<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: Um tapinha que doeu</title>
	<atom:link href="http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/</link>
	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Feb 2012 02:58:17 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<item>
		<title>Por: Humor e racismo &#171; Direitos Fundamentais &#8211; Blog</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-3978</link>
		<dc:creator><![CDATA[Humor e racismo &#171; Direitos Fundamentais &#8211; Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 22:27:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-3978</guid>
		<description><![CDATA[[...] comentário que fiz em relação ao caso Tiririca deve ser lido em conjunto com comentário que fiz em relação à música “Um Tapinha não Dói”, onde também defendi a liberdade de expressão, [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] comentário que fiz em relação ao caso Tiririca deve ser lido em conjunto com comentário que fiz em relação à música “Um Tapinha não Dói”, onde também defendi a liberdade de expressão, [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rené</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-2477</link>
		<dc:creator><![CDATA[rené]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 02:52:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-2477</guid>
		<description><![CDATA[Depois de tantos exemplos nefastos q os nobres amigos apontaram, já estava na hora de um homem digno (como é o caso do juiz em questão) fazer alguma coisa não?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tantos exemplos nefastos q os nobres amigos apontaram, já estava na hora de um homem digno (como é o caso do juiz em questão) fazer alguma coisa não?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-470</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 10:46:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-470</guid>
		<description><![CDATA[me corrindo: a música Sílvia é do Camisa de Venus...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>me corrindo: a música Sílvia é do Camisa de Venus&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Milton César</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-450</link>
		<dc:creator><![CDATA[Milton César]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 23:49:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-450</guid>
		<description><![CDATA[Pois é, e contra esses célebres músicos, tratando do mesmo assunto de que trata a música do furacão 2000, nenhuma autoridade se manifesta e, até, quem sabe, os admire.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, e contra esses célebres músicos, tratando do mesmo assunto de que trata a música do furacão 2000, nenhuma autoridade se manifesta e, até, quem sabe, os admire.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-449</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 15:10:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-449</guid>
		<description><![CDATA[Lembrei de algumas músicas semelhantes:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sílvia - Ira&lt;br/&gt;&quot;todo homem que sabe o que quer, pega um pau pra bater na mulher&quot;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Surra de Amor - José Orlando&lt;br/&gt;&quot;pancada de amor não dói&quot;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Porrada - Titãs&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E por aí vai...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrei de algumas músicas semelhantes:</p>
<p>Sílvia &#8211; Ira<br />&#8220;todo homem que sabe o que quer, pega um pau pra bater na mulher&#8221;.</p>
<p>Surra de Amor &#8211; José Orlando<br />&#8220;pancada de amor não dói&#8221;</p>
<p>Porrada &#8211; Titãs</p>
<p>E por aí vai&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Milton César</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-447</link>
		<dc:creator><![CDATA[Milton César]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 22:05:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-447</guid>
		<description><![CDATA[Não acho que determinada letra de música, que exterioriza ou não o pensamento de um grupo de pessoas ou simplesmente é lançada para animar os aderentes a estilos musicais, fira a dignidade do sexo feminino ou do ser humano mesmo. Penso que é um exagero do MPF, pois os grupos que ele diz defender, as mulheres, são os maiores participantes dos bailes funk. Como o colega que iniciou os comentários falou, na MPB há vários exemplos de letras que &quot;instigam&quot; a violência contra a mulher, e contra nenhuma é ao menos relatado alguma indignação. Sou dos que acha que o poder público tem um tipo de preconceito, pelo menos subconsciente, contra o funk.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não acho que determinada letra de música, que exterioriza ou não o pensamento de um grupo de pessoas ou simplesmente é lançada para animar os aderentes a estilos musicais, fira a dignidade do sexo feminino ou do ser humano mesmo. Penso que é um exagero do MPF, pois os grupos que ele diz defender, as mulheres, são os maiores participantes dos bailes funk. Como o colega que iniciou os comentários falou, na MPB há vários exemplos de letras que &#8220;instigam&#8221; a violência contra a mulher, e contra nenhuma é ao menos relatado alguma indignação. Sou dos que acha que o poder público tem um tipo de preconceito, pelo menos subconsciente, contra o funk.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: George Marmelstein</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-444</link>
		<dc:creator><![CDATA[George Marmelstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 10:46:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-444</guid>
		<description><![CDATA[Maximo,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;concordo, em parte, quando você deixa subentendido que há um exagero no combate ao racismo contra os judeus, mas isso é facilmente explicável pelo contexto histórico (nazismo e coisa e tal).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Também defendo ferrenhamente que a base da dignidade humana é o respeito ao outro, independentemente de quem seja o outro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Contudo, em músicas como &quot;Olha o Cabelo Dela&quot; do Tiririca e &quot;Um tapinha não dói&quot; do Furação 2000, e milhares de outras pelo Brasil afora, não vejo um desrespeito ao outro capaz de atingir a dignidade humana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É uma brincadeira que não tem uma potencialidade de gerar um ódio ou um menosprezo pelo grupo em questão. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas confesso que se for demonstrado, com um estudo sério e profundo (perícia), que as músicas geram um sentimento de inferioridade ou de violência contra as mulheres ou os negros, mudo de opinião ligeirinho...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maximo,</p>
<p>concordo, em parte, quando você deixa subentendido que há um exagero no combate ao racismo contra os judeus, mas isso é facilmente explicável pelo contexto histórico (nazismo e coisa e tal).</p>
<p>Também defendo ferrenhamente que a base da dignidade humana é o respeito ao outro, independentemente de quem seja o outro.</p>
<p>Contudo, em músicas como &#8220;Olha o Cabelo Dela&#8221; do Tiririca e &#8220;Um tapinha não dói&#8221; do Furação 2000, e milhares de outras pelo Brasil afora, não vejo um desrespeito ao outro capaz de atingir a dignidade humana.</p>
<p>É uma brincadeira que não tem uma potencialidade de gerar um ódio ou um menosprezo pelo grupo em questão. </p>
<p>Mas confesso que se for demonstrado, com um estudo sério e profundo (perícia), que as músicas geram um sentimento de inferioridade ou de violência contra as mulheres ou os negros, mudo de opinião ligeirinho&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anonymous</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-443</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anonymous]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 04:35:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitosfundamentais.wordpress.com/2008/03/31/um-tapinha-que-doeu/#comment-443</guid>
		<description><![CDATA[Dr. George e o direito e o avesso,&lt;br/&gt;Pode ser, também, preconceito do MPF e do JF com relação ao funk. Porém, não vejo que uma música, de qualquer estilo ou qualidade, deva primar pela violência, racismo ou sexismo. A liberdade não é absoluta e, da parte dos senhores, há um certo conforto em só reconhecer preconceitos em temas &quot;acertos&quot; pelas contigências, como o racismo contra judeus... contra judeus, é racismo; contra negros (música do Tiririca), índios e mulheres, pode ser. Ora, não será uma visão racializada e sexuada limitada somente aos temas &quot;sérios&quot; da sociedade brasileira, lembrando que &quot;pensamos&quot; conforme o pensamento hegemônico, que, no caso, é branco (caucasiano, onde se inclui a maioria dos judeus), homem heterossexual, com posses de certa riqueza, e de formação acadêmica.&lt;br/&gt;Maximo]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. George e o direito e o avesso,<br />Pode ser, também, preconceito do MPF e do JF com relação ao funk. Porém, não vejo que uma música, de qualquer estilo ou qualidade, deva primar pela violência, racismo ou sexismo. A liberdade não é absoluta e, da parte dos senhores, há um certo conforto em só reconhecer preconceitos em temas &#8220;acertos&#8221; pelas contigências, como o racismo contra judeus&#8230; contra judeus, é racismo; contra negros (música do Tiririca), índios e mulheres, pode ser. Ora, não será uma visão racializada e sexuada limitada somente aos temas &#8220;sérios&#8221; da sociedade brasileira, lembrando que &#8220;pensamos&#8221; conforme o pensamento hegemônico, que, no caso, é branco (caucasiano, onde se inclui a maioria dos judeus), homem heterossexual, com posses de certa riqueza, e de formação acadêmica.<br />Maximo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

