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	<title>Comentários em: Treze Graus Gay-Lussac: restrições à publicidade das cervejas</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: George</title>
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		<dc:creator>George</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 17:51:10 +0000</pubDate>
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		<description>PUBLICIDADE

Lobby barra projeto sobre propaganda de cerveja
O governo retirou de pauta projeto que proíbe propaganda de cerveja entre 6 e 21 horas. A pressão contra a medida partiu de líderes da base aliada e da oposição


     
08/05/2008 01:30

O lobby da propaganda de bebidas alcoólicas prevaleceu e o governo retirou da pauta de votação do plenário da Câmara o projeto que restringe a publicidade de cervejas, proibindo a sua veiculação entre 6 horas e 21 horas. Os líderes de oposição e da base pressionaram para que o governo retirasse o projeto de votação em reunião, ontem, com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). O projeto estava em regime de urgência e bloqueava a pauta do plenário. 

O líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), cuja família é proprietária de TV, ameaçou votar contra o projeto, se ele não fosse retirado da pauta. A posição do líder contraria a do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, também do PMDB, que apóia o projeto. &quot;A Casa não está amadurecida para votar (o projeto)&quot;, argumentou o líder do PMDB. 

Informações de representantes de empresas de TV que pressionavam na Câmara para a retirada do projeto de votação dão conta de que a publicidade de cervejas representa 30% das receitas das emissoras. O líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), também de família dona de TV na Bahia, insistia para a retirada do projeto da pauta desde a sessão de terça-feira. O líder do PSDB, José Aníbal (SP), disse ser favorável à proposta, mas defendeu a retirada do projeto de votação. 

O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), ficou praticamente sozinho na defesa da votação do projeto. &quot;Trata-se de um mercado publicitário muito poderoso&quot;, afirmou Fontana. Ele lembrou que, há alguns anos, houve restrição à propaganda de cigarros e que esse fato representou um avanço na modernização da legislação. &quot;A maior parte dos países do mundo tem uma legislação mais moderna no caso da publicidade de bebidas alcoólicas&quot;, disse Fontana. 

Transição 
O líder afirmou que o governo estuda fazer uma regra de transição para a entrada em vigor da restrição da propaganda. &quot;Temos de criar condições para aprovar o projeto. A saúde pública e a segurança pública vão ganhar&quot;, afirmou Fontana. 

Com a retirada do regime de urgência, o projeto voltará para análise das comissões permanentes da Câmara sem prazo para votação. Sem o projeto na pauta, os líderes acertaram votar na sessão de hoje as duas medidas provisórias e outros dois projetos de lei em regime de urgência que estão trancando a pauta. (da Agência Estado)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PUBLICIDADE</p>
<p>Lobby barra projeto sobre propaganda de cerveja<br />
O governo retirou de pauta projeto que proíbe propaganda de cerveja entre 6 e 21 horas. A pressão contra a medida partiu de líderes da base aliada e da oposição</p>
<p>08/05/2008 01:30</p>
<p>O lobby da propaganda de bebidas alcoólicas prevaleceu e o governo retirou da pauta de votação do plenário da Câmara o projeto que restringe a publicidade de cervejas, proibindo a sua veiculação entre 6 horas e 21 horas. Os líderes de oposição e da base pressionaram para que o governo retirasse o projeto de votação em reunião, ontem, com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). O projeto estava em regime de urgência e bloqueava a pauta do plenário. </p>
<p>O líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), cuja família é proprietária de TV, ameaçou votar contra o projeto, se ele não fosse retirado da pauta. A posição do líder contraria a do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, também do PMDB, que apóia o projeto. &#8220;A Casa não está amadurecida para votar (o projeto)&#8221;, argumentou o líder do PMDB. </p>
<p>Informações de representantes de empresas de TV que pressionavam na Câmara para a retirada do projeto de votação dão conta de que a publicidade de cervejas representa 30% das receitas das emissoras. O líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), também de família dona de TV na Bahia, insistia para a retirada do projeto da pauta desde a sessão de terça-feira. O líder do PSDB, José Aníbal (SP), disse ser favorável à proposta, mas defendeu a retirada do projeto de votação. </p>
<p>O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), ficou praticamente sozinho na defesa da votação do projeto. &#8220;Trata-se de um mercado publicitário muito poderoso&#8221;, afirmou Fontana. Ele lembrou que, há alguns anos, houve restrição à propaganda de cigarros e que esse fato representou um avanço na modernização da legislação. &#8220;A maior parte dos países do mundo tem uma legislação mais moderna no caso da publicidade de bebidas alcoólicas&#8221;, disse Fontana. </p>
<p>Transição<br />
O líder afirmou que o governo estuda fazer uma regra de transição para a entrada em vigor da restrição da propaganda. &#8220;Temos de criar condições para aprovar o projeto. A saúde pública e a segurança pública vão ganhar&#8221;, afirmou Fontana. </p>
<p>Com a retirada do regime de urgência, o projeto voltará para análise das comissões permanentes da Câmara sem prazo para votação. Sem o projeto na pauta, os líderes acertaram votar na sessão de hoje as duas medidas provisórias e outros dois projetos de lei em regime de urgência que estão trancando a pauta. (da Agência Estado)</p>
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		<title>Por: maria</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/17/treze-graus-gay-lussac-restricoes-a-publicidade-das-cervejas/#comment-543</link>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 13:12:00 +0000</pubDate>
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		<description>A stella artois é boa, mas prefiro a bohemia abadia ou a cerpinha (sendo esta de preço compatível ou até melhor que o da stella artois). (tou me entregando) Sobre legislar, já falaram o suficiente. Lamentável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A stella artois é boa, mas prefiro a bohemia abadia ou a cerpinha (sendo esta de preço compatível ou até melhor que o da stella artois). (tou me entregando) Sobre legislar, já falaram o suficiente. Lamentável.</p>
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		<title>Por: Thiago.</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/17/treze-graus-gay-lussac-restricoes-a-publicidade-das-cervejas/#comment-541</link>
		<dc:creator>Thiago.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 20:33:00 +0000</pubDate>
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		<description>As salsichas e as leis, hoje perdeu um pouco o contexto, pois a fabricação das primeiras evoluiu, quanto a fabricação das segundas....&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;por isso prefiro a seguinte passagem:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;Legislar é fazer experiências com o destino humano&quot; (Jahrreiss)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;e os cientistas, tem bastante ratos de laboratório.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;essa é uma lei encomendada, assim como aquele artigo da nova Lei de falências perfeito para empresas de aviação. lamentável.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Thiago.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As salsichas e as leis, hoje perdeu um pouco o contexto, pois a fabricação das primeiras evoluiu, quanto a fabricação das segundas&#8230;.</p>
<p>por isso prefiro a seguinte passagem:</p>
<p>&#8220;Legislar é fazer experiências com o destino humano&#8221; (Jahrreiss)</p>
<p>e os cientistas, tem bastante ratos de laboratório.</p>
<p>essa é uma lei encomendada, assim como aquele artigo da nova Lei de falências perfeito para empresas de aviação. lamentável.</p>
<p>Thiago.</p>
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		<title>Por: Professor Manuel</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/17/treze-graus-gay-lussac-restricoes-a-publicidade-das-cervejas/#comment-538</link>
		<dc:creator>Professor Manuel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 21:42:00 +0000</pubDate>
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		<description>A stella é ótima. Ultimamente, no entanto, estou curtindo mais a Therezópolis. Ambas tem um gosto mais forte. Mas nada se compara, para meu paladar, à leffe. Só que é muito cara!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A stella é ótima. Ultimamente, no entanto, estou curtindo mais a Therezópolis. Ambas tem um gosto mais forte. Mas nada se compara, para meu paladar, à leffe. Só que é muito cara!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/17/treze-graus-gay-lussac-restricoes-a-publicidade-das-cervejas/#comment-537</link>
		<dc:creator>George Marmelstein</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 19:03:00 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Adriana e Promotor. Seria melhor nem saber como são feitas as leis.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tava lendo o blog da Soninha, que é vereadora em São Paulo, e vi a melhor definição de processo legislativo. Eis:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;aqui [na Câmara de Vereadores] são comuns duas situações: &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1) Projeto do Executivo, isto é, projeto enviado para a Câmara pelo prefeito: a Casa se divide basicamente em dois blocos, governistas X oposição. Um lado defende o governo e ataca a gestão anterior; o outro lado ataca o governo e defende a &quot;sua&quot; gestão. Pano de fundo: PT X PSDB, pra variar. Um fala mal do Lula, o outro fala mal do Serra. Deprê. O conteúdo do projeto em si é só um detalhe...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2) Projeto de vereador: há um acordo prévio para que ele entre em pauta e seja aprovado (em geral, por votação simbólica). Não tem discussão, não tem encaminhamento de votação, não tem declaração de voto. É assim: &quot;Item 1 da pauta - PL do nobre vereador Fulano de Tal. Dispõe sobre a circulação de caminhões no centro espandido. Aprovado mediante voto favorável da maioria dos senhores vereadores. A votos: os vereadores que forem favoráveis permaneçam como estão. Aprovado&quot;. E acabou! A discussão - quando tem discussão - acontece no colégio de líderes, na reunião da bancada, no anexo do plenário. Como se fosse feio discutir projeto na frente dos outros...&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Adriana e Promotor. Seria melhor nem saber como são feitas as leis.</p>
<p>Tava lendo o blog da Soninha, que é vereadora em São Paulo, e vi a melhor definição de processo legislativo. Eis:</p>
<p>&#8220;aqui [na Câmara de Vereadores] são comuns duas situações: </p>
<p>1) Projeto do Executivo, isto é, projeto enviado para a Câmara pelo prefeito: a Casa se divide basicamente em dois blocos, governistas X oposição. Um lado defende o governo e ataca a gestão anterior; o outro lado ataca o governo e defende a &#8220;sua&#8221; gestão. Pano de fundo: PT X PSDB, pra variar. Um fala mal do Lula, o outro fala mal do Serra. Deprê. O conteúdo do projeto em si é só um detalhe&#8230;</p>
<p>2) Projeto de vereador: há um acordo prévio para que ele entre em pauta e seja aprovado (em geral, por votação simbólica). Não tem discussão, não tem encaminhamento de votação, não tem declaração de voto. É assim: &#8220;Item 1 da pauta &#8211; PL do nobre vereador Fulano de Tal. Dispõe sobre a circulação de caminhões no centro espandido. Aprovado mediante voto favorável da maioria dos senhores vereadores. A votos: os vereadores que forem favoráveis permaneçam como estão. Aprovado&#8221;. E acabou! A discussão &#8211; quando tem discussão &#8211; acontece no colégio de líderes, na reunião da bancada, no anexo do plenário. Como se fosse feio discutir projeto na frente dos outros&#8230;&#8221;</p>
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	</item>
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		<title>Por: promotor de justiça</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/17/treze-graus-gay-lussac-restricoes-a-publicidade-das-cervejas/#comment-536</link>
		<dc:creator>promotor de justiça</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 15:34:00 +0000</pubDate>
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		<description>Em tempo: óbvio que não advogando o retorno ao positivismo; é que achei interessante a colocação do professor Marinoni. Aliás, diga-se de passagem, leitura indispensável o livro em testilha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempo: óbvio que não advogando o retorno ao positivismo; é que achei interessante a colocação do professor Marinoni. Aliás, diga-se de passagem, leitura indispensável o livro em testilha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: promotor de justiça</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/17/treze-graus-gay-lussac-restricoes-a-publicidade-das-cervejas/#comment-535</link>
		<dc:creator>promotor de justiça</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 15:32:00 +0000</pubDate>
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		<description>É professor...&quot;Lembre-se que à época do Estado liberal a lei era considerada fruto da vontade de um parlamento habitado apenas por representantes da burguesia, no qual não havia confronto ideológico. após essa fase, as casas legislativas deixam de ser o lugar de uniformidade, tornando-se o local de divergência, em que diferente idéias acerca do papel do direito e do Estado passam a se confrontar. Aí, evidentemente, não há mais uma vontade geral, podendo-se se falar numa &quot;vontade política&quot;, ou melhor, na vontade do grupo mais forte dentro do parlamento. Atualmente, porém, essa vontade política pode se confundir com a vontade dos &#039;lobbies&#039; e dos grupos de pressão que atuam nos bastidores do parlamento.&quot; (MARINONI, Luiz Guilerme. Teoria Geral do Processo. 2a ed. RT, p. 41)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É professor&#8230;&#8221;Lembre-se que à época do Estado liberal a lei era considerada fruto da vontade de um parlamento habitado apenas por representantes da burguesia, no qual não havia confronto ideológico. após essa fase, as casas legislativas deixam de ser o lugar de uniformidade, tornando-se o local de divergência, em que diferente idéias acerca do papel do direito e do Estado passam a se confrontar. Aí, evidentemente, não há mais uma vontade geral, podendo-se se falar numa &#8220;vontade política&#8221;, ou melhor, na vontade do grupo mais forte dentro do parlamento. Atualmente, porém, essa vontade política pode se confundir com a vontade dos &#8216;lobbies&#8217; e dos grupos de pressão que atuam nos bastidores do parlamento.&#8221; (MARINONI, Luiz Guilerme. Teoria Geral do Processo. 2a ed. RT, p. 41)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Adrina</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/04/17/treze-graus-gay-lussac-restricoes-a-publicidade-das-cervejas/#comment-534</link>
		<dc:creator>Adrina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 14:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>Dr. George, infelizmente muitos parlamentares mal sabem ler... a elaboração dos projetos fica a cargo de de assessores, devidamente &quot;patrocinados&quot; pelos interessados no assunto. Lamentável! Contudo, Churchill já nos advertia que, se o povo soubesse como eram feitas as leis e as salsichas, ficara muito decepcionado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. George, infelizmente muitos parlamentares mal sabem ler&#8230; a elaboração dos projetos fica a cargo de de assessores, devidamente &#8220;patrocinados&#8221; pelos interessados no assunto. Lamentável! Contudo, Churchill já nos advertia que, se o povo soubesse como eram feitas as leis e as salsichas, ficara muito decepcionado.</p>
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	</item>
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