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	<title>Comentários em: Titularidade de Direitos Fundamentais por Estrangeiros Não-Residentes no País</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: Ivan - Ivanlion@yahoo.com.br</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivan - Ivanlion@yahoo.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 13:48:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[George,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;...mas que não é tão nítida assim a partir da simples leitura do CPP..&quot; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Perfeito. Acho que esta elasticidade dos direitos fundamentais, como na espécie, é evidente no modernos constitucionalismo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acompanho seu blog. Meus parabéns, pelo conteúdo ora exposto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abraços,&lt;br/&gt;Ivan]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>George,</p>
<p>&#8220;&#8230;mas que não é tão nítida assim a partir da simples leitura do CPP..&#8221; </p>
<p>Perfeito. Acho que esta elasticidade dos direitos fundamentais, como na espécie, é evidente no modernos constitucionalismo.</p>
<p>Acompanho seu blog. Meus parabéns, pelo conteúdo ora exposto.</p>
<p>Abraços,<br />Ivan</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/29/titularidade-de-direitos-fundamentais-por-estrangeiros-nao-residentes-no-pais/#comment-573</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 12:11:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ivan,&lt;br/&gt;concordo com você de que a carga de trabalho (de todo o Judiciário e não apenas da base) faz com que a gente trabalhe meio &quot;a toque de caixa&quot;, sob pena de descumprir o mandamento constitucional de razoável duração do processo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas vou fazer uma defesa do juiz federal no caso em questão. O referido juiz não disse que o estrangeiro não tem direitos fundamentais. O que ele fez foi negar o direito de seu advogado formular perguntas no interrogatório de co-réu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Min. Celso de Mello, para poder apreciar essa questão, teve, antes de tudo, que analisar se um estrangeiro &quot;russo, que tem domicílio no Reino Unido e é portador de passaporte britânico&quot;, poderia impetrar habeas corpus.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Logo, o juiz de primeiro grau não cometeu um erro tão grave, até porque, há bem pouco tempo, somente quem poderia formular perguntas no interrogatório era o juiz. O CPP só recentemente admitiu que o advogado do réu também poderia fazer pergunta. E agora, por força da liminar do Min. Celso de Mello, também o advogado do co-réu poderá formular perguntas. Ou seja, foi uma construção jurisprudencial (a meu ver correta), mas que não é tão nítida assim a partir da simples leitura do CPP.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Repito: o juiz federal em questão não disse que o estrangeiro é um &quot;objeto processual&quot;. Apenas disse que o seu advogado não poderia formular perguntas durante o interrogatório de outro réu. São duas questões distintas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A titularidade dos direitos fundamentais por estrangeiros não-residentes foi apenas uma questão prévia para poder conhecer o habeas corpus.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ivan,<br />concordo com você de que a carga de trabalho (de todo o Judiciário e não apenas da base) faz com que a gente trabalhe meio &#8220;a toque de caixa&#8221;, sob pena de descumprir o mandamento constitucional de razoável duração do processo.</p>
<p>Mas vou fazer uma defesa do juiz federal no caso em questão. O referido juiz não disse que o estrangeiro não tem direitos fundamentais. O que ele fez foi negar o direito de seu advogado formular perguntas no interrogatório de co-réu.</p>
<p>O Min. Celso de Mello, para poder apreciar essa questão, teve, antes de tudo, que analisar se um estrangeiro &#8220;russo, que tem domicílio no Reino Unido e é portador de passaporte britânico&#8221;, poderia impetrar habeas corpus.</p>
<p>Logo, o juiz de primeiro grau não cometeu um erro tão grave, até porque, há bem pouco tempo, somente quem poderia formular perguntas no interrogatório era o juiz. O CPP só recentemente admitiu que o advogado do réu também poderia fazer pergunta. E agora, por força da liminar do Min. Celso de Mello, também o advogado do co-réu poderá formular perguntas. Ou seja, foi uma construção jurisprudencial (a meu ver correta), mas que não é tão nítida assim a partir da simples leitura do CPP.</p>
<p>Repito: o juiz federal em questão não disse que o estrangeiro é um &#8220;objeto processual&#8221;. Apenas disse que o seu advogado não poderia formular perguntas durante o interrogatório de outro réu. São duas questões distintas. </p>
<p>A titularidade dos direitos fundamentais por estrangeiros não-residentes foi apenas uma questão prévia para poder conhecer o habeas corpus.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: ivan - ivanlion@yahoo.com.br</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/29/titularidade-de-direitos-fundamentais-por-estrangeiros-nao-residentes-no-pais/#comment-572</link>
		<dc:creator><![CDATA[ivan - ivanlion@yahoo.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 11:24:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/04/29/titularidade-de-direitos-fundamentais-por-estrangeiros-nao-residentes-no-pais/#comment-572</guid>
		<description><![CDATA[Prezado George,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Li o informativo no último fim de semana e assim como outras decisões da Suprema Corte e do E. STJ, percebo, como estudante de sou, que os juízos de 1º grau não desconhecem os primados constitucionais, contudo, a quantidade de processos (digo isso porque estagiei até 1 mes atras no judiciário estadual aqui na bahia), e tive a verdadeira percepção que a quantidade de processos é enorme e os atores, como seres humanos, acabam &quot;deixando passar&quot; estes detalhes que as cortes superiores acabam por reformar...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como voce vê esta situação? &lt;br/&gt;Grande abraço,&lt;br/&gt;Ivan]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado George,</p>
<p>Li o informativo no último fim de semana e assim como outras decisões da Suprema Corte e do E. STJ, percebo, como estudante de sou, que os juízos de 1º grau não desconhecem os primados constitucionais, contudo, a quantidade de processos (digo isso porque estagiei até 1 mes atras no judiciário estadual aqui na bahia), e tive a verdadeira percepção que a quantidade de processos é enorme e os atores, como seres humanos, acabam &#8220;deixando passar&#8221; estes detalhes que as cortes superiores acabam por reformar&#8230;</p>
<p>Como voce vê esta situação? <br />Grande abraço,<br />Ivan</p>
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