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	<title>Comentários em: Jurisprudenciando &#8211; Casos Curiosos &#8211; Julgamentos Pitorescos</title>
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	<description>Get Up, Stand Up, Stand Up For Your Rights!</description>
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		<title>Por: Marie</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/#comment-7465</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marie]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 07:35:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É lamentável que pessoas &quot;trabalhem&quot; de forma degradante:políticos,deveriam ter vergonha de ganhar muito e trabalhar pouco;advogados deveriam ter vergonha de &quot;ganhar a vida&quot; mentindo;atrizes e modelos se prostituindo;humor apelação;humoristas que só sabem ofender os outros na tv;anões sendo arremeçados;pessoas que ganham dinheiro virando aberraçãoes da cirurgia plástica(vide sheyla hershey);pra onde vamos?Falar em dignidade da pessoa humana,nos dias de hoje,onde crianças não tem infância,é pornografia na tv aberta em qualquer horário,parece piada.NÃO EXISTE MAIS DIGNIDADE,chego a duvidar que existiu um dia.
Juízes que escrevem mal,fazem das sentenças piadinhas;universitários que não sabem escrever.
O filho do Eike Batista-um dos homens mais ricos do Brasil,bilionário,tem orgulho de dizer numa entrevista que nunca leu sequer um livro na vida.Um bando de pobres que estudou e trabalhou a vida inteira sem ter nada,os &quot;playboys&quot; ganhando mesada,quando querem fingir que trabalha,os &quot;papis&quot; inventam até profissão pra eles:atriz,dançarina(que no meu entender,só quem faz balé clássico durante,no mínimo,duas décadas,deveria ter o mérito de ser chamada de bailarina),&quot;promoter&quot;,modelo(leia-se prostituta)...É gente comprando diploma,é gente que se auto-intitula &quot;dotô&quot; sem ter doutorado...
Como dizia Raul Seixas:PARE O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É lamentável que pessoas &#8220;trabalhem&#8221; de forma degradante:políticos,deveriam ter vergonha de ganhar muito e trabalhar pouco;advogados deveriam ter vergonha de &#8220;ganhar a vida&#8221; mentindo;atrizes e modelos se prostituindo;humor apelação;humoristas que só sabem ofender os outros na tv;anões sendo arremeçados;pessoas que ganham dinheiro virando aberraçãoes da cirurgia plástica(vide sheyla hershey);pra onde vamos?Falar em dignidade da pessoa humana,nos dias de hoje,onde crianças não tem infância,é pornografia na tv aberta em qualquer horário,parece piada.NÃO EXISTE MAIS DIGNIDADE,chego a duvidar que existiu um dia.<br />
Juízes que escrevem mal,fazem das sentenças piadinhas;universitários que não sabem escrever.<br />
O filho do Eike Batista-um dos homens mais ricos do Brasil,bilionário,tem orgulho de dizer numa entrevista que nunca leu sequer um livro na vida.Um bando de pobres que estudou e trabalhou a vida inteira sem ter nada,os &#8220;playboys&#8221; ganhando mesada,quando querem fingir que trabalha,os &#8220;papis&#8221; inventam até profissão pra eles:atriz,dançarina(que no meu entender,só quem faz balé clássico durante,no mínimo,duas décadas,deveria ter o mérito de ser chamada de bailarina),&#8221;promoter&#8221;,modelo(leia-se prostituta)&#8230;É gente comprando diploma,é gente que se auto-intitula &#8220;dotô&#8221; sem ter doutorado&#8230;<br />
Como dizia Raul Seixas:PARE O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!</p>
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	<item>
		<title>Por: Ra</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/#comment-6779</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 10:39:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Oi! Você sabe onde eu posso encontrar a foto da campanha publicitária da Bunny&#039;s (1988) que foi alvo de um processo judicial?

Rafaela]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi! Você sabe onde eu posso encontrar a foto da campanha publicitária da Bunny&#8217;s (1988) que foi alvo de um processo judicial?</p>
<p>Rafaela</p>
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	</item>
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		<title>Por: Renata Oliveira</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/#comment-6778</link>
		<dc:creator><![CDATA[Renata Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 02:49:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sou aluna do primeiro ano de Direito da Universidade Anheguera Guarulhos e ri muito com seus comentários e com as situações também,gostaria de sugerir que a professora adotasse um livro para sua matéria dada todas as segundas feiras,uma vez que dei uma breve olhada no tal PLT adotado e achei fraco para uma matéria tão específica como a sua...se possível responda meu email e indique o livro a ser adotado ok?ai vai:randradealves93@hotmail.com,obrigada.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou aluna do primeiro ano de Direito da Universidade Anheguera Guarulhos e ri muito com seus comentários e com as situações também,gostaria de sugerir que a professora adotasse um livro para sua matéria dada todas as segundas feiras,uma vez que dei uma breve olhada no tal PLT adotado e achei fraco para uma matéria tão específica como a sua&#8230;se possível responda meu email e indique o livro a ser adotado ok?ai vai:randradealves93@hotmail.com,obrigada.</p>
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	<item>
		<title>Por: Dafne Duarte</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/#comment-4535</link>
		<dc:creator><![CDATA[Dafne Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 03:12:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sobre o caso do arremesso de anões. Se fosse assim, ser palhaço de circo seria violação da dignidade da pessoa humana, pois são situações muitas vezes bizarras e ridículas, no entanto fazem parte de um trabalho digno como qualquer outro. Penso que assim como no caso do peep show, as pessoas deveriam ter autonomia frente ao Estado de decidirem o que é o melhor para elas. O Estado não é capaz de dar o mínimo de condições de uma vida digna ao ser humano, não deveria também impedir que o mesmo tivesse, dentro dos moldes em que acredita ter.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o caso do arremesso de anões. Se fosse assim, ser palhaço de circo seria violação da dignidade da pessoa humana, pois são situações muitas vezes bizarras e ridículas, no entanto fazem parte de um trabalho digno como qualquer outro. Penso que assim como no caso do peep show, as pessoas deveriam ter autonomia frente ao Estado de decidirem o que é o melhor para elas. O Estado não é capaz de dar o mínimo de condições de uma vida digna ao ser humano, não deveria também impedir que o mesmo tivesse, dentro dos moldes em que acredita ter.</p>
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	<item>
		<title>Por: Edna Ferraresi</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/#comment-4488</link>
		<dc:creator><![CDATA[Edna Ferraresi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 15:23:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No caso dos nanismo, o que se protege não é apenas a Dignidade de uma pessoa, mas a Dignidade de todas as Pessoas Humanas. O &quot;anão bala&quot; é uma referência ao desrespeito com todas as pessoas com nanismo, portanto deficientes físicos. Não é moralmente aceitável que um público se divirta vendo um ser igual sendo lançado feito ogiva. Caso análogo é o do &quot;Circo de Roma&quot;! Pessoas eram devoradas por feras. O homem deve progredir e se os direitos do homem transcendem os do Estado, há falhas do Estado na proteção aos mais fracos. Não devemos tratar os iguais como iguais? O princípio da igualdade tem uma base discutível, pelo menos no Brasil.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No caso dos nanismo, o que se protege não é apenas a Dignidade de uma pessoa, mas a Dignidade de todas as Pessoas Humanas. O &#8220;anão bala&#8221; é uma referência ao desrespeito com todas as pessoas com nanismo, portanto deficientes físicos. Não é moralmente aceitável que um público se divirta vendo um ser igual sendo lançado feito ogiva. Caso análogo é o do &#8220;Circo de Roma&#8221;! Pessoas eram devoradas por feras. O homem deve progredir e se os direitos do homem transcendem os do Estado, há falhas do Estado na proteção aos mais fracos. Não devemos tratar os iguais como iguais? O princípio da igualdade tem uma base discutível, pelo menos no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Aline</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/#comment-3721</link>
		<dc:creator><![CDATA[Aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 04:12:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embora eu saiba e defenda a real importância dos direitos humanos fundamentais, mormente a Dignidade Humana, tenho q discordar de algumas decisões, como o caso do anão. Penso que o Juízo de proporcionalidade, ao analisar os direitos humanos em conflito não foi feito da melhor forma, tendo em vista que se não é digno ter um trabalho no qual se é arremessado, muito mais indigno é não ter um trabalho, uma forma de sustento e como o caso do &quot;anão do Pânico na TV&quot; e ter que vender o corpo para isso ou passar fome. Infelismente vivemos em um país com muitos problemas sociais, assim temos que adaptar nossas leis a nossa realidade sem deixar de lado nossos direitos, mas sempre através da ponderação.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Embora eu saiba e defenda a real importância dos direitos humanos fundamentais, mormente a Dignidade Humana, tenho q discordar de algumas decisões, como o caso do anão. Penso que o Juízo de proporcionalidade, ao analisar os direitos humanos em conflito não foi feito da melhor forma, tendo em vista que se não é digno ter um trabalho no qual se é arremessado, muito mais indigno é não ter um trabalho, uma forma de sustento e como o caso do &#8220;anão do Pânico na TV&#8221; e ter que vender o corpo para isso ou passar fome. Infelismente vivemos em um país com muitos problemas sociais, assim temos que adaptar nossas leis a nossa realidade sem deixar de lado nossos direitos, mas sempre através da ponderação.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: carla</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/#comment-1145</link>
		<dc:creator><![CDATA[carla]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 18:40:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tanto o programa Pedala Robinho quanto este são atentatórios da dignidade da pessoa humana. A falta de opção não deve servir de desculpa para essas práticas sob pena de muitas pessoas terem esse direito vilipendiado. Ademais &quot;falta de opção&quot; é um problema social e não de estatura. Milhares de pessoas possuem dificuldade de se inserirem no mercado de trabalho, por razões diversas.
Por outro lado, não penso que tal justificativa seja aceitável. Pois existem programas sociais que visam corrigir distorções históricas,que acabaram excluindo determinadas pessoas do acesso a educação e ao emprego.
Ah, detalhe, eu tenho baixa estatura( nanismo), e, sou formada em Direito, estudando para concurso. Em breve, serei uma Procuradora (Oxalá).
Falta de opção? Bem, conheço outras pessoas que não tiveram acesso a educação que tive, de estatura média, que ao invés de assumirem empregos degradantes vendem artesanato. Por fim, há a política de cotas, em várias empresas. Não enxergo que a falta de opção leva alguém a optar por empregos degradantes é bem mais provável que isso se dê por falta de auto-estima aliado ao preconceito que algumas pessoas sofrem, ou julgam que vão sofrer. Aliás, quem não sofre alguma espécie de preconceito, não é mesmo? Se é índio, se é gordo, se é alto demais, pequeno demais. Felizmente, a sociedade anda evoluindo nesse sentido.
Eu penso que programas dessa natureza apenas possuem a função de disseminar o preconceito e a mistificação de pessoas com baixa estatura. Esclarecendo, somos pessoas como quaisquer outras. Nem melhor nem pior. Não somos de uma espécie diferente para sermos estigmatizados dessa maneira tão pouco para só nos relacionarmos entre nós mesmos.
A natureza é diversificada, e como fazemos parte dela, é natural que assim sejamos, até porque, é essa biodiversidade que a mantém viva e que a faz evoluir. A decisão do Tribunal Francês está mais do que acertada, aliás, essa realidade não deveria sequer existir. Quando se agride o direito a dignidade de um só ser humano, agredi-se de todos, afinal somos todos da mesma espécie.
Pensem nisso.
abs,
Carla Abreu
Documentário sobre pessoas de baixa estatura:
http://www.youtube.com/watch?v=WNY-DWk60H8
http://www.youtube.com/watch?v=5iDyUQF97E8&amp;feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=YRrG5n9ObF8&amp;feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=HZZnSx-TUB0&amp;feature=related]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tanto o programa Pedala Robinho quanto este são atentatórios da dignidade da pessoa humana. A falta de opção não deve servir de desculpa para essas práticas sob pena de muitas pessoas terem esse direito vilipendiado. Ademais &#8220;falta de opção&#8221; é um problema social e não de estatura. Milhares de pessoas possuem dificuldade de se inserirem no mercado de trabalho, por razões diversas.<br />
Por outro lado, não penso que tal justificativa seja aceitável. Pois existem programas sociais que visam corrigir distorções históricas,que acabaram excluindo determinadas pessoas do acesso a educação e ao emprego.<br />
Ah, detalhe, eu tenho baixa estatura( nanismo), e, sou formada em Direito, estudando para concurso. Em breve, serei uma Procuradora (Oxalá).<br />
Falta de opção? Bem, conheço outras pessoas que não tiveram acesso a educação que tive, de estatura média, que ao invés de assumirem empregos degradantes vendem artesanato. Por fim, há a política de cotas, em várias empresas. Não enxergo que a falta de opção leva alguém a optar por empregos degradantes é bem mais provável que isso se dê por falta de auto-estima aliado ao preconceito que algumas pessoas sofrem, ou julgam que vão sofrer. Aliás, quem não sofre alguma espécie de preconceito, não é mesmo? Se é índio, se é gordo, se é alto demais, pequeno demais. Felizmente, a sociedade anda evoluindo nesse sentido.<br />
Eu penso que programas dessa natureza apenas possuem a função de disseminar o preconceito e a mistificação de pessoas com baixa estatura. Esclarecendo, somos pessoas como quaisquer outras. Nem melhor nem pior. Não somos de uma espécie diferente para sermos estigmatizados dessa maneira tão pouco para só nos relacionarmos entre nós mesmos.<br />
A natureza é diversificada, e como fazemos parte dela, é natural que assim sejamos, até porque, é essa biodiversidade que a mantém viva e que a faz evoluir. A decisão do Tribunal Francês está mais do que acertada, aliás, essa realidade não deveria sequer existir. Quando se agride o direito a dignidade de um só ser humano, agredi-se de todos, afinal somos todos da mesma espécie.<br />
Pensem nisso.<br />
abs,<br />
Carla Abreu<br />
Documentário sobre pessoas de baixa estatura:<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/WNY-DWk60H8/2.jpg" alt="" /></a></span><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=5iDyUQF97E8&#038;feature=related" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=5iDyUQF97E8&#038;feature=related</a><br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/YRrG5n9ObF8/2.jpg" alt="" /></a></span><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=HZZnSx-TUB0&#038;feature=related" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=HZZnSx-TUB0&#038;feature=related</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Adeline Montengro Reis</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/14/jurisprudenciando-casos-curiosos-julgamentos-pitorescos/#comment-872</link>
		<dc:creator><![CDATA[Adeline Montengro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 08:22:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fa7 / 4° Semestre]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fa7 / 4° Semestre</p>
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