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	<title>Comentários em: Antígona: Direito Positivo versus Direito Natural &#8211; Quem ganhou?</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: Mariana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 14:05:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Oi 
gotaria de saber se é errado analisar assim esse trecho da obrar:


Já no campo do direito positivo podemos exemplificá-lo dentro do texto, com o seguinte trecho:
Antígona – Ajudarás estes meus braços a transportar o cadáver?
Ismênia  – Queres tu, realmente, sepultá-lo, embora isso tenha sido vedade a toda a cidade?
Antígona – Uma coisa é certa: Polinice era meu irmão, e teu também, embora recuses o que eu te peço. Não poderei ser acusada de traição para com o meu dever.
Ismênia  – Infeliz! Apensar da proibição de Creonte?
Antígone – Ele não tem o direito de me coagir a abandonar os meus!
Nessa reposta de Ismênia, ela não possui da mesma coragem que sua irmã ao descumprimento das leis da cidade impostas por Creonte, pois se diz incapaz de suportar a pena cominada ao descumprimento da mesma.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi<br />
gotaria de saber se é errado analisar assim esse trecho da obrar:</p>
<p>Já no campo do direito positivo podemos exemplificá-lo dentro do texto, com o seguinte trecho:<br />
Antígona – Ajudarás estes meus braços a transportar o cadáver?<br />
Ismênia  – Queres tu, realmente, sepultá-lo, embora isso tenha sido vedade a toda a cidade?<br />
Antígona – Uma coisa é certa: Polinice era meu irmão, e teu também, embora recuses o que eu te peço. Não poderei ser acusada de traição para com o meu dever.<br />
Ismênia  – Infeliz! Apensar da proibição de Creonte?<br />
Antígone – Ele não tem o direito de me coagir a abandonar os meus!<br />
Nessa reposta de Ismênia, ela não possui da mesma coragem que sua irmã ao descumprimento das leis da cidade impostas por Creonte, pois se diz incapaz de suportar a pena cominada ao descumprimento da mesma.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Valdenésio</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/27/antigona-direito-positivo-versus-direito-natural-quem-ganhou/#comment-6558</link>
		<dc:creator><![CDATA[Valdenésio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 15:19:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De um ponto de vista da ética, creio que o mais importante, tendo em vista a tragédia descrita, não é a de nos colocarmos na condição de juízes na tentativa de optarmos por uma ou outra posição do direito (se natural ou positivo). Para levar o seu opositor à morte, Creonte agiu fundamentado em que? Sua ação contava com respaldo legal na época, ou foi  motivada pelas paixões e pela força? Se não havia respaldo legal, agiu como um ditador corrente. Vamos supor que a morte do opositor naqueles termos estivesse respaldado em leis, mas isto lhe permitiria a Creonte proibir o sepultamento do corpo conforme previam os costumes da época, inclusive válidos para ele e para os seus parentes? O direito positivo deve trabalhar com a perspectiva pedagógica no sentido de mudar certos costumes sociais ou deve sempre prevalecer pelo lado da força?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De um ponto de vista da ética, creio que o mais importante, tendo em vista a tragédia descrita, não é a de nos colocarmos na condição de juízes na tentativa de optarmos por uma ou outra posição do direito (se natural ou positivo). Para levar o seu opositor à morte, Creonte agiu fundamentado em que? Sua ação contava com respaldo legal na época, ou foi  motivada pelas paixões e pela força? Se não havia respaldo legal, agiu como um ditador corrente. Vamos supor que a morte do opositor naqueles termos estivesse respaldado em leis, mas isto lhe permitiria a Creonte proibir o sepultamento do corpo conforme previam os costumes da época, inclusive válidos para ele e para os seus parentes? O direito positivo deve trabalhar com a perspectiva pedagógica no sentido de mudar certos costumes sociais ou deve sempre prevalecer pelo lado da força?</p>
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		<title>Por: Jéh =)</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/27/antigona-direito-positivo-versus-direito-natural-quem-ganhou/#comment-5976</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jéh =)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 22:37:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não entendi. Afinal ela(Antígona) se suicidou ou foi assassinada???]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não entendi. Afinal ela(Antígona) se suicidou ou foi assassinada???</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leitora</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/27/antigona-direito-positivo-versus-direito-natural-quem-ganhou/#comment-5447</link>
		<dc:creator><![CDATA[Leitora]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 02:33:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Querida Carolina NÃO, a vontade de Creote não prevaleceu. Antígona se suicida e Creonte não é o responsável por sua morte. Ele coloca comida necessaria para uma dia e depois desse periodo arrepende-se e volta atras ela por sua inflexibilidade em excesso (sua býbris) ja tem tirado sua própria vida. É isso que caracteriza a tragédia grega.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querida Carolina NÃO, a vontade de Creote não prevaleceu. Antígona se suicida e Creonte não é o responsável por sua morte. Ele coloca comida necessaria para uma dia e depois desse periodo arrepende-se e volta atras ela por sua inflexibilidade em excesso (sua býbris) ja tem tirado sua própria vida. É isso que caracteriza a tragédia grega.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Leonardo P.</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/27/antigona-direito-positivo-versus-direito-natural-quem-ganhou/#comment-5278</link>
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo P.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 18:21:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carolina, infelizmente o importante em uma obra como esta não é o resultado expresso nesta, mas a interpretasão.Creonte é tido como tirano na cidade e o próprio povo acaba por ficar do lado de Antígona entendendo a importancia de se sepultar o seu falecido irmão.

O próprio Creonte ao fim da obra reconhece seu erro.Tome mais cuidado ao realizar uma critica.Não se prenda apenas a leitura, interprete, entenda, entre no contexto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carolina, infelizmente o importante em uma obra como esta não é o resultado expresso nesta, mas a interpretasão.Creonte é tido como tirano na cidade e o próprio povo acaba por ficar do lado de Antígona entendendo a importancia de se sepultar o seu falecido irmão.</p>
<p>O próprio Creonte ao fim da obra reconhece seu erro.Tome mais cuidado ao realizar uma critica.Não se prenda apenas a leitura, interprete, entenda, entre no contexto.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Carolina</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/27/antigona-direito-positivo-versus-direito-natural-quem-ganhou/#comment-4666</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 03:31:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Meu querido você não leu a tragédia certa. Na Antígona a vontade do Creonte prevalece e ela morre. Além do noivo dela Hêmom e sua mãe. Pesquise e leia mais sobre o assunto que desejas falar e publicar uma resenha na internet.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu querido você não leu a tragédia certa. Na Antígona a vontade do Creonte prevalece e ela morre. Além do noivo dela Hêmom e sua mãe. Pesquise e leia mais sobre o assunto que desejas falar e publicar uma resenha na internet.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Luiz R.Neves</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/27/antigona-direito-positivo-versus-direito-natural-quem-ganhou/#comment-4452</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz R.Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 02:24:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entendo que Antígona estaria descumprindo uma órdem advinda de um direito que para ela era secundário, pois era aquele direito ali mesmo produzido pelo homem, sem a participação de alguém supostamente superior. O direito que ela realmente conhecia e sentia-se na obrigação de cumprir, era aquele direito de órdem moral, religiosa, naturalmente posto com a anuência de um Deus que todos consideravam esistir e participar diretamente da vida e das decisões de todos os povos. Nesse caso em particular, entendo que o vencedor desse embate seria o Direito Natural, impondo ao positivismo uma derrota inevitável.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entendo que Antígona estaria descumprindo uma órdem advinda de um direito que para ela era secundário, pois era aquele direito ali mesmo produzido pelo homem, sem a participação de alguém supostamente superior. O direito que ela realmente conhecia e sentia-se na obrigação de cumprir, era aquele direito de órdem moral, religiosa, naturalmente posto com a anuência de um Deus que todos consideravam esistir e participar diretamente da vida e das decisões de todos os povos. Nesse caso em particular, entendo que o vencedor desse embate seria o Direito Natural, impondo ao positivismo uma derrota inevitável.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Bernardo G.B. Nogueira</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/27/antigona-direito-positivo-versus-direito-natural-quem-ganhou/#comment-3314</link>
		<dc:creator><![CDATA[Bernardo G.B. Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 19:09:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro professor,
peço que o senhor coloque vosso entendimento a respeito da menção que ARISTÓTELES faz acerca da peça Antígona. Não estaria o discípulo de Platão a se referir ao embate entre o Direito positivo e o Direito natural?

&quot;Distingamos agora todos os actos de injustiça e de justiça, começando por observar que o que é justo e injusto foi já definido de duas maneiras em relação a dois tipos de leis e a duas classes de pessoas. Chamo lei tanto à que é particular como à que é comum. É lei particular a que foi definida por cada povo em relação a si mesmo, quer seja escrita ou não escrita; e comum, a que é segundo a natureza. Pois há na natureza um princípio comum do que é justo e injusto, que todos de algum modo adivinham mesmo que não haja entre si comunicação ou acordo; como, por exemplo, o mostra a Antígona de Sófocles ao dizer que, embora seja proibido, é justo enterrar Polinices, porque esse é um direito natural: Pois não é de hoje nem ontem, mas desde sempre que esta lei existe, e ninguém sabe desde quando apareceu. E como diz Empédocles acerca de não matar o quem tem vida, pelo facto de isso não ser justo para uns e injusto para outros: Mas a lei universal estende-se largamente através do amplo éter e da incomensurável  terra. E como também o diz Alcidamante no seu Messeníaco: Livres deixou Deus a todos, a ninguém fez escravo a natureza.” ARISTÓTELES, Retórica,(1373 b).
Com os melhores cumprimentos,
Bernardo G.B. Nogueira]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro professor,<br />
peço que o senhor coloque vosso entendimento a respeito da menção que ARISTÓTELES faz acerca da peça Antígona. Não estaria o discípulo de Platão a se referir ao embate entre o Direito positivo e o Direito natural?</p>
<p>&#8220;Distingamos agora todos os actos de injustiça e de justiça, começando por observar que o que é justo e injusto foi já definido de duas maneiras em relação a dois tipos de leis e a duas classes de pessoas. Chamo lei tanto à que é particular como à que é comum. É lei particular a que foi definida por cada povo em relação a si mesmo, quer seja escrita ou não escrita; e comum, a que é segundo a natureza. Pois há na natureza um princípio comum do que é justo e injusto, que todos de algum modo adivinham mesmo que não haja entre si comunicação ou acordo; como, por exemplo, o mostra a Antígona de Sófocles ao dizer que, embora seja proibido, é justo enterrar Polinices, porque esse é um direito natural: Pois não é de hoje nem ontem, mas desde sempre que esta lei existe, e ninguém sabe desde quando apareceu. E como diz Empédocles acerca de não matar o quem tem vida, pelo facto de isso não ser justo para uns e injusto para outros: Mas a lei universal estende-se largamente através do amplo éter e da incomensurável  terra. E como também o diz Alcidamante no seu Messeníaco: Livres deixou Deus a todos, a ninguém fez escravo a natureza.” ARISTÓTELES, Retórica,(1373 b).<br />
Com os melhores cumprimentos,<br />
Bernardo G.B. Nogueira</p>
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