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	<title>Comentários em: Os Juristas e os Poetas</title>
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		<title>Por: Vera Franco</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/02/os-juristas-e-os-poetas/#comment-1934</link>
		<dc:creator><![CDATA[Vera Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 20:20:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Que Deus o conserve assim, perspicaz, lúcido, atual e possa sempre inspirá-lo a nos brindar com tantos trabalhos elucidativos, prazerosos na leitura e estimulantes para o nosso ofício e estudo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que Deus o conserve assim, perspicaz, lúcido, atual e possa sempre inspirá-lo a nos brindar com tantos trabalhos elucidativos, prazerosos na leitura e estimulantes para o nosso ofício e estudo.</p>
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		<title>Por: Vera Franco</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/02/os-juristas-e-os-poetas/#comment-1933</link>
		<dc:creator><![CDATA[Vera Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 20:02:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prof. George,
por razões várias que não cabe aqui, agora, enumerar, depois de 25 anos da minha graduação em Direito, resolvi fazer uma especialização em Dir. do Trabalho e Proc. do Trabalho.
Grandes satisfações tenho colhido, não só pela necessária, inevitável e, principalmente, inadiável reciclagem de uma forma, digamos, regular, voltando aos &quot;bancos escolares&quot;. 
Dentre essas boas colheitas, estou a cada dia ficando mais íntima do mundo virtual, fazendo pesquisas interessantes e hoje colhi mais uma frutinha gostosa: acessei um texto seu, de mai/2001 (As funções dos princípios constitucionais) e gostei tanto que fui atrás de mais produções suas e aqui estou eu, desde cedo, lendo vários artigos do seu blog.
Identifiquei-me com suas idéias e muitas delas já faziam parte de minhas convicções, embora eu não saiba externá-las com tanta propriedade e fundamentos, como você o faz. 
Agora me deparei com esse belo texto. 
Infelizmente ainda posso constatar, na realidade em que vivo, muitos juízes parnasianos, apegados a uma CLT da primeira quadra do século passado. Por outro lado, felizmente, já se vem notando o movimento dos românticos, fazendo uma releitura das normas trabalhistas, à luz dos preceitos constitucionais, estimulados também pela reforma do processo civil. 
Espero e anseio sinceramente que estes novos juízes (e juízes novos = em idade) que vêm adentrando a seara trabalhista, não se percam nas ilusões do novo status adquirido, isolando-se em um pedestal, julgando-se deuses inalcançáveis, mas que possam, colocando os pés no chão da realidade em que vivemos, refrigerar, revigorar o quadro e, sobretudo, implementar idéias &quot;românticas&quot;, movidos pelo verdadeiro sentimento de justiça, dando vida e fazendo valer os direitos resguardados em nossa Constituição.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prof. George,<br />
por razões várias que não cabe aqui, agora, enumerar, depois de 25 anos da minha graduação em Direito, resolvi fazer uma especialização em Dir. do Trabalho e Proc. do Trabalho.<br />
Grandes satisfações tenho colhido, não só pela necessária, inevitável e, principalmente, inadiável reciclagem de uma forma, digamos, regular, voltando aos &#8220;bancos escolares&#8221;.<br />
Dentre essas boas colheitas, estou a cada dia ficando mais íntima do mundo virtual, fazendo pesquisas interessantes e hoje colhi mais uma frutinha gostosa: acessei um texto seu, de mai/2001 (As funções dos princípios constitucionais) e gostei tanto que fui atrás de mais produções suas e aqui estou eu, desde cedo, lendo vários artigos do seu blog.<br />
Identifiquei-me com suas idéias e muitas delas já faziam parte de minhas convicções, embora eu não saiba externá-las com tanta propriedade e fundamentos, como você o faz.<br />
Agora me deparei com esse belo texto.<br />
Infelizmente ainda posso constatar, na realidade em que vivo, muitos juízes parnasianos, apegados a uma CLT da primeira quadra do século passado. Por outro lado, felizmente, já se vem notando o movimento dos românticos, fazendo uma releitura das normas trabalhistas, à luz dos preceitos constitucionais, estimulados também pela reforma do processo civil.<br />
Espero e anseio sinceramente que estes novos juízes (e juízes novos = em idade) que vêm adentrando a seara trabalhista, não se percam nas ilusões do novo status adquirido, isolando-se em um pedestal, julgando-se deuses inalcançáveis, mas que possam, colocando os pés no chão da realidade em que vivemos, refrigerar, revigorar o quadro e, sobretudo, implementar idéias &#8220;românticas&#8221;, movidos pelo verdadeiro sentimento de justiça, dando vida e fazendo valer os direitos resguardados em nossa Constituição.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Gean Quintão</title>
		<link>http://direitosfundamentais.net/2007/08/02/os-juristas-e-os-poetas/#comment-186</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gean Quintão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 22:13:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Amigo, se me permite chama-lo assim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Excelente o texto, espero que desperte no publico-alvo(operadores do direito) a necessidade de entender a sistematica juridica de forma mais&lt;br/&gt;dinamica.&lt;br/&gt;Parabens!!!&lt;br/&gt;Forte Abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Amigo, se me permite chama-lo assim.</p>
<p>Excelente o texto, espero que desperte no publico-alvo(operadores do direito) a necessidade de entender a sistematica juridica de forma mais<br />dinamica.<br />Parabens!!!<br />Forte Abraço.</p>
]]></content:encoded>
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