeiros. É como se quisesse estudar equação de 1º e 2º grau, antes de estudar as noções elementares de algebra. Infelizmente, os autores a que nos referimos (Alexy, Habermas, etc.) são os &quot;papas&quot; do direito moderno, os quais escrevem para pessoas que pressupõe ter muita estrada rodada, razão  pela qual têm como premissa já dominarem sua linguagem.
Mas, realmente alguns autores são obscuros na transmissão do conhecimento e Schopenhauer já denunciava isso a muitos anos atrás...
Quanto à frase usada por Lênio Streck (“não-recepção da viragem lingüística no modelo interpretativo vigorante no Brasil”), ele se refere nada menos a incorporação da filosofia da linguagem entre os doutrinadores brasileiros.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo ipsis litteris com sua crítica a linguagem rebuscada de alguns autores. No entanto, é preciso ressaltar que muitas vezes nossa dificuldade em ler determinadas obras diz respeito ao universo da pré-compreensão de que falava Gadamer. Faz-se necessário um estudo prévio dos conceitos primeiros. É como se quisesse estudar equação de 1º e 2º grau, antes de estudar as noções elementares de algebra. Infelizmente, os autores a que nos referimos (Alexy, Habermas, etc.) são os &#8220;papas&#8221; do direito moderno, os quais escrevem para pessoas que pressupõe ter muita estrada rodada, razão  pela qual têm como premissa já dominarem sua linguagem.<br />
Mas, realmente alguns autores são obscuros na transmissão do conhecimento e Schopenhauer já denunciava isso a muitos anos atrás&#8230;<br />
Quanto à frase usada por Lênio Streck (“não-recepção da viragem lingüística no modelo interpretativo vigorante no Brasil”), ele se refere nada menos a incorporação da filosofia da linguagem entre os doutrinadores brasileiros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Impostor Intelectual? Análise Sokaliana da “Fórmula Peso” de Robert Alexy &#171; Direitos Fundamentais - Blog</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/06/02/embromacionismo-do-metadiscurso-neoconstrutivista-uma-abordagem-pos-sokaliana-da-intratextualidade-juridica/#comment-857</link>
		<dc:creator><![CDATA[Impostor Intelectual? Análise Sokaliana da “Fórmula Peso” de Robert Alexy &#171; Direitos Fundamentais - Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 13:29:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] comentei aqui, de forma bem abreviada, a pegadinha que o físico Alan Sokal fez para denunciar a linguagem [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] comentei aqui, de forma bem abreviada, a pegadinha que o físico Alan Sokal fez para denunciar a linguagem [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/06/02/embromacionismo-do-metadiscurso-neoconstrutivista-uma-abordagem-pos-sokaliana-da-intratextualidade-juridica/#comment-837</link>
		<dc:creator><![CDATA[George]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 12:26:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=174#comment-837</guid>
		<description><![CDATA[Júlio,

creio que não discordamos em essência. Também não acho que tudo pode ser calculado e explicado &quot;cientificamente&quot;. O coração de tem razões que a própria razão desconhece.

O cerne da crítica que formulei, com base na denúncia apresentada por Sokal, foi quanto à linguagem jurídica e não propriamente quanto ao método utilizado pelos juristas para solucionarem os problemas jurídicos.

Estou lendo o livro de Sokal, para ver de perto que tipo de críticas que ele formula, e creio que a sua denúncia vai ainda mais além do que a mera linguagem. Na realidade, ele aponta inúmeras falhas de autores que utilizam argumentos físico-matemáticos para justificarem seus pontos de vistas nas ciências sociais.

Creio que, no direito, não é tão comum esse tipo de analogia entre direito e matemática. Talvez nos textos de Alexy mais recentes exista um pouco de abuso disso. Mas certamente Alexy não utiliza a matemática mais complexa, nem conceitos muito incompreensíveis. Ou seja, talvez Alexy não pudesse ser incluído no rol de Sokal.

Depois vou comentar com mais calma o livro, inclusive fazendo uma análise da &quot;fórmula do peso&quot; de Alexy.

Quanto ao brasileiro, citei o Streck apenas aqui nos comentários, quando falei da &quot;viragem linguística&quot;. Mas jamais quero dizer que ele não sabe do que está falando. Pelo contrário. Seu conhecimento é profundo e não é embuste. No entanto, ele abusa da linguagem enigmática, tornando seu texto compreensível para poucas pessoas. Talvez seja mesmo isso que ele quer. Mas acho que isso não é muito democrático.

Quanto à citação que utilizei no texto foi extraída de um livro de Luiz Alberto Warat. Até hoje, fico tonto quando leio.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Júlio,</p>
<p>creio que não discordamos em essência. Também não acho que tudo pode ser calculado e explicado &#8220;cientificamente&#8221;. O coração de tem razões que a própria razão desconhece.</p>
<p>O cerne da crítica que formulei, com base na denúncia apresentada por Sokal, foi quanto à linguagem jurídica e não propriamente quanto ao método utilizado pelos juristas para solucionarem os problemas jurídicos.</p>
<p>Estou lendo o livro de Sokal, para ver de perto que tipo de críticas que ele formula, e creio que a sua denúncia vai ainda mais além do que a mera linguagem. Na realidade, ele aponta inúmeras falhas de autores que utilizam argumentos físico-matemáticos para justificarem seus pontos de vistas nas ciências sociais.</p>
<p>Creio que, no direito, não é tão comum esse tipo de analogia entre direito e matemática. Talvez nos textos de Alexy mais recentes exista um pouco de abuso disso. Mas certamente Alexy não utiliza a matemática mais complexa, nem conceitos muito incompreensíveis. Ou seja, talvez Alexy não pudesse ser incluído no rol de Sokal.</p>
<p>Depois vou comentar com mais calma o livro, inclusive fazendo uma análise da &#8220;fórmula do peso&#8221; de Alexy.</p>
<p>Quanto ao brasileiro, citei o Streck apenas aqui nos comentários, quando falei da &#8220;viragem linguística&#8221;. Mas jamais quero dizer que ele não sabe do que está falando. Pelo contrário. Seu conhecimento é profundo e não é embuste. No entanto, ele abusa da linguagem enigmática, tornando seu texto compreensível para poucas pessoas. Talvez seja mesmo isso que ele quer. Mas acho que isso não é muito democrático.</p>
<p>Quanto à citação que utilizei no texto foi extraída de um livro de Luiz Alberto Warat. Até hoje, fico tonto quando leio.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Thiago.</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/06/02/embromacionismo-do-metadiscurso-neoconstrutivista-uma-abordagem-pos-sokaliana-da-intratextualidade-juridica/#comment-798</link>
		<dc:creator><![CDATA[Thiago.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 21:24:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/?p=174#comment-798</guid>
		<description><![CDATA[Mera Glossolalia (reinante no âmbito jurígeno).

Nesse contexto, qual seja, o de que muitos juristas (muitos mesmo) falam difícil para expressar e ou demonstrar que sabem mais do que aparentam saber, ou maquiar o discurso deficitário e sem embasamentos coerentes.

É por isso que deveria haver uma norma no Brasil para obrigar os bacharelandos a lerem o livro Direito, Mito e Metáfora (Os lírios não nascem da Lei) de autoria do professor Paraibano Antônio Cavalcante da Costa Neto.

Descumprida a obrigação, impede-se o bacharelando de colar grau.

A mesma norma deveria também determinar que os Advogados, Membros do MP e da Magistratura lessem o referido livro pelomenos uma vez por ano, sob pena de perda de parte dos vencimentos.

Exageros à parte, o livro citado é um exemplo de boa técnica redacional, que mistura literatura (sensacional a parte que menciona as memórias póstumas de Brás Cubas de Assis) com temas jurídicos, políticos, bíblicos e filosóficos, além de filológicos.

Em suma, é o melhor livro de iniciação jurídica que já li.

Vou parar por aqui senão parecerá que estou fazendo propaganda remunerada, quando é meramente gratuita!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mera Glossolalia (reinante no âmbito jurígeno).</p>
<p>Nesse contexto, qual seja, o de que muitos juristas (muitos mesmo) falam difícil para expressar e ou demonstrar que sabem mais do que aparentam saber, ou maquiar o discurso deficitário e sem embasamentos coerentes.</p>
<p>É por isso que deveria haver uma norma no Brasil para obrigar os bacharelandos a lerem o livro Direito, Mito e Metáfora (Os lírios não nascem da Lei) de autoria do professor Paraibano Antônio Cavalcante da Costa Neto.</p>
<p>Descumprida a obrigação, impede-se o bacharelando de colar grau.</p>
<p>A mesma norma deveria também determinar que os Advogados, Membros do MP e da Magistratura lessem o referido livro pelomenos uma vez por ano, sob pena de perda de parte dos vencimentos.</p>
<p>Exageros à parte, o livro citado é um exemplo de boa técnica redacional, que mistura literatura (sensacional a parte que menciona as memórias póstumas de Brás Cubas de Assis) com temas jurídicos, políticos, bíblicos e filosóficos, além de filológicos.</p>
<p>Em suma, é o melhor livro de iniciação jurídica que já li.</p>
<p>Vou parar por aqui senão parecerá que estou fazendo propaganda remunerada, quando é meramente gratuita!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
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